Novo Mapa Mental (1)

Começar. É Gratuito
ou inscrever-se com seu endereço de e-mail
Rocket clouds
Novo Mapa Mental (1) por Mind Map: Novo Mapa Mental (1)

1. dois autores de drenagem linfática: Foldi e Godoy

2. Novo TópicoAula: Drenagem Linfática Manual: Sistema Circulatório e Linfático O sistema linfático foi durante séculos ou mais desconhecido dos sistemas do organismo. Ant Na Antigüidade, acordo com uma legenda mística dos gregos, ou deus Apolo (Deus da Medicina) suspeita de poderes “secretos do sangue”.  Aristóteles (384-322 AC) filósofo grego, disco de platão, médico e professor, citava a presença de vasos que continham um líquido incolor. 16 Em 1651, o pesquisador francês, Jean Pecquet, descobriu um cadáver humano, uma presença de um ducto torácico e uma espécie de receptor no seu início, que denominou “cisterna de Chily ou cisterna de Pecquet”. Cisterna de Pecquet: Sistema Linfático: • Paralelo ao sistema sangüíneo, existe ou sistema linfático. Que mecanismo auxiliar drenar ou líquido intersticial e remover resíduos celulares, proteínas, tamanho maior que o sistema não é coletado pela razão dos poros da membrana capilar do sistema usado menos calibrosos. Contrário Ao contrário do sangue, que é impulsionado pelos vasos pela força do coração, o sistema linfático não é um sistema fechado e não tem uma bomba central. A linha depende exclusivamente da ação de agentes externos para poder circular. Movimento Um movimento linear se move lentamente e sob baixa pressão devido principalmente à pressão provocada pelos movimentos dos músculos esqueléticos que pressionam ou fluem através dele. A contração rítmica das paredes dos vasos também ajuda ou flui através dos capilares linfáticos. Fluido Este fluido é então transportado progressivamente para vasos linfáticos maiores que se acumulam no ducto linfático direito (para uma linha da parte superior direita do corpo) e não são torácicos (para o resto do corpo); estes canais desembocam no sistema circulatório na veia subclávia esquerda e direita.  O sistema linfático é constituído por capilares, pré-coletores, coletores, canal ou ducto torácico esquerdo e canal ou ducto linfático direito, linfonodos, válvulas linfáticas e linfa.  Capilares linfáticos: Iniciam no espaço intersticial. É uma rede muito fina e corresponde à primeira estrutura do sistema linfático. Possui paredes muito permeáveis, o que permite a entrada de macromoléculas de proteínas e minerais que não são absorvidos pelo sistema venoso. -Pré-coletores: Intermediam capilares e coletores. Suas paredes são formadas por tecido endotelial, vedado ou endotélio interno, coberto de tecido conjuntivo e fibras elásticas e musculares. Possuir válvulas na membrana interna, por isso o fluxo da linha é unidirecional. Etores Coletores: uma continuação de pré-coletores, com maior calibre, também possui válvulas e conduzida uma linha sem sentido central. A parede dos coletores é formada por fibras musculares. Chegando nos linfonodos de uma linha transportada por dutos eferentes até dois grandes coletores principais, o ducto torácico esquerdo e o ducto linfático direito. Linfonodos:  Estão dispostos em trajetos nos vasos linfáticos, normalmente em grupos ou em séries. Os principais gânglios estão nas axilas, região inguinal e no pescoço. Linf Os linfonodos possuem a função de produzir linfócitos e filtrar uma linha. São capazes de absorver, metabolizar e destruir alguns elementos causados ​​pela circulação linfática. Têm como mediadores ou linfócitos que evitam a formação de linfandenites (inflamação aguda dos linfonodos) e linfangites (inflamação aguda dos canais linfáticos), que afetam os vírus e as bactérias. Fa Linfa: É o líquido fornecido pelo espaço intersticial que penetra nos vasos linfáticos recebe o nome de linfa. Uma linha de transporte de capilares linfáticos, para os canais pré-coletores, coletores e coletores principais, onde será enviado nas veias subclávia e jugular, onde ocorrerá uma mistura com o sangue novamente. Devolvendo desta maneira as proteínas plasmáticas do líquido intersticial de volta ao sangue. Funções do Sistema Linfático:  Uma função mais importante do sistema linfático é a evolução das proteínas da circulação, quando vazadas dos capilares sangüíneos.  Circulação Linfática: Como as válvulas encontradas dentro dos vasos linfáticos têm orientação centrada, o modo como uma linha pode seguir neste sentido. Vasos Linfáticos: vasos Os vasos linfáticos se contraem periodicamente, cada 6 a 10 segundos. Quando um vaso está distanciado por excesso de linfa, ele controla automaticamente, essa contração empurra o linfa para adiante da válvula linfática a seguir. Além da contração intrínseca dos vasos linfáticos, ou o bombeamento da linha também pode ser provocado pelo movimento dos tecidos que cercam o vaso linfático. Exemplo Por exemplo, uma contração dos músculos esqueléticos adjacentes a um vaso linfático pode compreender esse vaso e empurrar uma linha para frente. Intensidade do fluxo de linfa:  Em função do tempo, o fluxo de linfa varia dentro de extremos muito amplos de intensidade mas, na pessoa média, ou o fluxo total de linfa por todos os vasos, é de ordem de 100ml por hora, ou cerca de 1 a 2 ml por minuto.  Esta é uma intensidade muito pequena de fluxo muito embora ainda seja suficiente para remover ou excesso de líquido e especialmente, ou excesso de proteína que tende a acumular nos espaços teciduais. Manual de Drenagem Linfática:  Um manual de drenagem linfática é uma técnica de massagem composta por manobras de suaves, lentas e superficiais, feitas com mãos, que obedecem ao procedimento de sistema linfático superficial e que têm objetivos de redução de edemas e linfedemas (pós-traumáticos, pós -operatórios, distúrbios circulatórios, venenos e linfáticos de diversas naturezas, dentre outras) e a prevenção ou melhoria de algumas dessas conseqüências.  Essa técnica diferenciada é a de outros métodos de massagem, especialmente os de massagem clássica, que não produz vasodilatação arteriolar superficial (hiperemia) e por usar pressões manuais manuais manuais, manuais e manuais (de até 30 a 40 mmHg) e lentas (em média de 12 vezes por Minuto)) Método Vodder:  Uma das primeiras descrições sobre dados de drenagem linfática dos anos 1930, por intermédio do dinamarquês Emil Vodder e sua esposa, Estrid Vodder, que trabalha em Cannes, cidade litorânea francesa, os que recebem muitos ingleses atraídos pelo clima do Mediterrâneo e esses , bastantes possuíam enfermidades crônicas das vias respiratórias superiores (sinusites, faringites, rinites, amigdalites etc.) devido ao clima úmido e frio da Inglaterra. Od Vodder percebeu que a maioria desses pacientes tinha glóbulos do pescoço intumescidos e rígidos, quando ocorria uma intuição e empiricamente uma idéia de massagear esses glóbulos de maneira suave. Terapeuta repetiu suas experiências em vários casos e registrou com regularidade os efeitos favoráveis ​​à sua primeira experiência e, da mesma forma, também nos mesmos casos. Casal O casal Vodder dedica seu corpo e sua alma a aprofundar-se como possibilidades de usar novo tipo de massagem desenvolvida por eles, e assim nasceu um manual de drenagem linfática, pela primeira vez em 1936, em Paris. Técnica na técnica de Vodder, ou manual de drenagem linfática consiste em pressão suave, adaptado a tecidos e patologias, feito de forma lenta e repetitiva, não ocorre deslizamento em tecido, sim ou pressionado e relaxado em tecido cutâneo, com duas fases diferentes toque.  Inicia-se com uma pressão local e uma força executada em uma área tratada sem sentido do fluxo linfático, após o que existe uma recuperação de pressão em nenhuma força aplicada, mantendo-o apenas no contato.  Para obter o efeito de relaxamento, é importante manter o ritmo e a velocidade, existe uma “monotonia” que estimula o sistema nervoso. Técnica Na técnica de massagem sempre iniciada distalmente no segmento  A técnica realiza dois procedimentos básicos: Captação e evacuação  Captação: Este procedimento visa captar uma linha ou um interstício para os capilares linfáticos Ac Evacuação: Consista em remover uma linha que está dentro dos vasos linfáticos, transportando-a para uma região linfonodal distante do local do edema, sem sentido do fluxo linfático. Método Leduc: 1977 Em 1977, os professores Albert e Oliver Leduc, adaptaram o método do professor Foldi e o Dr. Vodder, demonstrando usando radioscopia, o efeito de aceleração do fluxo linfático usando um manual de drenagem linfática.  Como as manobras no método Leduc são específicas para a execução da técnica do DLM, onde os movimentos sempre iniciam na parte proximal do segmento a ser drenado.  Compreenda dois movimentos básicos, denominados chamada e reabsorção  Chamada compreende o movimento que levará uma linha a contatar nos vasos para linfonodos distantes ao edema, promovendo sua evacuação. Bs Reabsorção que é realizada após uma chamada, possibilidade de vasos, conteúdo linfático gratuito, receba uma linha comprovada de interstício. Método Godoy:  A técnica desenvolvida pelo casal Godoy baseia-se no uso de rolinhos, nos registros de "roletes", em que é usada uma pressão leve no rastreamento linfático. Disso Além disso, como as pressões nos linfonodos do pescoço e o movimento da articulação tibiotárica são executados com aumento de fluxo ou linfático. Método O método foi comprovado cientificamente através do exame de cintilografia. Efeitos da Drenagem Linfática: Influência Direta Im Respostas imunes: estimula a produção e recuperação de células de defesa  Velocidades de filtração da linha: o estímulo da circulação linfática aumenta o fluxo linfático, uma velocidade que a linfa passa pelo linfonodo onde ocorre a aplicação.  Filtragem e absorção dos capilares sanguíneos: a pressão exercida não atua apenas no sistema linfático, mas no sistema sanguíneo, na filtragem e absorção desses sistemas.  Quantidade de linfa processada nos glóbulos: cm ou aumento do fluxo linfático, ou volume circulante da linfa pode tornar-se até 5 vezes maior, consequentemente reduzindo a quantidade nos linfonodos. Ric Motricidade do Intestino: aumenta a motricidade intestinal e produz efeitos sobre a evacuação. Nervoso Sistema nervoso autônomo: em função da monotonia da pressão, provocando efeitos de relaxamento por influenciar uma liberação de substâncias químicas Influência Indireta  Aumento de quantidade de líquido excretado  Melhora da nutrição celular  Melhora da oxigenação dos tecidos  Absorção do desgaste pelo tratamento digestivo Indicações:  Edemas e linfedemas  FEG  Pós-cirurgia plástica  Obesidade (melhora a qualidade da pele e melhora o transporte de metabólitos)  Telangiectasias  Cicatrizes  TPM  Psoríase e dermatites  Asma, Bronquite, Sinusite e rinite Contra-privacidade absoluta :  Tumores malignos  Tuberculose (O Bacilo de FICA Kock Alojado e encapsulado em Glandulas linfáticas, Existe Uma possibilidade de retorno de Atividade)  Infecções Agudas e alérgicas agudas  Edemas sistêmicos de Origem renal OU renal  insuficiencia renal  Trombose Venosa Contra-Indicações selecionadas :  Insuficiência cardíaca descompensada  Meenstruação abundante em asma e bronquite em crise (pode haver potencialização de sintomas, evita-se uma região do esterno, há desconforto ventilatório, dificuldade de manter-se)  Hipotensão arterial  Afecções de pele

3. Novo Tópico