Psicologia da Educação

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Psicologia da Educação por Mind Map: Psicologia da Educação

1. CORRELAÇÕES ENTRE GENE E AMBIENTE

1.1. Existe quando duas variáveis se comportam da mesma maneira ao mesmo tempo

1.2. Resposta do ambiente em relação ao organismo

1.3. TIPOS DE CORRELAÇÃO

1.3.1. PASSIVA

1.3.1.1. Ocorre quando o efeito do ambiente que os pais oferecem aos seus filhos também é efeito dos mesmos genes que pais compartilham entre si

1.3.1.1.1. Sem que seja necessário grandes esforços individuais os filhos aprendem alguma habilidade simplesmente por estarem naquele ambiente

1.3.2. REATIVA OU EVOCATIVA

1.3.2.1. Pré disposição genética do indivíduo fará com que as pessoas reajam a ele de maneira a fomentar o traço que ele apresenta

1.3.2.1.1. Ex: crianças habilidosas para a natação, os pais levam elas a lugares que favoreçam a prática

1.3.3. ATIVA

1.3.3.1. Ocorre quando os indivíduos vão buscar ativamente pelos ambientes que atendam suas pré disposições genésticas

1.3.3.1.1. Indivíduos que gostam de música buscarão por ambientes que a favoreçam

2. TEXTO: DETERMINISMO NA EDUCAÇÃO HOJE

2.1. Muitas vezes somos dominados por práticas deterministas.

2.1.1. DETERMINISMO

2.1.1.1. Generalização do princípio de causalidade

2.1.1.2. Arma sedutora contra o que foge do nosso controle

2.1.1.3. Requer que passado e futuro sejam fixos

2.2. PENSAMENTO DETERMINISTA

2.2.1. Possui caráter sedutor controlador

2.2.2. Ideia principal

2.2.2.1. deve haver uma razão, é possível ou definir o que causa e o que resolve

2.2.3. Necessário dominar ou contrololar as causas

2.2.3.1. Explicação, compreensão do fenômeno

2.2.4. Para os determinista o estudo pode ser a razão do sucesso, assim deve ser controlado. Devemos então, encontrar um método, um sistema de ensino capaz de controlar a aprendizagem

2.3. POSSIBILIDADES DE PENSAR O DETERMINISMO

2.3.1. Concebê-lo em sua condição múltipla

2.3.2. Multiderteminação

2.3.2.1. pensamento e prática de considerar as coisas humanas e vivas como podendo estabelecerem, ou não, de muitos modos pois variam

2.3.3. Indeterminação

2.3.3.1. Certos fenômenos por sua complexidade... não provém de um único e melhor lugar, pois apenas seus efeitos são observáveis.

2.3.3.1.1. Valorização dos acasos, contingências, múltiplas possibilidades de algo ser ou acontecer.

2.3.4. Autoderteminação

2.3.4.1. correspondência com o que Piaget chama de autorregulação ou processos de equilibração

2.3.4.1.1. Disponibilidade para se desenvolver enquanto ser humano

2.4. DEFENDEMOS UMA EDUCAÇÃO BÁSICA PARA TODOS OU APENAS PARA OS MAIS APTOS?

3. INTERAÇÃO: GENE-AMBIENTE

3.1. É inconcebível pensar em genética sem o ambiente

3.2. Resposta produzida pelo organismo em relação ao ambiente

4. Da mesma forma as INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS alertam para estratégias de ensino personalizadas (personalização da educação) considerando as diferenças de cada aluno, promovendo a extração do potencial de cada um.

5. Os conceitos de INOVAÇÃO e AMPLIFICAÇÃO genética levam-nos a pensar enquanto educadores na importância em oferecer diversos estímulos, fornecendo um ambiente apropriado no desenvolvimento das habilidades

6. TIPOS DE AMBIENTE

6.1. Influência ambiental

6.1.1. Compartilhada

6.1.1.1. Aquele que os indivíduos compartilham. ex: irmãos que dividem o mesmo ambiente domésticos.

6.1.1.1.1. Tende a ser generalista

6.1.2. Não compartilhada

6.1.2.1. É único para cada pessoa. Pode ser desde um evento exclusivo até a maneira como o indivíduo lida com uma situação

6.1.2.1.1. Tem influência especialista. Pode promover ou eliminar determinados traços

7. AMBIÊNCIA

7.1. Medida para a influência ambiental nos traços que têm variação, dentro de uma população, em determinado ponto do tempo.

8. INOVAÇÃO E AMPLIFICAÇÃO GENÉTICA

8.1. Alguns de nossos genes podem permanecer INATIVOS por toda vida. Muitos genes só são ativados por meio de estímulos externos.

8.2. INOVAÇÃO GENÉTICA

8.2.1. Possibilidade de crescimento da herdabilidade, resultado da ativação de genes até então inativos.

8.2.2. Pode ser desencadeada por qualquer estímulo novo, ex: hormônios na puberdade, mudança de cidade ou escola.

8.2.3. INFÂNCIA: fase mais comum da ocorrência da inovação genética

8.3. AMPLIFICAÇÃO GENÉTICA

8.3.1. Possibilidade do aumento da ampliação de ação de um gene

8.3.2. Ex: ambientes geneticamente condicionados. Uma pessoa é exposta na infância a diversos estímulos e "escolhe" a LEITURA. Ele terá amplificação dos genes ligado a este estímulo e não a genes do esporte ou a música por ex.

8.3.3. Predomínio nas demais fases

8.4. Os genes relevantes para cada contexto ambiental serão ativados na infância, ocorrem no fenômeno de inovação genética.

8.4.1. Os genes ativados na infância podem permanecer ativos por toda a vida, porém, se o contexto favorece o uso destes genes eles serão amplificados, caso contrário a ação é diminuída ao longo do tempo.

9. GENES E AMBIENTE

9.1. HEREDITARIEDADE

9.1.1. Herança genética.

9.1.1.1. Características que não possuem variação dentro da espécie

9.2. HERDABILIDADE

9.2.1. Características que tem varição dentro da população.

9.2.1.1. Traços comuns dentro da espécies , mas com algumas variações individuais, ex: altura.

9.2.2. É o termo mais utilizado nos casos dos COMPORTAMENTOS, ex: personalidade, criatividade

9.2.3. Pode mudar de uma população para outra ou de um período para o outro

10. CRIAÇÃO X NATUREZA

10.1. NATUREZA:

10.1.1. Material genético que carregamos resultado de toda nossa evolução (ancestralidade), características vantajosas a ponto de permanecerem na evolução

10.1.1.1. PATRIMÔNIO GENÉTICO: Herança genética que herdamos de nossos pais

10.2. CRIAÇÃO:

10.2.1. Tudo o que é externo a natureza. Todos os ambientes aos quais somos submetidos.

10.2.2. FATORES AMBIENTAIS

10.2.2.1. Estímulos intrauterinos

10.2.2.2. estímulos na infância

10.2.2.3. ambiente familiar

10.2.2.4. ambiente escolar

10.2.2.5. alimentação

10.2.2.6. todas as experiências possíveis

10.3. Este debate é antigo e era conhecido como RACIONALISMO X EMPIRISMO

10.3.1. DESCARTES: postulva que as ideias dos humanos eram componentes INATOS , não precisam de experiência

10.3.1.1. NATUREZA

10.3.2. JOHN LOCKE: todos os indivíduos nascem como tábulas rasas e vamos adquirindo comportamentos e habilidades ao longo dos anos

10.3.2.1. CRIAÇÃO

10.4. MODELO INTERATIVO

10.4.1. Defende que tanto os fatores genéticos quanto os ambientais são igualmente importantes, diferente do modelo aditivo que adiciona porções do que considera importante, ex: 20% genético, 80% ambiente

10.4.1.1. 100% GENÉTICO

10.4.1.2. 100% AMIBENTAL

11. 5. A PSICOLOGIA SOCIOCONSTRUTIVISTA DE VIGOTSKY: A CONSTRUÇÃO DE FUNÇÕES PSICOLÓGICAS SUPERIORES

11.1. Da cultura que retiramos os sistemas simbólicos de representação da realidade.

11.1.1. PROCESSOS ELEMENTARES são de origem biológica;

11.1.2. FUNÇÕES PSICOLÓGICAS SUPERIORES são de origem sóciocultural.

11.1.2.1. São historicamente produzidas e essa produção só é possível com aprendizagem.

11.1.3. ESTÁGIO PRÉ-LINGUÍSTICO DO PENSAMENTO: existe uma inteligência prática que permite à criança realizar ações mesmo sem utilizar a linguagem como um sistema simbólico.

11.2. LINGUAGEM

11.2.1. A ferramenta que nos torna humanos.

11.2.1.1. Marx - mediador é o trabalho

11.2.1.1.1. Vigotsky – mediador é a linguagem)

11.2.2. Linguagem e pensamento estão fortemente conectados.

11.2.3. INTERNALIZAÇÃO

11.2.3.1. Processo a partir do qual interiorizamos elementos da cultura. ( signos – ex: mesa)

11.3. NÍVEIS DE DESENVOLVIMENTO:

11.3.1. Nível de desenvolvimento ATUAL ou REAL:

11.3.1.1. capacidade já desenvolvida- faz sozinha

11.3.2. Zona de desenvolvimento próximo, proximal ou imediato

11.3.2.1. não faz sozinha, mas é capaz de realizar com a ajuda de companheiros mais experientes)

12. 7. GENÉTICA DO COMPORTAMENTO

12.1. Área de intersecção entre a genética e as ciências do comportamento (psicologias)

12.2. Aplicação da genética ao estudo do comportamento

12.2.1. Estudo dos fatores ou determinantes genéticos e neurobiológicos no comportamento humano e animal

12.3. COMPORTAMENTO

12.3.1. Conjunto de atitudes e reações do indivíduo

12.3.2. É influenciado por fatores BIOLÓGICOS e AMBIENTAIS

12.4. MÉTODOS DE ESTUDO

12.4.1. FAMÍLIAS

12.4.1.1. Utilizam a comparação dos indivíduos parentado e suas semelhanças expressas

12.4.1.1.1. As experiências nas famílias de convivência, nas relações sociais e laborais, ajudam a moldar a personalidade, mas, por outro lado, as escolhas vivenciais são altamente influenciadas pelo tipo de temperamento

12.4.2. GÊMEOS

12.4.2.1. Baseiam-se na comparação de gêmeos monozigóticos e dizigóticos

12.4.2.1.1. Gêmeos possuem a mesma carga genética portanto, o mesmo DNA

12.4.3. E CASOS DE ADOÇÃO

12.4.3.1. Pode-se medir a influência da herança e do ambiente

12.4.3.1.1. LIMITAÇÕES:

12.4.4. GALTON e PERSON

12.4.4.1. Desenvolveram métodos estatísticos para medir as semelhanças e diferenças entre os indivíduos quanto a certas características do comportamento

12.4.4.2. GALTON primo de Darwin, se interessava pela inteligência humana. criou o termo NATUREZA e CRIAÇÃO buscando respostas para as diferenças individuais nas capacidades cognitivas

13. 6. A PSICOLOGIA SÓCIO-CONSTRUTIVISTA DE VIGOTSKY: IMPLICAÇÕES NA PRÁTICA DOCENTE

13.1. O potencial humano não se concretiza por si só, natural ou automaticamente;

13.1.1. no caso do desenvolvimento do pensamento científico, próprio dos conteúdos escolares, é necessária a intervenção do professor, na metáfora do texto, “executante treinado” que cria as condições de existência de um processo mediado, intencional, especializado e planejado que deve partir dos conhecimentos retrospectivos dos alunos e prospectar novas aprendizagens.

14. 4. FREUD: PSICANÁLISE E EDUCAÇÃO

14.1. O inconsciente e a existência de uma sexualidade infantil (libido).

14.1.1. Nossa personalidade é formada por três instâncias:

14.1.1.1. ID ( isso, por que fiz isso) –pulsões, dos desejos e paixões. Ele é inato.

14.1.1.2. EGO – razão e senso comum.

14.1.1.3. SUPER EGO – inconsciente. Freia o Id.

14.2. FASES DE DESENVOLVIMENTO

14.2.1. Fase de desenvolvimento ORAL

14.2.2. Fase de desenvolvimento ANAL

14.2.3. Fase FÁLICA. ( Complexo de édipo) – 4 anos, meninos ok, controvertido o estudo nas meninas.

14.2.3.1. MECANISMO DE SUBLIMAÇÃO: deslocamento de libido para fins socialmente aceitáveis – atua fortemente nessa fase.

14.2.4. FASE GENITAL de desenvolvimento da libido

14.2.4.1. Geram fenômenos que conhecemos como crise da adolescência

14.3. TRANSFERÊNCIA

14.3.1. - Os vínculos, positivos ou negativos, têm origem no passado, especialmente na infância do paciente/professor ou aluno. (nossa história, identificação com pai/mãe – aluno/professor).

14.3.1.1. PROFESSOR (a) dada a situação em questão não pode assumir o papel do psicoterapeuta, e sua conversa com o aluno deve limitar-se a uma conversa de um (a) professor (a) interessado (a) pelos problemas e pelo bem-estar do aluno.

15. CONTRIBUIÇÃO DE WALLON

15.1. afetivo e o cognitivo, entendidos como movimento dialético entre afetividade, cognição, níveis biológicos e socioculturais. (ENTENDE A CRIANÇA COMO UM TODO).

16. CAMPOS FUNCIONAIS:

16.1. Categorias de atividades nas quais a cognição está alicerçada

16.1.1. movimento

16.1.1.1. Impulsivo, expressivo, práxico, ideomovimento

16.1.2. afetividade

16.1.2.1. Emoção, afetividade simbólica, afetividade racional

16.1.3. inteligência

16.1.3.1. Inteligência sincrética, inteligência categorial

16.1.4. pessoa

16.2. Nos estágios impulsivo-emocional, personalismo, puberdade e adolescência, nos quais predomina o MOVIMENTO PARA SI MESMO há uma maior prevalência do CONJUNTO FUNCIONAL AFETIVO.

16.2.1. Nos estágios sensório-motor e projetivo e categorial, nos quais o MOVIMENTO SE DÁ PARA FORA, para o conhecimento do outro, o predomínio é do conjunto funcional cognitivo.

17. 3. CONTRIBUIÇÕES DE HENRI WALLON NO ENTENDIMENTO DOS PROCESSOS COGNITIVOS E AFETIVOS NA EDUCAÇÃO

17.1. ESTUDO DAS EMOÇÕES: primeiras manifestações afetivas.

17.1.1. Ao longo desse processo, a afetividade e a inteligência se alternam.

17.1.2. Afetividade – a partir das emoções é que se desenvolve a inteligência. ( cognição)

17.1.3. A AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM como um fator primordial para o desenvolvimento da cognição

17.2. ESTÁGIOS

17.2.1. Estágio IMPULSIVO-EMOCIONAL: do nascimento até aproximadamente o 1º ano de vida.

17.2.1.1. É um estágio predominantemente afetivo, não possui coordenação motora muito bem desenvolvida, os movimentos são bem desorientados.

17.2.2. Estágio SENSÓRIO-MOTOR e PROJETIVO: Dos três meses de idade até aproximadamente o 3º ano de vida.

17.2.2.1. É uma fase onde a inteligência predomina e o mundo externo prevalece nos fenômenos cognitivos. Inteligência prática, obtida pela interação de objetos

17.2.3. Estágio do PERSONALISMO: Indo dos 3 aos 6 anos de idade (aproximadamente)

17.2.3.1. a cç tende a apresentar a 'crise negativista': acaba por se opor sistematicamente ao adulto.

17.2.4. Estágio CATEGORIAL

17.2.4.1. A cç começa a abstrair conceitos concretos e começa o processo de categorização mental onde a criança tem um salto em seu desenvolvimento humano.

17.2.5. Estágio da ADOLESCÊNCIA: Inicia-se por volta dos 11 ou 12 anos de idade.

17.2.5.1. O adolescente passa a desenvolver sua afetividade de forma mais ampla. A busca da autoafirmação e desenvolvimento sexual marcam esse estágio

18. DESENVOLVIMENTO MORAL

18.1. Conjunto de regras e princípios que regulam a convivência.

18.2. Respeito que ele adquire por essas regras, não só para si, como para os outros.

18.3. Os dois tipos extremos de relações sociais (coação e cooperação) levam a dois tipos de moralidade: HETERONOMIA e AUTONOMIA.

18.3.1. O sujeito HETERÔNOMO do ponto de vista moral precisa obedecer às regras impostas pelo mundo exterior.

18.3.1.1. O sujeito AUTÔNOMO obedece àquilo que sabe ser o melhor para si e para o mundo.

18.4. ANOMIA - para ela, um universo sem norma - prazer individual. Egocentrismo.

19. Assimilação, Acomodação.

19.1. O Sujeito procura desvendar o Objeto trazendo-o para dentro desses referenciais, chamados ESQUEMAS COGNITIVOS.

19.1.1. O equilíbrio, ainda que provisório, representa conhecimento, mas é logo seguido por novas situações em que a pessoa é novamente desafiada, o que dá início a sucessivas ASSIMILAÇÕES e ACOMODAÇÕES, mais conhecimento, outros desequilíbrios e assim por diante.

20. Período operatório: 2 a 12 anos

20.1. Pré-operatório: 2 ao 7 anos

20.1.1. (representação _ função simbólica)

20.2. Operatório Concreto: 7 ao 12 anos.

20.2.1. ( pensamento apoiado ainda nos objetos).

20.3. Operatório formal: A partir dos 12 anos

20.3.1. ( pensar sobre o próprio pensar - abstração).

21. Período sensório motor ( 0 a 2 anos)

21.1. Inteligência prática.

21.1.1. (ação motora, visual)

22. BEHAVIORISMO METODOLÓGICO – WATSON

22.1. Não estuda pensamentos e emoções.

22.2.  Comportamento reflexo - ex: salivação

22.3.  Condicionamento reflexo - ex: salivação, sino, alimento

23. Considerada uma das disciplinas do núcleo específico das ciências da educação, está voltada p/ o estudo dos processos educativos (SALVADOR, 1999, p. 48).

24. 1. ANÁLISE DO COMPORTAMENTO - BEHAVIORISMO

24.1. CONSEQUÊNCIAS REFORÇADORAS: coerção, nota

24.2. Interessa-se em estudar alguns comportamentos sem diferenciar se eles são abertos, como o falar, ou encobertos, como o pensar, o sentir, o meditar e o calcular

24.3. REFORÇADORES NATURAIS: livro, pessoas, biblioteca (ambiente)

25. BEHAVIORISMO RADICAL – SKINNER

25.1. COMPORTAMENTO OPERANTE – não exclui as emoções o pensamento criativo

25.2. CONDICIONAMENTO OPERANTE - são ações associados à uma consequência. Ex: Contar piada e, festas pode ser reforçador.

26. IMPLICAÇÕES PEDAGÓGICAS

27. 2. A PSICOLOGIA GENÉTICA DE JEAN PIAGET E A EDUCAÇÃO

27.1. Momentos diferentes do desenvolvimento.

27.2. Ordem necessária. (faixa etária da criança, mas não é determinista)

27.3. São características permanentes Independentes da cultura.

27.4. Genético no sentido de gênese.