INSUFICIÊCIA CARDÍACA CONGESTIVA

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INSUFICIÊCIA CARDÍACA CONGESTIVA por Mind Map: INSUFICIÊCIA CARDÍACA CONGESTIVA

1. ESTENOSE AÓRTICA CALCIFICADA

1.1. SINTOMAS:

1.1.1. SINCOPE

1.1.2. ANGINA DE PEITO

1.1.3. DISPNEIA

1.2. ORIGEM:

1.2.1. CONGÊNITA

1.2.2. REUMÁTICA

1.2.3. CARDIOMIOPATIA

1.2.4. ESTENOSE AÓRTICA

1.2.5. CALCIFICACÃO DA VALVULA

1.3. PACIENTE- 78 ANOS

1.3.1. DISPNEIA

1.3.2. SINTOMAS DO PACIENTE:

1.3.2.1. TAQUICARDIA

1.3.2.2. HEPATOMEGALIA

1.3.2.3. PULSO ARRÍTMICO

1.3.2.4. SOPRO SISTÓLICO

1.3.2.5. TAQUIPNEIA

1.3.2.6. EDEMAS PERIFÉRICOS

1.3.3. ACHADOS DOS EXAMES

1.3.3.1. CARDIOMEGALIA

1.3.3.2. CONGESTÃO PULMONAR BILATERAL

1.3.3.3. FIBRILAÇÃO ATRIAL

1.3.3.4. EXTRA- SÍSTOLE VENTRICULAR

1.3.3.5. BLOQUEIO COMPLETO DO RAMO DIREITO

1.3.3.6. BLOQUEIO DO FASCÍCULO ANTERIOR

1.3.3.7. SOBRECARGA SISTÓLICA VENTRICULAR ESQUERDA

1.3.3.8. HILO CONGESTIONADO

1.3.4. TRATAMENTO

1.3.4.1. ENALAPRIL

1.3.4.2. FUROSEMIDA

1.3.4.3. ESPIROLACTONA

1.3.4.4. DIGOXINA

1.3.4.5. NITROSORBIDA

2. HIPERTROFIA CARDÍACA EM HIPERTENSOS

2.1. A HIPERTENÇÃO ARTERIAL SISTÊMICA É UMA DAS DOENÇAS MAIS FREQUENTES

2.1.1. PREVALÊNCIA DE 22,3 A 43,9 NO BRASIL

2.2. COMPLICAÇOES ASSOCIADAS A DOENÇA

2.2.1. DOENÇAS CEREBROVASCULAR

2.2.2. DOENÇAS CORONARIANAS

2.2.3. CUSTOS MÉDICO-HOPITALARES

2.2.4. HIPERTENSÃO

2.3. CAUSAS

2.3.1. HAS

2.3.1.1. HIPERTROFIA CARDÍACA ESQUERDA

2.3.1.1.1. ELEVAÇÃO DO RISCO CARDIOVASCULAR

2.3.1.2. HIPERTROFIA CARDÍACA ESQUERDA

2.3.1.2.1. MAIOR ESPESSURA NO VENTRICULO DIREITO

2.3.1.2.2. DIMINUIÇÃO DA FUNÇÃO DIASTÓLICA

2.3.1.2.3. DIMINUIÇÃO DA FRAÇÃO DE EJEÇÃO

2.3.1.2.4. DIMINUIÇÃO DO RELAXAMENTO VENTRICULAR

2.4. ESTUDO DE 90 CASOS

2.4.1. AMBOS OS SEXOS COM HAS

2.4.2. HIPERTROFIA DOS VENTRÍCULOS ESQUERDO E DIREITO

2.4.3. CARDIOPATIA HIPERTENSIVA GRAVE

2.5. PREDOMINÂNCIA

2.5.1. EM HOMENS DE 60-79 ANOS

2.5.2. PARDOS

2.5.3. NEGROS

2.5.4. OBESOS

3. INSUFICIÊNCIA CARDÍACA EM IDOSOS

3.1. TEM AUMENTADO O NÚMERO DE INCIDÊNCIA

3.1.1. POR SER O DESFECHO DA MAIORIA DAS DOEÇAS CARDIOVASCULARES

3.1.2. PELO AUMENTO DA EXPECTATIVA DE VIDA

3.1.3. MELHORA DO TRATAMENTO DE INFARTO AGUDO

3.2. MAIOR OCORRÊNCIA COM O AVANÇO DA IDADE > 65

3.3. SINTOMAS:

3.3.1. FADIGA

3.3.2. TRISTEZA

3.3.3. DISPNEIA

3.3.4. MEDO

3.3.5. INSEGURANÇA

3.3.6. DÉFICITS DE MEMÓRIA

3.3.7. DIMINUIÇÃO DO EQUILIBRIO

3.3.8. ESSES SINTOMAS SÃO LIMITANTES POR CAUSA ALTERAÇÕES FÍCAS E PSICOLÓGICAS

3.3.8.1. QUE OCASIONAM UM COMPROMETIMENTO DA QUALIDADE DE VIDA DAS PESSOAS

3.4. OBJETIVO

3.4.1. CORRELACIONAR MEDIDAS DE QUALIDADE DE VIDA

3.4.1.1. SAÚDE

3.4.1.2. INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL

3.5. ESTUDOS

3.5.1. PESSOAS COM 60 ANOS OU MAIS

3.5.2. AMBOS O SEXO

3.5.3. 146 IDOSOS COM IGUAL DISTRIBUIÇÃO

3.5.4. RESULTADOS

3.5.4.1. PREVALÊNCIA E, HOMENS, APOSENTADOS, ACIMA DE 60 ANOS

4. ORIGEM

4.1. MIOCARDIOPATIAS

4.2. ATEROSCLEROSE

4.3. HAS

5. CAUSAS

5.1. ALTERAÇÃO NA CAPACIDADE DO MÚSCULO CARDÍACO EM SE CONTRAIR

5.2. EXCESSO DE TRABALHO IMPOSTO AO CORAÇÃO

5.3. CARDIOPATIA ATEROSCLERÓTICA, HIPERTENSIVA E VALVULARES

6. FALÊNCIA INOTRÓPICA DO MÚSCULO CARDÍACO

7. TRATAMENTO

7.1. REDUZIR CONSUMO DE SAL E ÁCOOL

7.2. NÃO FUMAR

7.3. FAZER ATIVIDADE FÍSICAS

7.4. TRATAMENTO FARMACOLÓGICO