Novas Orientações Espitemológicas

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Novas Orientações Espitemológicas por Mind Map: Novas Orientações Espitemológicas

1. A logica Aristotélica era muito limitada decorriam de equívocos da linguagem, pois se presta à ambiguidade e à falta de clareza, deixando prevalecer conotações emocionais que perturbavam o raciocínio.

2. Para representar proposições e também as conexões que se estabelecem entre elas.

3. A ciência contemporânea recorreu á uma nova linguagem que é a logica simbólica. A logica simbólica proporciou maior formalização, ela utiliza símbolos matemáticos.

4. I) Lógica simbólica:

5. II) O papel da indução:

6. A epistemologia contemporânea foi desenvolvida por Jonh Stuart Mill . Para ele, a indução é simplesmente uma generalização que parte de fatos assegurados pela experiencia sensível

7. Se a indução, a partir da observação dos fenômenos analisados, dava ou não conta de incluir em suas conclusões outros elementos particulares que não foram tratados na pesquisa.

8. III) Circulo de Viena (critério de verificabilidade)

9. O circulo de Viena foi fundado em 1920 e pertencia ao movimento do positivismo lógico. O saber cientifico deve eliminar conceitos vazios, falsos problemas metafísicos, submetendo-se ao critério da verificabilidade.

10. A verificação poderá ser feita por demostração ou experiencia. O critério de demarcação não significativos e significativos .

11. Enunciados significativos lógico-matemáticos - sem compromisso fornecimento de informações acerca do mundo, sem relação com a experiencia.

12. Enunciados significativos verificáveis- Fornecem informações acerca do mundo e que podem ser verificados empiricamente.

13. A filosofia é teoricamente irrelevante, já que se trata de conhecimento não empírico e, portanto, não cientifico

14. IV) Karl R. Popper e a falseabilidade:

15. Popper rejeitou o principio da verificabilidade, pois a indução apresenta inúmeras dificuldades. Para ele não existe"Observação pura", pois as observações são sempre realizadas à luz de pressupostos e de teorias previas. E elas se confirmam ou não a partir de sua observação.

16. Propõem o critério da refutabilidade que uma hipótese é submetida ao levantamento de possíveis maneiras de falseá-la ou refutá-la pela experiência Não se consegue provar que uma teoria é verdadeira, no entanto se pode tentar provar que é falsa.

17. Quando a teoria resiste a refutação, diz-se que esta corroborada, isto é, confirmada como "verdadeira". Popper indicou a condições transitórias da validade, ou seja, determinada teoria é valida ate o memento em que é refutada, mostrando sua falsidade

18. A ciência possui apenas (hipóteses) sobre a realidade e não certezas definitivas. Popper muda o momento da critica para a possibilidade de identifica-la como cientifica ou não. Assim se uma teoria não fornece os meios para uma possível refutação empírica, ela deve ser reconhecida como um mito, uma explicação pseudocientífica do real.

19. V) Kunh e o conceito de paradigma

20. Thomas Kunh desenvolveu sua teoria acerca da historia da ciência entendendo-a não como um processo linear e evolutivo, mas como uma sucessão de paradigma. Paradigma é a visão de mundo assumida pela comunidade cientifica, levanta problemas e apresenta soluções

21. A ciência é um processo cíclico, que inclui períodos de ciência normal, o paradigma seria cumprido por quebra-cabeças, e períodos de crise

22. Kunh distingue três momentos da ciência

23. 1 - Período pré-paradigmático: problemas originados no cotidiano pedem explicações que ainda não apresentam consenso. 2 - Período da ciência normal: consiste num consenso alcançado e o trabalho científico passa a se desenvolver com base no paradigma adotado, que dirige a resolução dos problemas e a acumulação de descobertas. 3 - Período de crise: ocorre quando o paradigma é questionado porque já não resolve uma série de anomalias acumuladas, processo que pode levar a uma revolução científica.

24. A ciência extraordinária é aquela que surge nos momentos de crise de um paradigma.

25. VI)Feyerabend: contra o método.

26. Feyerabend criticou as posições positivistas por considerar que as metodologias normativas não constituem instrumentos adequados e sim defendendo o pluralismo metodológico. Para ele, não há regras universais que possam orientar o procedimento científico.

27. As violações às regras, segundo ele, não seriam acidentes ou exceções, mas necessárias para o desenvolvimento do conhecimento científico.

28. A ciência seria um empreendimento anárquico, pois não estaria suscetível à ordem e a regras fixas e universais. O único princípio que não inibe o progresso científico é “tudo vale”.

29. As escolhas e as decisões do cientista não deveriam ser determinadas por regras metodológicas abstratas e fixas, pois lhe tolheriam a criatividade e a iniciativa dos cientistas.