Raízes do Brasil (1936)

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Raízes do Brasil (1936) por Mind Map: Raízes do Brasil (1936)

1. Sérgio Buarque de Holanda (1902-1982)

1.1. Nascido em São Paulo

1.2. Participante do movimento Modernista (1922)

1.3. Formou-se em Direito em 1925

1.4. Trabalhou como jornalista para o Jornal Brasil e Folha de S. Paulo

1.5. Foi Correspondente Internacional dos Diários Associados na Europa

1.6. Contato com a obra de Max Weber

1.7. Presenciou a acensão do nazismo

2. A obra

2.1. Período entreguerras, antes da ditadura do Estado Novo no Brasil

2.2. Tradicional x Moderno

2.3. Publicado em uma coleção organizada por Gilberto Freyre, três anos após Casa-Grande & Senzala

2.4. Para Sérgio Buarque, em 1930, o Brasil não apresentava muito mais do que uma delimitada situação econômica, mas também uma elite despótica com uma sociedade autoritária

2.5. O Brasil deveria ser capaz de alcançar conquistas dignas de nações industrializadas

3. Capítulo 1: Fronteiras da Europa

3.1. Cultura brasileira formada a partir da Península Ibérica

3.2. Ócio

3.2.1. Repulsa ao trabalho em nome da contemplação: "O ócio importa mais que o negócio"

3.3. Hierarquia

3.3.1. Fidalgos: aqueles que possuíam título nobre hereditariamente; "filho de algo/alguém".

3.4. Personalismo

3.4.1. Frouxidão das instituições; quebra das diferenças entre vida pessoal e profissional.

4. Capítulo 2: Trabalho & Aventura

4.1. Aventureiro x Trabalhador

4.1.1. Aventureiro é aquele que busca por novas experiências, acomodando-se naquilo que é provisório, preferindo descobrir a consolidar

4.1.1.1. Colonizador português

4.1.2. Trabalhador é quem estima a segurança, o esforço e a compensação a longo prazo

5. Capítulo 3: Herança Rural

5.1. Ordem colonial

5.2. Patriarcalismo

5.2.1. Poder de uma autoridade religiosa masculina sobre seus subordinados, mas estende-se também a situações em que os homens dominam familiares, empregados ou aspectos políticos de uma organização social

5.2.2. Diferença em relação à mentalidade urbana

5.3. Preservação de costumes coloniais da Casa-Grande

5.3.1. Sistema senhorial

5.4. Declínio da escravidão

5.5. Migração do capital para as cidades

5.6. Sem desenvolvimento coeso

5.6.1. Conflito entre pretensões de modernização e o patriarcalismo e personalismo

6. Capítulo 4: O semeador e o ladrilhador

6.1. Semeador

6.1.1. Colonização Portuguesa

6.1.2. Desejo de fortuna e ascensão social rápida

6.1.3. Colonização litorânea, predominantemente, já que esta área era próxima das rotas comerciais e das frotas marítimas

6.1.4. "Semeadores" de uma cidade sem regras e planejamento

6.2. Ladrilhador

6.2.1. Colonização Espanhola

6.2.2. Cidades coloniais seriam um prolongamento da metrópole

6.2.3. Povoamento

7. Capítulo 5: Homem cordial

7.1. Público x Privado

7.2. Herança da colonização portuguesa

7.3. Pessoalidade tradicional x Impessoalidade racional-burocrática

7.4. Retrato da personalidade brasileira

7.4.1. Cordialidade

7.4.1.1. Busca pela personificação das relações; comportamento afetivo, não evitando, contudo, o comportamento violento

7.4.2. Hospitalidade

7.4.3. Primazia do indivíduo sobre o coletivo

7.4.3.1. Utilizar o sufixo "inho", a fim de trazer proximidade

7.4.4. Polidez

7.4.5. Lhaneza

7.4.5.1. É ser delicado e singelo, de modo a evitar conflito

7.4.6. Generosidade

8. Capítulo 6: Novos tempos

8.1. Primeira ameaça à persistência dos padrões coloniais

8.2. Bacharelismo

8.2.1. Tendência a exaltar, acima de tudo, a personalidade individual como valor

8.3. Positivismo

8.3.1. Ideias fora do lugar

8.4. Acomodação dos privilégios aristocráticos

8.5. Democracia

9. Capítulo 7: Nossa Revolução

9.1. Abolição da escravidão

9.2. Modernização

9.3. Ruptura do predomínio das oligarquias

9.4. Dissolução da ordem tradicional

9.4.1. Formação de contradições não resolvidas na estrutura social

9.5. Adaptação dos modelos políticos

9.6. Vida democrática

10. Alunas

10.1. Ana Vitória Meireles

10.2. Clara Lemos

10.3. Gabriela Thiersch

10.4. Maria Eduarda Velntin