Cateterismo Vesical

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Cateterismo Vesical por Mind Map: Cateterismo Vesical

1. Numeração do cateter: 14 - 16 mulheres e 16-20 homens

1.1. Sonda de demora ou foley, permanece no local por um período prolongado , possui um balão que coleta a urina e que fica fixado na sona

2. Numeração do cateter ( uso único) : 8-12

3. Cadastre-se grátis ESPECIALIDADES Consulte o CID Enfermagem Quiz Caso Clínico Eventos Nossos colunistas Sobre a PEBMED Home / Enfermagem / Enfermeiro: passagem de cateter vesical de demora no paciente masculino  Enfermeiro: passagem de cateter vesical de demora no paciente masculino 28/05/2019 Thalita Neiva Breda Vettori Tempo de leitura: 3 minutos Enfermagem FacebookTwitterWhatsAppFacebook MessengerLinkedInEmail Tempo de leitura: 3 minutos. É um procedimento estéril que consiste na introdução de uma sonda até a bexiga, através da uretra, com a finalidade de facilitar a drenagem da urina ou inserir medicação ou líquido, com tempo de permanência longo (pode variar de dias a meses), determinado pelo médico. Objetivo: Controlar o volume urinário, possibilitar a eliminação da urina em pacientes imobilizados, inconscientes ou com obstrução, intraoperatório em diversas cirurgias. Aplicação: Aos pacientes adultos e pediátricos internados, ambulatoriais e de pronto atendimento com prescrição médica. Responsabilidade: Enfermeiros, Médicos. Leia mais: Novos enfermeiros fazem mais horas extras e muitos têm segundo emprego Materiais Necessários Um kit de sondagem vesical: Inclui sonda tipo “Folley” e coletor de urina de sistema fechado; Bandeja estéril para o procedimento com cubas e pinças; Tamanho das sondas: Neonatal 4-6 French; pediátricas 6-10 French; Adulto 12-24 French; Biombo; Campo estéril e um campo fenestrado; Um par de luvas estéreis; Um par de luvas de procedimento; Compressas ou luvas de banho; Água e sabão neutro; Clorexidina degermante; Clorexidina aquosa 2%; Uma sonda vesical, duas ou três vias de calibre adequado; Xilocaína geleia 2%; Dois a três pacotes de gaze; Uma seringa de 5 ml (se paciente pediátrico) ou 20 ml (se paciente adulto) – deve ter ponta luer slip, simples – que encaixe no dispositivo de preenchimento do balonete da sonda; 5 a 15 ml de água destilada (depende se pediátrico ou adulto); Fita adesiva microporosa hipoalergênica; Uma agulha de aspiração (40×12).

4. Lavar as mãos. Reunir o material e levar até a paciente. Promover ambiente iluminado e privativo. Explicar o procedimento ao paciente ou acompanhantes, se for o caso. Calçar luvas de procedimento. Verificar as condições de higiene do pênis tendo o cuidado de expôr a glande para higienização eficaz, se necessário, higienize com água e sabão. Posicionar a paciente em decúbito dorsal. Retirar as luvas de procedimento. Higienizar as mãos. Organizar o material sobre uma mesa ou local disponível. Abrir o pacote de sondagem, acrescentando quantidade suficiente de antisséptico na cuba rim, pacotes de gaze sobre o campo estéril, seringas e agulha para aspiração. Calçar as luvas estéreis. Aspire a água destilada na seringa (com auxílio de um colega para segurar a ampola). Teste o cuff e a válvula da sonda instilando a água destilada. Conecte a sonda no coletor de urina sistema fechado, feche o clamp de drenagem que fica no final da bolsa e certifique-se que o clamp do circuito próximo da sonda esteja aberto. Dobrar, aproximadamente, sete folhas de gaze e colocar na cuba com a clorexidina degermante. Coloque lubrificante anestésico (Pediátrico: 3-5 mL. Adulto: 10-15 mL) na seringa, com a ajuda de um colega para apertar o tubo. Em Recém-nascidos, coloque uma porção do lubrificante anestésico (após descartar o primeiro jato) sobre o campo e/ou sobre a extremidade da sonda. Proceder à higiene do pênis com as gazes que foram embebidas na clorexidina no sentido anteroposterior e lateral-medial com o auxílio das pinças. Posicione o pênis do paciente perpendicularmente ao corpo. Colocar o campo fenestrado. Com a mão não dominante segurar o pênis. Injete lentamente o lubrificante anestésico no orifício uretral e aguarde de 3 a 5 min para o efeito anestésico do gel. Com a mão não dominante segurar o pênis, em seguida, com a mão dominante, introduzir a sonda até retornar urina no intermediário da bolsa coletora, sendo seguro introduzir mais uma porção a fim de evitar inflar o balonete no canal uretral, pois o equipamento deve ser inflado no interior da bexiga urinária. Inflar o balonete com água destilada e tracionar a sonda para verificar se está fixa na bexiga. Retirar o campo fenestrado. Remover o antisséptico da pele do paciente com auxílio de uma compressa úmida, secando em seguida. Posicione o pênis sobre a região supra púbica e fixe a sonda com adesivo hipoalergênico, tendo o cuidado de não deixá-la tracionada. Pendurar a bolsa coletora em suporte localizado abaixo do leito (e não nas grades). Auxilie o paciente a se vestir e/ou coloque a fralda descartável. Deixe o paciente confortável. Recolher o material, providenciando o descarte e armazenamento adequado. Lavar as mãos novamente, retornar e identificar a bolsa coletora com nome do paciente, data, turno e nome do enfermeiro responsável pelo procedimento. Registrar o procedimento no prontuário e/ou folha de observação complementar do paciente, atentando para as características e volume urinário

5. Indicações

5.1. Pacientes que requerem acurado controle do débito urinário;

5.2. Retenção urinária obstrutiva ou funcional ( bexiga neurogênica)

5.3. Certas condições de incontinência urinária

5.4. Pacientes que necessitam de cirurgia de bexiga ou com obstrução urinária.

6. Contra indicação

6.1. Hematúria ( urina com sangue)

6.2. Hiperplasia prostática

6.3. Cistectomia radical

6.4. Renal crônico ( sem diurese )

7. O que fazer antes de se indicar o procedimento em questão?

7.1. Deambulação

7.2. Colocar compressa de água morna na região vesical

7.3. Sons de água para ajudar a micção

8. Finalidade

8.1. Facilitar a eliminação vesical

8.2. Permitir a coleta de amostra estéril de urina e com isso facilitar a sua análise clínica

9. Complicações

9.1. Infecção urinária

9.2. Hemorragia

9.3. Trauma tirrular

10. Demora

11. Alívio

12. Procedimento

13. Material