2.6. Comportamentos de alto risco (por exemplo, alcoolismo, abuso de drogas por via intravenosa)
2.7. Redução da imunidade por doenças sistêmicas ou administração de esteróides
3. Quadro clínico
3.1. Pródromos: Febre, astenia, mialgia e cefaléia com piora dos sintomas em 2 a 7 dias
3.2. Dor intensa e hipersensibilidade na genitália
3.3. Piora da dor genital e edema progressivo com hiperemia e calor local.
3.4. Aparecimento de gangrena, crepitações subcutâneas.
3.5. Drenagem purulenta de fragmentos.
3.6. Os efeitos sistêmicos deste processo variam de sensibilidade local, sem toxicidade a choque séptico. Em geral, quanto maior o grau de necrose, mais importantes osefeitos sistêmicos.
4. Tratamento antimicrobiano:
4.1. O espectro antibiótico deve cobrir estafilococos, estreptococos, enterobactérias e anaeróbios.
5. Definição
5.1. Infecção necrotizante que envolve o tecido subcutâneo da genitália masculina. Pode acometer mulheres, apesar de ser mais raro.
6. É uma forma específica de fasciíte necrotizante que envolve a fáscia superficial e profunda independente da localização.
7. O processo necrosante comumente se origina de uma infecção anoretal, no trato urogenital, ou na pele dos órgãos genitais.
8. Etiologia
8.1. Geralmente é polimicrobiana. Principal agente isolado em culturas é a E.Coli.