CMV CONGÊNITO

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CMV CONGÊNITO por Mind Map: CMV CONGÊNITO

1. O rastreamento não é obrigatório no pré-natal visto que não existe medicação que faça impedir a passagem para o feto, o ideal é investigar e orientar melhor a família. Gestantes previamente imunes ao citomegalovírus podem passar ao bebê por reativação do vírus endógeno ou pela reinfecção de novas cepas do CMV.

2. Manifestações Clínicas

2.1. assintomático

2.2. hepatoesplenomegalia

2.3. petéquias

2.4. ventriculomegalia

2.5. calcificações periventriculares

2.6. atraso no desenvolvimento psicomotor

2.7. surdez neurossensorial

2.8. icterícia associada à colestase

2.9. atraso na mielinização

2.10. microcefalia

2.11. retinite em crianças HIV positivas

3. Rastreio na Gestante

3.1. sorologia

3.2. USG fetal

3.2.1. normal

3.2.2. ventrículomegalia

3.2.3. microcefalia

3.2.4. placentomegalia

3.3. PCR do líquido amniótico

4. Na maioria dos casos é assintomática quando RN a termo. Entretanto, prematuros <32 semanas e peso ao nascer <1500g apresentam risco elevado de infecção por CMV, podendo apresentar a síndrome séptica viral ("sepsis-like") com neutropenia, plaquetopenia e icterícia colestática, acompanhado ou não de pneumonite.

5. Vias de Transmissão Vertical

5.1. aleitamento materno

5.2. congênita (período pré-natal)

5.3. intraparto (secreções vaginais)

6. Diagnóstico no RN infectado

6.1. Sorologia (quando IgM positivo, deve-se realizar confirmação da infecção pelo isolamento do vírus ou detecçãodo DNA viral por PCR na urina ou saliva nas primeiras 3 semanas de vida

6.2. Marcador definitivo de infecção congênita (padrão-ouro): presença de CMV na urina ou saliva nas primeiras semanas de vida, por isolamento viral ou detecção do DNA viral por PCR.

7. Avaliação do RN Infectado

7.1. avaliação clínica