1. Trazer de novo
2. Manejos
2.1. Apenas ouvir
2.1.1. Paciente fala livremente
2.2. Anamnese dirigida
2.2.1. Roteirizada
2.3. União das anteriores
2.3.1. De início, apenas ouvir
2.3.1.1. Perguntas abertas
2.3.2. Depois, perguntas direcionadas
2.3.2.1. perguntas fechadas
3. Semiotécnica
3.1. Apoio
3.2. Facilitação
3.3. Reflexão
3.4. Esclarecimento
3.5. Confrontação
3.6. Interpretação
3.7. Respostas empáticas
3.8. Silêncio
4. Identificação
4.1. Traçar perfil epidemiológico
4.1.1. Nome
4.1.2. Idade
4.1.3. Sexo
4.1.4. Cor
4.1.5. Profissão
4.1.6. Religião
4.1.7. Procedência
4.1.8. Residência
4.1.9. Escolaridade
4.1.10. Estado civil
5. Queixa principal
5.1. Costuma ser o Sintoma guia
5.2. Motivo da consulta
5.3. Não aceitar rótulos diagnósticos
5.4. Linguagem corriqueira
5.5. Entre aspas
5.6. Elencar queixa mais importante
6. HDA
6.1. História da doença ATUAL
6.2. Registro cronológico e detalhado da QP
6.3. Sintoma guia
6.3.1. Espinha- dorsal
6.3.2. Ex.: malária: febre
6.4. Análise do sintoma
6.4.1. Início
6.4.1.1. Época do aparecimento
6.4.1.2. Súbito ou gradativo
6.4.1.3. Fator desencadeante
6.4.2. Características do sintoma
6.4.2.1. Localização
6.4.2.2. Duração
6.4.2.3. Intensidade
6.4.2.4. Frequência
6.4.2.5. Tipo de dor
6.4.2.5.1. Ex.: queimação
6.4.2.5.2. Ex.: cólica
6.4.2.5.3. Ex.: pontada
6.4.3. Fatores de melhora e piora
6.4.4. Relação com outras queixas
6.4.5. Evolução
6.4.5.1. Influência do tratamento
6.4.6. Situação atual
6.4.6.1. Consulta de retorno
6.4.6.2. Situação no momento da consulta
6.5. Dia 0 à consulta
6.5.1. Dia 0: aparecimento dos sintomas
7. Made by: Fernanda de Carvalho Macêdo Sousa
7.1. Fernanda.carvalho@hotmail.de
8. Insubstituível
8.1. Guia para pedidos de exames
8.2. Guia para o exame físico
8.3. Guia para a terapêutica
9. Memória
10. Relação Médico-Paciente
10.1. Desenvolvimento
11. Diferente de conversar
11.1. Tem objetivo pré-definido
11.2. Objetivo da Anamnese: diagnóstico
12. 7/10 Diagnósticos
12.1. Ex.: angina do peito; enxaqueca
13. Menos tempo dedicado
13.1. Mais erros clínicos
13.2. menor qualidade de serviço
14. Triagem de sintomas anormais
14.1. Problemas de saúde
14.2. Preocupações
15. Relato+análise clínica+coerência das correlações
16. Necessário ter:
16.1. Flexibilidade
16.2. Capacidade de adaptação
16.2.1. Todos os pacientes tem particularidades
16.3. Demonstração de interesse
16.3.1. Essencial na relação médico-paciente
16.4. Sem pressa
16.4.1. Erros diagnósticos podem sair daqui
16.5. Sem ideias pré-concebidas
16.5.1. Daqui também
17. Recomendações:
17.1. Emoções
17.1.1. Identificar de pronto
17.2. Tato
17.2.1. Trata-se de assuntos delicados