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FISIOLOGIA RENAL por Mind Map: FISIOLOGIA RENAL

1. FILTRAÇÃO GLOMERULAR

1.1. composição do filtrado glomerular: a formação da urina começa com a filtração de grandes quantidades de líquido, por meio dos capilares glomerulares para á capsula de Bowman.

1.1.1. maior parte dos sais e moléculas orgânicas, são similares ás concentrações no plasma. Cálcio e ácidos graxos não são livremente filtrados por estarem parcialmente ligadas ás proteínas plasmáticas.

1.2. Fração de filtração= FG/Fluxo plasmático renal

1.3. Membrana capilar glomerular: endotélio capilar, membrana basal e uma camada de células epiteliais. Juntas, essas camadas compõem a barreira de filtração

1.3.1. o endotélio capilar é perfurado por milhares de orifícios chamados fenestrações, as células endoteliais são ricas em cargas fixas negativas que impedem a passagem das proteínas plasmáticas.

1.3.2. a membrana basal que consiste em trama de colágeno e fibrilas proteoglicanas com grandes espaços. A membrana basal evita de modo eficiente a filtração das proteínas plasmáticas, em parte devido a fortes cargas elétricas negativas associadas aos proteoglicanos.

1.3.3. as células epiteliais contem cargas negativas que criam restrições adicionais para a filtração das proteínas plasmáticas.

2. REABSORÇÃO PELOS TÚBULOS RENAIS

2.1. inclui mecanismos ativos e passivos: para que a substancia seja reabsorvida ela deve primeiro ser transportada através das membranas epiteliais tubulares para o liquido intersticial renal e, posteriormente através da membrana dos capilares peri tubulares, retornar ao sangue.

2.2. a água e solutos podem ser transportados, tanto através das próprias membranas celulares(via transcelular) quanto através de espaços juncionais(via paracelular)

2.2.1. via transcelular: transporte ativo ou difusão facilitada

2.2.2. via par celular: difusão simples

3. MECANISMO RENINA-ANGIOTENSINA E ADH-VASOPRESSINA

3.1. o figado libera angiotensinogênio o rim libera a enzima renina por causa da diminuição da perfusão renal,esta enzima converte angiotensinogênio em angiotensina 1, logo após isso na superfície do endotélio pulmonar e renal liberam a enzima ECA, esta converte angiotensina 1 em 2, esta angiotensina promove vasoconstrição arterial aumentando a pressão sanguínea e atua na glândula pituitária no lobo posterior aumentando a secreção de ADH.

3.1.1. o ADH é importante para aumentar a permeabilidade à água dos epitélios do túbulo distal, túbulo coletor e ducto coletor. O ADH libera vasopressina, esta uma vez se liga aos seus receptores V2 que estão acoplados a proteínas G estimulantes que convertem ATP em cAMP. Este por sua vez ativa a proteioquinase A e a fosforilação de proteínas intracelulares promovendo a formação de canais de aquaporina-2 permitindo a entrada maior de moléculas de água

4. PRINCIPAIS FUNÇÕES DOS RINS

4.1. excreção de produtos indesejáveis do metabolismo

4.2. regulação do balanço de água e dos eletrólitos

4.3. regulação da pressão arterial

4.4. gliconeogênese

4.5. secreção, metabolismo e excreção de hormônios

5. MICÇÃO

5.1. é o processo pelo qual a bexiga se esvazia quando fica cheia

5.2. primeiro: a bexiga enche progressivamente até que a tensão na sua parede atinja o nível limiar

5.3. segundo: reflexo autônomo da medula espinhal

5.3.1. na anatomia da bexiga temos inervações responsáveis por esse reflexo. Na bexiga possui dois receptores: M3 e B3, no esfíncter interno possui apenas um: alfa receptor e no esfíncter externo possui apenas um também: ni cutínico receptor

5.3.1.1. no nervo pélvico(parassimpático) libera o neurotransmissor acetilcolina que vai para o receptor M3, causando uma contração do músculo detrusor

5.3.1.2. no nervo pudendo(somático) libera o neurotransmissor acetilcolina no receptor ni cutínico, e este está sobre nosso controle voluntário

5.3.1.3. na região torácica, o hipogástrico(simpátco) passa pelo ganglio e chega aos dois receptores: B3 e alfa, ao chegar no B3 faz um relaxamento do músculo detrusor e quando vai para o alfa faz um contração no esfíncter interno.

6. MECANISMO DE CONTRACORRENTE

6.1. ALÇA DE HENLE

6.1.1. ramo descendente fino: altamente permeável a água

6.1.2. ramo ascendente fino e grosso: baixa permeabilidade a água

6.2. A alça de Henle tem a forma de U e, na sua parte, ascendente é impermeável à água, por isso, a saída do sódio do túbulo, por reabsorção para o fluido peri tubular, não é acompanhada pela saída de água. e, a osmolaridade do filtrado diminui no final da ansa de Henle. Na alsa de Henle efetuam-se trocas em contra-corrente: o filtrado, enquanto passa na parte descendente na ansa de Henle, entra em contacto com o fluido peri tubular, cada vez mais concentrado (consequência da impermeabilidade do túbulo à água); Então, o sódio tem tendência para entrar para a ansa descendente, e a água a sair desta, o que faz aumentar a osmolaridade no final da ansa descendente. O sódio é, assim, reciclado, passando da ansa ascendente para o fluido peri tubular e deste para a ansa descendente. No túbulo distal e canal coletor as células são altamente permeáveis à água, o que conduz à reabsorção de cerca de 99% da água.