1. • O objetivo da psicologia do envelhecimento é estudar os padrões de mudança comportamental associados ao avanço da idade
1.1. As teorias podem ser divididas em clássicas, de transição e contemporâneas.
1.1.1. No grupo de teorias de transição estão a teoria do desenvolvimento da personalidade ao longo da vida (Erikson, 1959) e a teoria social-interacionista da personalidade na velhice (Neugarten).
1.1.1.1. A teoria de Erikson (1959) foi qualificada como de transição porque, embora decorra do paradigma de ciclos de vida, substitui a ideia de linearidade dos processos de crescimento, culminância e contração por uma concepção dialética do desenvolvimento, que anos mais tarde viria a ser adotada pelo paradigma de desenvolvimento ao longo de toda a vida.
1.1.2. A quarta teoria (Diehl, 1999) focaliza os eventos críticos do curso de vida e o papel que desempenham na subordinação do desenvolvimento do adulto e do idoso às estruturas micro e macrossociais do ambiente sociocultural mais próximo.
1.2. A teoria social-interacionista da personalidade de Neugarten a teoria da dependência aprendida (Baltes, 1997), a teoria da seletividade socioemocional (Carstensen, 1991; Cars¬tensen et al., 2011) e a teoria do contro¬le (Heckhausen & Schulz, 1995; Heckhau¬sen, Wroch, & Schulz, 2010). A quarta teo¬ria (Diehl, 1999)
1.2.1. Três delas preocupam-se com o comportamento dos indivíduos em função de variáveis microssociais e baseiam-se em pesquisas experimentais ou quase experimentais para avaliar suas influências.
1.2.2. CLASSICAS: As teorias de estágios de Bühler (1935), a teoria de tarefas evolutivas/da atividade (Havighurst) e a teoria do afasta¬mento (Cummings & Henry, 1961).
1.2.2.1. A denominação “clássicas” foi adotada com referência às teorias de estágio da vida adulta e da velhice, que respondem ao modelo crescimento-culminância-contração e ao paradigma de ciclos de vida.