1. Estar-no-mundo em quatro dimensões
1.1. Física
1.2. Social
1.3. Psicológica
1.4. Espiritual
2. Existência individual
2.1. Cuidado
2.2. Construção
2.3. Responsabilidade
3. Objetivos
3.1. Cohn (1997)
3.1.1. Facilitar ao indivíduo uma atitude mais autentica em relação a si próprio
3.2. Erthal (1999)
3.2.1. Autoavaliação das suas crenças, valores e aspirações
3.2.2. O foco e a autoconsciência
3.2.3. Poder de autocriação
4. Seleção de clientes
4.1. Indivíduos
4.1.1. Seus problemas são acerca do existir e não uma patologia
4.1.2. Têm interesse em aumentarem seu autoconhecimento e autocompreensão
4.1.3. Desejam ser mais autênticos
4.1.4. Enfrentam crises pessoais
4.1.5. Estão em confronto com doença física grave ou consequências de acidentes
4.1.6. Têm facilidade de verbalizar sobre suas experiências
5. Encontro terapêutico
5.1. Método fenomenológico
5.1.1. O foco é a realidade do outro
5.1.2. Características principais
5.1.2.1. Coerência
5.1.2.2. Caráter fortuito
5.1.2.3. Liberdade de deixar o outro ser como é
5.1.2.4. Abertura de novas possibilidades
6. Modalidades
6.1. Binswanger (1971)
6.1.1. Proposta
6.1.1.1. Utilizar o método fenomenológico para tentar a descrição e compreensão do Dasein perturbado
6.1.2. Conclusão
6.1.2.1. Psicopatologia está associada a flexões existenciais do ser
6.1.2.2. O Dasein perturbado é um extravio da sua realização ontológica que o tornaria opaco a si próprio, esvaziado e limitado
6.1.3. Patológico
6.1.3.1. É o que se afasta da estrutura apriorística do ser
6.1.4. objetivos
6.1.4.1. Ajudar a ver a forma como o paciente experimenta o seu-mundo
6.1.4.2. Identificar as suas escolhas
6.1.4.3. Promover a abertura completa em relação a si próprio
6.1.4.4. Mobilizar as suas capacidades e potencialidades
6.2. Frankl (1986, 1984)
6.2.1. Motivação fundamental
6.2.1.1. Procura de significado, único e específico da existência individual
6.2.2. Qualificou a neurose como noogénica
6.2.3. Método da logoterapia
6.2.3.1. Ajudar os indivíduos que sofrem ou não de neuroses noogénicas a redescobrirem o significado e propósito das suas vidas
6.2.4. Espírito humano
6.2.4.1. É a capacidade para transcender e desafiar as experiências corporais
7. Desenvolvimento da psicoterapia existencial nos Estados Unidos
7.1. Inicio em 1958
7.2. Filosofias existenciais
7.2.1. Tillich
7.2.2. Kierkegaard
7.2.3. Nietzsche
7.3. Pragmatismo
7.3.1. William James
7.4. Movimento da psicologia humanista
7.4.1. Carl Rogers
7.4.2. A. Maslow
7.5. Psicanálise
7.5.1. Adler
7.5.2. Otto Rank
7.5.3. E. Fromm
7.5.4. F. Fromm-Reichman
8. Ronald Laing
8.1. Insegurança ontológica
8.1.1. Esquizofrenia
8.1.1.1. Self
8.1.1.1.1. Retira o verdadeiro self do corpo, e permanece armazenado num local privado da mente (o delírio)
8.1.1.2. Perturbação esquizofrênica
8.1.1.2.1. Uma estratégia que o indivíduo desenvolve para sobreviver
8.1.2. Proposta terapêutica
8.1.2.1. Baseia-se na escuta, que permite ao cliente articular e relacionar as suas experiências
8.1.2.2. Não é invasivo e nem intrusivo
8.1.2.3. Facilita a sua auto recuperação e reintegração
9. Diferença entre psicoterapia experimental e psicoterapia existencial
9.1. Nível dos objetos, objetivos e propostas
10. O individuo escolhe como estar-no-mundo
10.1. Suas escolhas podem ser feitas em função do futuro (ansiedade) ou do passado (culpabilidade)
11. Intervenções terapêuticas
11.1. Autoconsciência
11.2. Autocompreensão
11.3. Autodeterminação
12. Yalom (1980)
12.1. Comportamento perturbado do individuo
12.1.1. Fracasso na redução dos conflitos existenciais
12.2. Psicopatologia
12.2.1. Limitada, tematizada e bloqueada
13. May (1958)
13.1. Ansiedade patológica
13.2. Ansiedade neurótica
14. Prefácio
14.1. Proporciona ao paciente um autoconhecimento e uma autonomia
14.2. Não é uma cura da perturbação mental
14.3. O centro é o indivíduo
14.4. O indivíduo é um ser consciente
14.5. Existência individual
14.6. Autenticidade
14.7. Projeto existencial
14.8. Ansiedade
15. Estratégias de intervenção
15.1. Atitude fenomenológica
15.2. Confrontar as limitações existenciais
15.3. Facilitar a exploração do mundo pessoal, em relação às quatro dimensões da existência
15.4. Facilitar a elucidação de significados
16. Atitudes e qualidades profissionais desejadas
16.1. Autenticidade de apresentar-se "tal como se é"
16.2. Aceitação incondicional da pessoa cliente
16.3. Compreensão empática
17. Kirk Schneider (1999)
17.1. Conceito de polaridade constritiva/expansiva da realidade
17.1.1. Saúde mental
17.1.1.1. Capacidade de se movimentar com abertura
17.1.1.2. Flexibilidade ao longo do continuum
17.1.2. Psicopatologia
17.1.2.1. Tendência do indivíduo para se situar nos extremos da polaridade
17.1.3. Disfunções
17.1.3.1. Hiper expansivas
17.1.3.2. Hiper constritivas
17.1.3.3. Hiper constritivas/expansivas
18. Humanistas
18.1. Bugental
18.2. Strasser
19. Psicoterapia existencial sartreana
19.1. J.P Sartre
19.1.1. A existência
19.1.1.1. É um projeto que tem estrutura narrativa