Psicologia existencial

Trabalho referente a psicologia existencial - UNIDEP. Feitos pelos alunos do primeiro período - 2020: Maria Fernanda Koczkoday, Tânia Mara Mazzuco Schitz, João Vinícios, Halana Zanella e Maria Eduarda Dalla Cort Viganó.

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Psicologia existencial por Mind Map: Psicologia existencial

1. Estar-no-mundo em quatro dimensões

1.1. Física

1.2. Social

1.3. Psicológica

1.4. Espiritual

2. Existência individual

2.1. Cuidado

2.2. Construção

2.3. Responsabilidade

3. Objetivos

3.1. Cohn (1997)

3.1.1. Facilitar ao indivíduo uma atitude mais autentica em relação a si próprio

3.2. Erthal (1999)

3.2.1. Autoavaliação das suas crenças, valores e aspirações

3.2.2. O foco e a autoconsciência

3.2.3. Poder de autocriação

4. Seleção de clientes

4.1. Indivíduos

4.1.1. Seus problemas são acerca do existir e não uma patologia

4.1.2. Têm interesse em aumentarem seu autoconhecimento e autocompreensão

4.1.3. Desejam ser mais autênticos

4.1.4. Enfrentam crises pessoais

4.1.5. Estão em confronto com doença física grave ou consequências de acidentes

4.1.6. Têm facilidade de verbalizar sobre suas experiências

5. Encontro terapêutico

5.1. Método fenomenológico

5.1.1. O foco é a realidade do outro

5.1.2. Características principais

5.1.2.1. Coerência

5.1.2.2. Caráter fortuito

5.1.2.3. Liberdade de deixar o outro ser como é

5.1.2.4. Abertura de novas possibilidades

6. Modalidades

6.1. Binswanger (1971)

6.1.1. Proposta

6.1.1.1. Utilizar o método fenomenológico para tentar a descrição e compreensão do Dasein perturbado

6.1.2. Conclusão

6.1.2.1. Psicopatologia está associada a flexões existenciais do ser

6.1.2.2. O Dasein perturbado é um extravio da sua realização ontológica que o tornaria opaco a si próprio, esvaziado e limitado

6.1.3. Patológico

6.1.3.1. É o que se afasta da estrutura apriorística do ser

6.1.4. objetivos

6.1.4.1. Ajudar a ver a forma como o paciente experimenta o seu-mundo

6.1.4.2. Identificar as suas escolhas

6.1.4.3. Promover a abertura completa em relação a si próprio

6.1.4.4. Mobilizar as suas capacidades e potencialidades

6.2. Frankl (1986, 1984)

6.2.1. Motivação fundamental

6.2.1.1. Procura de significado, único e específico da existência individual

6.2.2. Qualificou a neurose como noogénica

6.2.3. Método da logoterapia

6.2.3.1. Ajudar os indivíduos que sofrem ou não de neuroses noogénicas a redescobrirem o significado e propósito das suas vidas

6.2.4. Espírito humano

6.2.4.1. É a capacidade para transcender e desafiar as experiências corporais

7. Desenvolvimento da psicoterapia existencial nos Estados Unidos

7.1. Inicio em 1958

7.2. Filosofias existenciais

7.2.1. Tillich

7.2.2. Kierkegaard

7.2.3. Nietzsche

7.3. Pragmatismo

7.3.1. William James

7.4. Movimento da psicologia humanista

7.4.1. Carl Rogers

7.4.2. A. Maslow

7.5. Psicanálise

7.5.1. Adler

7.5.2. Otto Rank

7.5.3. E. Fromm

7.5.4. F. Fromm-Reichman

8. Ronald Laing

8.1. Insegurança ontológica

8.1.1. Esquizofrenia

8.1.1.1. Self

8.1.1.1.1. Retira o verdadeiro self do corpo, e permanece armazenado num local privado da mente (o delírio)

8.1.1.2. Perturbação esquizofrênica

8.1.1.2.1. Uma estratégia que o indivíduo desenvolve para sobreviver

8.1.2. Proposta terapêutica

8.1.2.1. Baseia-se na escuta, que permite ao cliente articular e relacionar as suas experiências

8.1.2.2. Não é invasivo e nem intrusivo

8.1.2.3. Facilita a sua auto recuperação e reintegração

9. Diferença entre psicoterapia experimental e psicoterapia existencial

9.1. Nível dos objetos, objetivos e propostas

10. O individuo escolhe como estar-no-mundo

10.1. Suas escolhas podem ser feitas em função do futuro (ansiedade) ou do passado (culpabilidade)

11. Intervenções terapêuticas

11.1. Autoconsciência

11.2. Autocompreensão

11.3. Autodeterminação

12. Yalom (1980)

12.1. Comportamento perturbado do individuo

12.1.1. Fracasso na redução dos conflitos existenciais

12.2. Psicopatologia

12.2.1. Limitada, tematizada e bloqueada

13. May (1958)

13.1. Ansiedade patológica

13.2. Ansiedade neurótica

14. Prefácio

14.1. Proporciona ao paciente um autoconhecimento e uma autonomia

14.2. Não é uma cura da perturbação mental

14.3. O centro é o indivíduo

14.4. O indivíduo é um ser consciente

14.5. Existência individual

14.6. Autenticidade

14.7. Projeto existencial

14.8. Ansiedade

15. Estratégias de intervenção

15.1. Atitude fenomenológica

15.2. Confrontar as limitações existenciais

15.3. Facilitar a exploração do mundo pessoal, em relação às quatro dimensões da existência

15.4. Facilitar a elucidação de significados

16. Atitudes e qualidades profissionais desejadas

16.1. Autenticidade de apresentar-se "tal como se é"

16.2. Aceitação incondicional da pessoa cliente

16.3. Compreensão empática

17. Kirk Schneider (1999)

17.1. Conceito de polaridade constritiva/expansiva da realidade

17.1.1. Saúde mental

17.1.1.1. Capacidade de se movimentar com abertura

17.1.1.2. Flexibilidade ao longo do continuum

17.1.2. Psicopatologia

17.1.2.1. Tendência do indivíduo para se situar nos extremos da polaridade

17.1.3. Disfunções

17.1.3.1. Hiper expansivas

17.1.3.2. Hiper constritivas

17.1.3.3. Hiper constritivas/expansivas

18. Humanistas

18.1. Bugental

18.2. Strasser

19. Psicoterapia existencial sartreana

19.1. J.P Sartre

19.1.1. A existência

19.1.1.1. É um projeto que tem estrutura narrativa