Metodologia Científica

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Metodologia Científica por Mind Map: Metodologia Científica

1. Era Da Informática

1.1. Autores

1.1.1. Kuhn

1.1.2. Enunciados científicos são provi- sórios e a ciência não opera com verdades irrefutáveis

1.1.3. Imre Lakatos

1.1.4. Teorias científicas seriam irrefutáveis, falhando ao proibir qualquer estado observável de coisas.

1.1.5. Paul Karl Feyerabend

1.1.6. Ciência não tem um método próprio nem é uma atividade racional, mas sim um procedimento anárquico.

1.2. Movimento Escola de Edimburgo

1.2.1. Lamb e Easton

1.2.1.1. Multiple discovery

1.2.1.1.1. Eles defendem que a des- coberta científica seja essencialmente múltipla, não um evento privado e isolado, mas um processo evolucionário e coletivo.

1.2.2. Defendiam uma abordagem do conhecimento da perspectiva sociológica.

1.3. Movimento Racionalismo crítico

1.3.1. Defendiam a objetividade da ciência e a possibilidade de uma avaliação racional das teorias

1.3.2. Bas C. van Fraasen

1.3.2.1. Objetivo das ciências seja produzir teorias verdadeiras e que seus conceitos e modelos devam corres- ponder à realidade.

1.4. Ensino Universitario

1.4.1. História Da Educação

1.4.1.1. Grecia

1.4.1.1.1. É Grécia que surge um modelo de cultura e educação que marcará o Ocidente. A paidéia, o ideal de educação grego, incluía a formação integral do corpo e do espírito

1.4.1.1.2. Educação do corpo, por meio da educação física e atlética

1.4.1.1.3. Educação da mente ou do espírito, por meio das musas, incluindo a música e a poesia

1.4.1.2. Roma

1.4.1.2.1. Educados em casa, Em geral, a partir dos sete anos a ler, escrever e calcular. Havia também escolas primárias, para quem as preferisse. A educação das meninas terminava aqui.

1.4.1.2.2. Mosteiros Séc. IV

1.4.1.3. Império Romano do Oriente

1.4.1.3.1. A continuidade da tradição romana na educação, além da continuidade lingüística por meio do latim. Não houve no Oriente, como no Ocidente, o predomínio do ensino religioso

1.4.1.3.2. Com a urbanização e o desenvolvimento do comércio, a partir dos séculos XII e XIII, as escolas medievais antigas, monásticas e rurais, são substituídas pelas escolas urbanas, incluindo-se dentre elas uma grande variedade de escolas públi- cas, que ampliam os horizontes da educação medieval com o ensino dos clássicos latinos

1.4.1.3.3. No final do século XVI, entretanto, o ensino não está restrito às faculdades, em parte porque as universidades, em decadência, não atualizaram seu currículo

1.4.1.4. França e na Alemanha

1.4.1.4.1. No século XVII, surgem as academias científicas e desenvolve-se a educação pública primária, principalmente.

1.4.1.4.2. No século XVIII, a filosofia educacional é marcada pelo pensamento iluminista, e a educação começa a se afastar mais da religião, passando o Estado a ser concebido como o respon- sável pela oferta de ensino obrigatório e gratuito.

1.4.1.5. França, na Inglaterra, na Alemanha e nos Estados Unidos

1.4.1.5.1. No século XIX, convivem várias correntes pedagógicas. O positivismo enfatiza o ensino das ciências; o idealismo destaca a importância da educação para o de- senvolvimento espiritual do ser humano e do Estado no processo educacional da nação; o socialismo, por sua vez, desenvolve a concepção de uma educação revolu- cionária, voltada para a conscientização da classe oprimida e a transformação do mundo, defendendo também a democratização do ensino

1.4.1.6. União Soviética, Cuba e China

1.4.1.6.1. educação democrática e popular nos países socialistas, que alcançaram, entre outras realizações, níveis ex- tremamente baixos de analfabetismo. Nesse sentido, revoluções e experiências marcantes para o século XX, que desafiam os métodos pedagógicos ocidentais e capitalistas

1.4.1.7. O século XXI inicia-se sob o signo da transição na educação. A importância cada vez maior das tecnologias e das ciências; a substituição dos livros por outras formas de transmissão de conteúdos (como a informação digitalizada, as imagens e os sons etc.); o desenvolvimento das linguagens de computador e da própria informática; enfim, todas as conseqüências da Revolução da Informação exigem alterações profundas nos processos educacionais e nas teorias pedagógicas. Essa transição é um dos impulsos para o nosso texto e será abordada em diversos mo- mentos daqui para a frente.

1.4.2. História Da Universidade

1.4.2.1. Surgem as primeiras universidades

1.4.2.1.1. Bolonha, Paris e Oxford

1.4.2.1.2. Associações ou corporações entre mestres e estudantes, às quais se seguirão Cambridge, Pádua, Nápoles, Roma, Salamanca e Toulouse, entre outras. Também no século XII, surgem as teses e dissertações, nas universidades medievais, conferindo graus acadêmicos.

1.4.2.1.3. As disciplinas inicialmente ensinadas eram: as artes liberais, a ciência sagrada e algumas disciplinas mais práticas, como direito e medicina

1.4.2.2. Reformas

1.4.2.2.1. Entre os séculos XVI e XVIII, observamos diversos movimentos de refor- ma universitária. Disciplinas modernas são introduzidas no ensino universitário, como história, física e administração, entre outras. Na América Latina, as pri- meiras universidades são as de São Domingos (1538), Lima e México (1551), que se caracterizam como fundações coloniais e missionárias.

1.4.2.2.2. Na França, as universida- des são abolidas em 1793, iniciando-se desde então um processo de reconstrução do seu ensino superior, o que ocorrerá de forma análoga na Bélgica e nos Países Baixos.

1.4.2.2.3. Na Alemanha, sob a influência de Humboldt, Fichte e Schleiermacher, estabe- lece-se um modelo de ensino que preza a liberdade do aprendizado e que servirá por muito tempo como referência ao ensino universitário.

1.4.2.2.4. A independência norte-americana (1776) gera um aumento considerável nas instituições de ensino superior nos Estados Unidos, que inicialmente mantêm-se fiéis ao modelo inglês. A partir do século XIX, a Rússia passa também a construir sua infra-estrutura universitári

1.4.2.2.5. O ensino francês passa por uma reforma, entre 1868 e 1904, baseando-se no modelo alemão, com a reconstrução de inúmeras universidades e a reorganização administrativa. O ensino superior britânico também passará por reformas, sendo introduzidas, assim como nas universidades francesas, novas disciplinas nos estu- dos universitários, como ciências, ciências humanas, línguas estrangeiras etc.

1.4.2.2.6. As duas Guerras Mundiais acabam por acentuar ainda mais a crise nas universidades alemãs.

1.4.2.3. Séc. XX

1.4.2.3.1. As universidades suíças, italianas e espanholas apresentarão sensível cresci- mento e desenvolvimento no século XX. O Japão adotará, também, o sistema universitário ocidental. Em resumo, o século XX assistirá a uma diversificação intensa do ensino universitário, assim como ao aumento considerável por sua procura.

1.4.2.3.2. Em The world of learning3, o leitor encontrará uma lista de mais de 30 mil instituições acadêmicas e científicas, universidades, faculdades e centros educa- cionais de todo o mundo. On-line, o leitor encontrará links para páginas de uni- versidades e escolas de todo o mundo, por exemplo, em universities.com.

1.4.2.3.3. Dados sobre universidades e pesquisa no Brasil podem ser encontrados no site do Pros- siga, programa criado em 1995 pelo Ministério de Ciência e Tecnologia

1.4.3. Procedimentos Técnicos

1.4.3.1. Estudo de Caso

1.4.3.1.1. detalha-se os conhecimentos a partir de um ou poucos objetos. Faz uso de muitos recursos, como observação de acontecimentos, entrevistas estruturadas ou não estruturadas, análise de registros, etc. Pode-se estudar um indivíduo ou um grupo, uma organização ou um conjunto ou uma situação;

1.4.3.2. Levantamento

1.4.3.2.1. interrogação direta às pessoas envolvidas ao objeto da pesquisa, utilizando-se a análise quantitativa na organização dos dados, para posteriormente supor conclusões e interpretações. Os dados aparecem de forma mais descritiva do que explicativa;

1.4.3.3. Bibliográfica

1.4.3.3.1. livros, revistas, periódicos, entre outros materiais na busca de fontes primárias, secundárias e terciárias para a fundamentação do projeto;

1.4.3.4. Documental

1.4.3.4.1. materiais que não passaram por análise, como reportagens de jornal, fotografias, filmes, gravações, etc. Podem ser usados, de forma secundária, documentos previamente analisados, como tabelas, relatórios, etc.;

1.4.3.5. Pesquisa-Ação

1.4.3.5.1. relações com um problema coletivo, ou seja, o pesquisador pode ser participante da situação ou problema. Possui caráter mais qualitativo, e o pesquisador age sobre a realidade pesquisada. As pesquisas sociológicas podem apresentar este aspecto, por exemplo;

1.4.3.6. Participante

1.4.3.6.1. o pesquisador pode assumir uma função no grupo estudado, sem possuir uma proposta de ação.

1.4.3.7. Ex-Post-Facto

1.4.3.7.1. o experimento ocorre após os fatos, e desta forma, o pesquisador não tem controle sobre os elementos e variáveis. Um exemplo é o estudo dos impactos da poluição na evolução da borboleta Biston Betularia – a borboleta evoluiu de diferentes formas, surgindo diferentes colorações, devido à poluição;

1.4.3.8. Experimental

1.4.3.8.1. é realizada quando as variáveis em um estudo podem influenciá-lo. É preciso fazer uma previsão sobre as variáveis estudadas para o controle. É mais comum nas ciências naturais

1.5. Breve Historia Da Educação No Brasil

1.5.1. A educação não foi uma das motivações das viagens ultramarinas, e não houve em momento algum, por parte de Portugal, um projeto educacional para o Brasil.

1.5.1.1. Não havia necessidade nem interesse, dentro do projeto da Coroa, em educar a mão-de-obra agrícola da Colônia.

1.5.1.2. Assim, a educação em nosso país permaneceu alheia, por exemplo, aos efeitos da Revolução Científica.