Assistência Farmacêutica

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Assistência Farmacêutica por Mind Map: Assistência Farmacêutica

1. 1. Indicação apropriada; 2. Efetividade; 3. Segurança; 4. Adesão; 5. Indicações sem tratamento.

2. Análise Farmacológica em Idosos - Critérios de Beers

2.1. Idoso

2.1.1. Qualidade de Vida

2.1.2. Problema Relacionado com Medicamento

2.1.3. Critérios de Beers

2.1.3.1. Tabela que apresenta medicamentos inapropriados a idosos.

2.1.3.1.1. Com última atualização em 2019

2.1.4. COMENTÁRIO: Uma tabela em que é possível identificar os medicamentos que não são apropriados para idosos e o que se fazer em relação a isto (recomendação)

3. Coleta de Dados de Pacientes

3.1. Relação Terapêutica - Paciente Farmacêutico

3.1.1. As informações devem ser mantidas em sigilo. Compartilhar apenas com outros profissionais que necessitam da informação para cuidar do paciente. -Relação Comercial: Prejuízo.

3.2. Objetivos

3.2.1. Observados; sinais vitais

3.3. Subjetivos

3.3.1. Informados pelo paciente: História médica; Queixa principal; História da doença; Saúde Geral; Atividade e história social.

3.4. Sete Questões Básicas

3.4.1. São elas: Onde está o sintoma/problema?; Como ele é ?; Quão grave é ?; Por quanto tempo ou quantas vezes isso aconteceu ?; Como aconteceu ?; O que o torna melhor ou pior ?; e quais outros sintomas você tem ?

3.5. Evite perguntas fechadas em que as respostas sejam somente sim ou não.

3.6. COMENTÁRIO: Registro permamente que pode ser usado continuamente para o cuidado do paciente, onde é essencial que aconteça uma relação paciente e farmacêutico. Através de uma entrevista com o paciente onde é coletado as informações necessárias.

4. Métodos de Seguimento Farmacoterapêutico

4.1. SOAP

4.1.1. Subjetivos

4.1.1.1. Nesta etapa do procedimento, devem ser registradas as informações obtidas do usuário ou cuidador ou, se for o caso, de históricos de prontuário, as quais não se constituem conhecimento objetivo. No caso da abordagem farmacêutica, deve-se buscar informações pertinentes a problemas com o uso de medicamentos e à relação destes com a enfermidade.

4.1.2. Objetivos

4.1.3. Avaliação dos Dados

4.1.3.1. Referem-se à obtenção de dados objetivos, como sinais vitais, resultados de exames de patologia clínica, achados de testes laboratoriais e de exame físico realizado pelo profissional habilitado para tal.

4.1.3.2. Com base nos dados subjetivos e objetivos, o farmacêutico deve identificar as suspeitas de problemas relacionados com medicamentos. Após, deve verificar o que pode ser realizado para a resolução desses problemas e quais intervenções farmacêuticas podem ser adotadas.

4.1.4. Plano

4.1.4.1. De posse da análise das informações e do planejamento das condutas a serem realizadas, em conformidade com o perfil do usuário, o farmacêutico deve apresentá-las a este último, buscando o estabelecimento de um acordo para a implementação do plano. Caso os problemas relacionados com medicamentos necessitem da avaliação do prescritor, o usuário deverá ser informado dessa necessidade. Também deve-se estabelecer, em conjunto, a forma de realizar a monitorização dos resultados do plano a ser implementado, principalmente se houver novas modificações em prescrição de medicamento ou no quadro do usuário, instaurando-se, desta forma, o ciclo de atendimento.

4.2. PWDT

4.2.1. Análise de Dados

4.2.1.1. É constituída por coleta de dados e caracterização de adequação, efetividade e segurança da farmacoterapia em uso. Procura caracterizar se esta é conveniente para as necessidades do usuário, com relação a fármacos, e identificar problemas relacionados com medicamentos que interfiram ou possam interferir nos objetivos terapêuticos.

4.2.2. Plano de Atenção

4.2.2.1. Levando em consideração os dados obtidos na análise, o farmacêutico deve resolver os problemas relacionados com medicamentos, estabelecendo objetivos terapêuticos e prevenindo outros possíveis problemas. Os objetivos terapêuticos devem ser claros, passíveis de aferição e atingíveis pelo usuário. Quando apropriado, o plano pode conter também informações sobre terapêutica não farmacológica.

4.2.3. Monitorização e Avaliação

4.2.3.1. Quando da monitorização do plano de atenção, o farmacêutico deve verificar em que nível estão os resultados farmacoterapêuticos obtidos, reavaliando as necessidades do usuário frente a estes e se novas situações não estão em voga, como novos PRM ou novos problemas de saúde, tratados ou não.

4.3. TOM

4.3.1. Processo de Coleta, interpretação e registro da sinformações relevantes sobre o usuário; Identificação dos Onjetivos ecplícitos de cada prescrição; Avaliação da plausibilidade do plano terapêutico em relação aos objetivos da terapia; Desenvolvimento do plano de monitorização para o usuário; Dispensação do Medicamento verificando o entendimento do usuário; Avaliação do uso do medicamento em relação aos objetivos terapêuticos propostos; Resolução de problemas identificados ou, se for o caso, encaminhamento ou notificação destes para o prescritor e Revisão ou atualização do plano de monitorização.

4.4. Dáder

4.4.1. Dividida em seis fases: Oferta do Serviço; Primeira Entrevista; Análise Situacional; Fases de Intervenção; Resultado de Intervenção e Nova Análise Situacional.

4.5. COMENTÁRIO: Todos os métodos referem-se a uma parte do processo de atendimento do usuário, com atividades específicas a serem realizadas podendo ser aplicado a qualquer usuário visando sempre a melhor solução para o paciente em questão, sendo em todos os métodos feito uma anamnese/entrevista com o paciente para assim analisar os dados e chegar a melhor solução para obter um plano bem sucedido.

5. Plano de Assistência ao Paciente

5.1. Meta Para Terapia

5.1.1. Priorizar Problemas

5.1.1.1. Prioridade 1: é agudo e grave

5.1.1.2. Prioridade 2: é agudo, mas não é grave, tempo pode influenciar no sucesso

5.1.1.3. Prioridade 3: é grave, não é urgente, não há risco de vida imediato

5.1.1.4. *Não ignorar problemas que não podem ser solucionados pelo farmacêutico.

5.2. Verificar se são aceitáveis para o paciente

5.3. Considerar as metas do médico para a terapia

5.4. Plano Para Alcançar a Meta

5.4.1. Ser Específico

5.4.2. Ser compatível com sua responsabilidade profissional

5.5. Plano Para Monitorar o Paciente

5.5.1. Listar todas as opções antes de escolher a melhor

5.5.2. Eficácia do Medicamento

5.5.3. Efeitos Adversos

5.5.4. Interação Medicamentosa

5.5.5. Complacência

5.6. COMENTÁRIO: Como todos os tópicos anteriores este também tem foco no paciente, através de identificação de problemas é necessário traçar algumas metas e plano para monitorar o paciente e assim alcançar as metas necessárias.

6. Dados de Avaliação de Pacientes

6.1. 5 Necessiddades do Paciente

6.2. Comparar Problema X Tratamento

6.2.1. Todas as condições estão sendo tratadas?

6.3. Segurança e Eficácia

6.3.1. Para cada medicamento deve revisar : Dose, Intervalo entre doses, Duração da terapia, Forma de dosagem, Medicamento certo ou errado, Contraindicações, Condição refratária ou medicamento mais efetivo.

6.4. COMENTÁRIO: Nesta etapa se estuda todas as necessidades que o paciente tem em relação a medicação usada por ele.

7. Interações Medicamentosas - Ferramentas Para Análise

7.1. Interação entre Fármacos

7.1.1. Medscape

7.1.2. Drugs.com

7.1.3. Micromedex

7.2. Tipos de Interações

7.2.1. Físico-Química

7.2.1.1. Quando A e B são misturados antes da administração (seringa, equipo, soro) e ocorre incompatibilidade.

7.2.2. Efeito

7.2.2.1. Quando A e B tem ações farmacológicas similares ou opostas. Podendo ser sinérgicos ou um anular/reduzir o efeito do outro.

7.2.3. Farmacodinâmica

7.2.3.1. Modificação do efeito farmacológico de B sem alterar sua concentração no líquido intersticial.

7.2.4. Farmacocinética

7.2.4.1. Alteração da concentração de B que alcança seu local de ação.

7.3. Intervalo Terapêutico

7.3.1. Longo

7.3.2. Pequeno

7.4. Interações Medicamentosas

7.4.1. Contraindicada

7.4.1.1. Quando os fármacos não podem ser administrados concomitantemente

7.4.2. Séria/Grave

7.4.2.1. A interação pode ameaçar a vida do paciente, requerendo intervenção para minimizar ou prevenir os efeitos adversos .

7.4.3. Moderada/Monitorar

7.4.3.1. A interação pode resultar em uma exacerbação da condição do paciente. Requerendo ou não intervenção na terapia.

7.4.4. Menor/Mínimo

7.4.4.1. Pode limitar o efeito clínico, mas geralmente não requer alteração na terapia.

7.5. COMENTÁRIO: Algumas interações podem ser evitadas quando observados pelo farmacêutico, nem todas são grave e vão gerar algo ruim ao paciente, e interações medicamentosas não ocorrem somente entre medicamentos, mas também com comida e até mesmo objetos que são utilizados para administrar a medicação.

8. Identificação de Problemas de Terapia Medicamentosa

8.1. Problemas Potenciais: O paciente corre o risco de desenvolver. Necessária ação de prevenção.

8.1.1. Problemas Reais: Já aconteceu. Necessária ação para solucionar.

8.2. Ciclo de Atenção Farmacêutica

8.2.1. - Entrevistar o paciente; Identificar o Problema; Estabelecer o Tratamento; Criar o Plano de Tratamento; Monitorar e Acompanhar.

8.2.1.1. Estabelecida através de uma Triagem qualificativa; Identificação do problema de terapia medicamentosa; Estabelecer uma meta; Decidir a melhor forma de atingir a meta.

8.3. Necessidades Relacionadas ao Medicamento

8.3.1. 1. Indicação apropriada (necessidade) 2.Tratamento eficaz 3. Tratamento seguro 4. Os pacientes devem ser capazes de cumprir o tratamento 5.Os pacientes precisam receber todos os tratamentos necessários para resolver qualquer indicação não tratada.

8.4. O ideal é que o farmacêutico encontre um problema e não que o problema encontre o farmacêutico.

8.5. Problemas de Terapia Medicamentosa

8.5.1. 1. Terapia medicamentosa desnecessária; 2. Medicamento errado (ineficaz); 3. Dosagem muito baixa; 4. Dosagen muito alta; 5. Reação adversa ao medicamento; 6. Cumprimento inapropriado (adesão); 7. Necessidadde de terapia medicamentosa adicional.

8.6. COMENTÁRIO: Nesse tópico pode-se observar que através de uma entrevista com o paciente é possivel que o farmacêutico exerça a assistência farmacêutica, ajudando na solução de problemas identificados durante a anamnese.