2.1. As sequelas do infarto dependem da gravidade do quadro, do socorro rápido e do histórico de saúde. Porém a principal consequência do infarto é a alteração na contração do músculo cardíaco, que pode ser classificada como:
2.2. Disfunção sistólica leve;
2.3. Disfunção sistólica moderada;
2.4. Disfunção sistólica importante ou grave.
3. Aspectos epdemiológicos
3.1. Em 2018 foram atendidos, no Brasil, 467.681 casos. Prevalência: pacientes do sexo masculino, nas faixas etárias de 60 aos 69 anos e de raça branca.
4. Definição:
4.1. É a necrose das células miocárdicas devido a oferta inadequada de oxigênio ao músculo cardíaco. É causado pela redução do fluxo sanguíneo coronariano de magnitude e duração suficiente para não ser compensado pelas reservas orgânicas, levando a isquemia e por consequente à necrose.
5. Fisiopatologia:
5.1. O IAM é resultante da ruptura ou erosão de uma placa aterosclerótica, desencadeando um processo em cascata, o qual reduz de forma crítica o fluxo sanguíneo na artéria coronária por espasmo coronário ou formação de trombo. Desencadeando isquemia cardíaca e por fim necrose e fibrose do tecido.