1. Ventilômetro
1.1. É uma técnica que tem como objetivo mensurar os valores ventilatórios próprios do paciente.
1.2. Avaliar VM ou VVM (volume minuto)
1.3. Avaliar FR(frequência respiratória)
1.4. Avaliar VE (volume expirado)
1.5. Avaliar capacidade vital lenta
1.6. Avaliar índice de tobin
1.7. Avaliar a média de volume corrente
1.8. Avaliar desmame da ventilação mecânica
1.9. Teste
1.9.1. Paciente sentado em posição confortável acoplar ventilômetro a boca ou cânula (TQT, TOT)
1.9.1.1. Cálculo de VM e FR
1.9.1.1.1. Solicitar uma respiração normal e tranquila por um minuto e verificar através da observação direta dos movimentos torácicos associados a um cronômetro
1.9.1.2. Cálculo de. VC
1.9.1.2.1. Utilizar a equação: VC=VM/FR
1.9.1.3. Cálculo da CVL
1.9.1.3.1. Realizar uma inspiração máxima e em seguida expirar lentamente através do ventilômetro sem fazer esforço, até a a capacidade residual
1.9.1.4. Cálculo índice de Tobin
1.9.1.4.1. FR/VC Valores : VC; 05 a 08mg
1.9.1.4.2. VM 05 a 08mg
1.9.1.4.3. FR 12 a 20 ipm
1.9.1.4.4. CVL em média 65 a 75ml kg
1.9.1.4.5. Índice de tobin < 50 litros
2. Pico de Fluxo expiratório
2.1. ‘É o fluxo mais elevado que se pode realizar durante um esforço expiratório, iniciado após inspiração máxima, o que representa a resistência das VAs proximais e intensidade da obstrução
2.2. Indicações
2.2.1. Monitorar curto e longo prazo a asma
2.2.2. Classificação funcional da gravidade da asma
2.2.3. Avaliação da resposta brocncodilatadora
2.2.4. Determinação do ambiente como indutor doenças obstrutivas
2.3. Mensuração
2.3.1. Sedestração
2.3.2. Cervical sob posição neutra
2.3.3. Indicador numérico na posição inicial;
2.3.4. Inspiração máxima até CPT;
2.3.5. Pausa inspiratória de 2s;
2.3.6. Expiração forçada sem retirar o bocal da boca sem ir até VR
2.3.7. 3 medidas com 30 seg intervalo [maior valor]
2.3.8. 2x ao dia antes do medicamento da manhã e à noite por 7 ou 14 dias
2.3.9. Não variar mais q 10 % entre si e não variar mais que 40L\min
3. Força muscular respiratória
3.1. A mensuração da força muscular respiratória fornece informações sobre o débito dos músculos respiratórios contra um estímulo máximo.
3.1.1. Inspiratória
3.1.1.1. Os músculos inspiratórios estão mais longos e próximos do ótimo estado de relaxamento em volumes pulmonares baixos
3.1.2. Expiratória
3.1.2.1. Os músculos expiratórios ficam mais longos e próximos do seu estado ótimo de relaxamento em um alto volume pulmonar
3.2. Indicações: Doenças neuromusculares,
3.3. reabilitação pulmonar, desmame da VM,
3.4. anormalidades de função e fraqueza dos
3.5. tosse, treinamento muscular respiratório.
3.6. músculos respiratórios, qualidade e eficácia da
3.7. Contra-indicações: IAM, HAS, instabilidade
3.8. hemodinâmica, pneumotórax, aneurisma,
3.9. PImáx
3.9.1. OCLUSÃO MANUAL: Realizar 3 a 5x, 1 a 3 seg de oclusão, com intervalo de 1 min entre as medidas, considerar o maior valor. Não variar mais que 10%.
3.9.2. VÁLVULA UNIDIRECIONAL : Cabeceira > 45º, realizar não mais que 2 medidas, tempo de oclusão de 40 seg, intervalo de 10 a 15 min entre as medidas e considerar o maior valor.
3.9.3. PEmáx
3.9.3.1. Aferir o aparelho;
3.9.3.2. Girar o botão p lado (+);
3.9.3.3. Paciente sentado solicitar insp até a CPT; seguido de esforço de exp máx
3.9.3.4. mantido 1 a 3 seg;
3.9.3.5. 3 a 5x; intervalo de 1min ;
3.9.3.6. Registrar o maior valor
3.9.4. Aferir o aparelho;
3.9.5. Girar o botão p lado (-);
3.9.6. Paciente sentado solicitar exp até o VR;
3.9.7. seguido de esforço inspiratório máximo
3.9.8. mantido 1 a 3 seg; 3 a 5x ;intervalo de 1 min
3.9.9. Registrar o maior valor