A CIENTIFICIDADE DAS TÉCNICAS PROJETIVAS

A cientificidade das técnicas projetivas

Começar. É Gratuito
ou inscrever-se com seu endereço de e-mail
A CIENTIFICIDADE DAS TÉCNICAS PROJETIVAS por Mind Map: A CIENTIFICIDADE DAS TÉCNICAS PROJETIVAS

1. Um mesmo construto pode apresentar medidas diferentes e baixa correlação de escores - validade convergente pode conferir validade mais robusta a ambas medidas, melhorando prognóstico de uma variável.

2. Instrumentos de avaliação psicológica

2.1. padronização

2.1.1. qualidades/propriedades psicométricas

2.1.1.1. atualizações periódicas

2.1.1.1.1. propostas presumidas em aplicações práticas

3. Monométodos

3.1. mesmos critérios de validação podem não captar diferenciais entre métodos e traços, induzindo a uma superioridade meramente numérica em relação aos heterométodos.

4. Rorschach e demais métodos projetivos

4.1. âmbito clínico:

4.2. descrição de características de personalidade elucidadas fora do enfoque do dsm - perspectiva diferenciada.

4.3. informações do dsm-iv – refinamento de diagnósticos diferenciais, mais difíceis de obter via auto-relatos.

4.3.1. a) traços estáveis/ estados afetivos transitórios;

4.3.1.1. b) processos psicológicos latentes que interferem no funcionamento global da personalidade.

5. Importância do treinamento clínico na utilização de métodos projetivos, integrando ciência e prática.

5.1. Abordagem clínica (idiográfica)

5.2. Abordagem estatística (nomotética) – importância da inter-relação.

6. Instrumentos de medidas projetivas e medidas objetivas:

6.1. Níveis diferenciados de acesso às informações.

6.1.1. Captam aspectos distintos de um mesmo estado motivacional, traço ou necessidade.

6.2. Instrumentos de medidas objetivas: características de funcionamento mais rotineiro.

6.2.1. Instrumentos de medidas projetivas: subjetividade, necessidade implícita e manisfestação contextual.

7. Métodos projetivos x métodos objetivos

7.1. Século xxi - acentuada preocupação com status científico dos métodos de investigação da personalidade.

7.1.1. A segurança dos instrumentos;

7.1.2. Confiabilidade e validade;

7.1.3. rigor metodológico nos estudos de validação;

7.1.4. credibilidade dos profissionais

8. Métodos projetivos da avaliação da personalidade

8.1. rorschach no sistema compreensivo (rcs)

8.1.1. teste de apercepção temática (tat)

8.1.1.1. desenho da figura humana (dfh)

9. O rorschach no tempo

9.1. 1921 a 1950

9.1.1. indispensável nos treinamentos em psicologia, avaliação de personalidade e quadros psicopatológicos – sinônimo de psicologia clínica nos EUA.

9.2. 1960

9.2.1. novas abordagens aos testes psicológicos – críticas aos fundamentos empíricos e presspostos básicos – má instrumentação e uso indevido por profissionais – denominações errôneas – opiniões teóricas equivocadas – registros de estudos iniciais confusos.

9.3. 1974

9.3.1. John Exner Jr. – “um sistema commpreensivo” - retomada da credibilidade – elementos empiricamente sustentáveis – marcado pelo rigor psicométrico – abordagem empírica e científica em contraposição à crítica de ser meramente ‘interpretação de borrões”. Estudos mais aprofundados e revisões metanalíticas para sustentação do rorschach em vários aspectos foram realizados rechaçando críticas sobre sua validade incremental e confiabilidade, dentre outros aspectos, apontando para uma estabilidade temporal.

9.4. Rorschah hoje

9.4.1. importante instrumento diagnóstico, fonte de projeções, associações e simbolizações idiográficas – peculiaridades psicopatológicas.

9.4.2. DFH E TAT

9.4.2.1. redução dos investimentos em pesquisas – restritas publicações.

9.4.3. DFH

9.4.3.1. redução dos investimentos em pesquisas – restritas publicações.

9.4.4. TAT

9.4.4.1. poucos estudos teóricos.