1.1. Glicogenólise: glicogenólise: é a degradação da nossa reserva de açúcar, ou seja, é a degradação do glicogênio (que estar armazenada no fígado) para liberação de glicose.
1.2. Gliconeogênese: é a produção ou síntese de glicose a partir de outras moléculas... Mas que moléculas podem ser usadas? uma bem comum são os aminoácidos, outra é o lactato e o glicerol. Ao todo podemos chamar essas substâncias de gliconeogênicos.
2. Produção de ATP a partir dos lipídeos:
2.1. O tipo de lipídeo mais comum quando ingerimos gordura na alimentação, assim como o tipo que armazenamos nos adipócitos (nossas células que armazenam gordura) é o mesmo e chama-se Triacilgliceróis (TAG).
2.2. Os TAG são formados por 3 ácidos graxos ligados a uma molécula chamada glicerol.Na união deles, a solubilidade do glicerol e a acidez dos ácidos graxos desaparecem: forma-se uma molécula insolúvel e neutra! E, portanto, pode ser guardada desidratada.
3. Beta Oxidação: Ao chegarem nas células, trazidos pela albumina, os ácidos graxos entram no seu citoplasma. A sua degradação se chama ‘β-oxidação’, é um processo catabólico e ocorre dentro da mitocôndria (mais especificamente na matriz mitocondrial). Então, o ácido graxo precisa, primeiro, entrar na mitocôndria.
4. Diabete Mellitus (mais conhecida como diabetes) não é uma doença única, e sim um grupo diversificado de síndromes multifatoriais, mas com uma característica em comum: elevada glicemia em jejum. (ou seja, teor de glicose alto no sangue mesmo em jejum).
4.1. As causas podem ser:
4.2. uma deficiência total de insulina;
4.3. uma redução na quantidade de insulina;
4.4. uma resistência à insulina (ou seja, ela é eliminada, mas não consegue exercer a sua função);
5. insulina: é um hormônio proteico (ou seja formado por aminoácidos) produzido pelas células do pâncreas (células beta) responsável de promover a entrada da glicose nas nossas células (principalmente nas células de tecido muscular e adiposo)