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Neuro por Mind Map: Neuro

1. Sistema Nervoso central

1.1. Encéfalo - Medula espinhal

1.2. Cérebro - telencéfalo/ diencéfalo

1.3. Cerebelo - Tronco Encefálico Mesencéfalo Ponte Bulbo

2. Sistema Nervoso Periférico

2.1. Nervos -Cranianos Espinais

2.2. Terminações Nervosas Gânglios

3. Cefaleias

3.1. Enxaqueca

3.2. Hipertensão craniana/ hipotensão intracraniana

3.3. Meningites /cefaleias miogênicas

4. Crise Convulsiva

4.1. Crise Parcial (Focal)

4.2. • Crise Difusa (Generalizadas) • Tônico-Clônica • Mioclônicas • Atônicas • Ausência

4.2.1. PARTICULARIDADES.... • TAMANHO DA CABEÇA • Micro/Macrocefalia • FACIES • Fácies em Máscara • Trissomia do 2

5. Exame da Marcha na neurologia

5.1. -Marcha Atáxica Sensitiva-Marcha Cerebelar/Marcha Parética /Marcha Antálgica ou Saltatória/Marcha Miopática/Marcha Espástica/Marcha Crouch/

6. Tônus Muscular

6.1. • Normotônico; • Hipertônico; • Hipotônico

6.2. Espástica/Rígida

6.2.1. Sinal do Canivete (hipertonia elástica)/Sinal da Roda Dendeada/Cano de Chumbo (hipertonia plástica)

6.3. O tônus pode ser influenciado por inúmeros fatores, tais como: • a) esforço ou movimento voluntário • b) estresse e ansiedade • c) saúde geral • d) temperatura ambiente

7. Escala de força

7.1. • Grau 5: força normal • Grau 4: movimentação normal, mas com força muscular diminuída • Grau 3: consegue vencer a força da gravidade • Grau 2: não vence a gravidade, movimentos de lateralização • Grau 1: esboço de contração muscular • Grau 0: sem movimento ou contração

8. Trofismo Muscular

8.1. • Normotrofia • Atrofia • Hipotrofia • Hipertrofia • Pseudohipertrofia

9. Reflexos

9.1. Reflexos Proprioceptivos

9.1.1. Reflexos Exteroceptivos/ Superficiais

9.2. Reflexo Miotático

10. Características fisiológicas do reflexo

10.1. Período de latência

10.1.1. Período refratário

10.1.1.1. Fadiga

11. Graduação dos reflexos

11.1. • 0 = ABOLIDO • + = DIMINUÍDO • ++ = NORMAL • +++ = VIVO • ++++ = EXALTADO

12. Dermátomos

12.1. C2- Protuberância occipital • C3- Fossa supraclavicular • C4- Borda superior da articulação acrômio-clavicular • C5- Borda lateral da fossa antecubital • C6- Dedo polegar • C7- Dedo Médio • C8- Dedo mínimo Associação Educativa Evangélica Dermátomos • T1- Borda medial da fossa cubital • T2- Ápice da áxila • T3- Terceiro espaço intercostal • T4- Quarto espaçointercostal (mamilos) • T5- Quinto espaço intercostal • T6- Sexto espaço intercostal ( no nível do processo xifóide) Associação Educativa Evangélica Dermátomos • T7- Sétimo espaço intercostal • T8- Oitavo espaço intercostal • T9- Nono espaço intercostal • T10- Décimo espaço intercostal • T11- Décimo primeiro espaço intercostal • T12- Ponto médio do ligamento inguinal

12.1.1. L1- Metade da distância entre T12 e L2 • L2- Terço médio da coxa • L3- Côndilo femoral interno • L4- Maléolo medial • L5- Dorso dope a nível da terceira articulação metatarsofalangeana Associação Educativa Evangélica Dermátomos • S1- Bordo externo do calcâneo • S2- Linha Média da fossa poplítea • S3- Tuberosidade isquiática • S4 S5- Área p

13. Sensibilidade

13.1. Sensibilidade superficial / exteroceptivas: SENSIBILIDADE SUPERFICIAL X SENSIBILIDADE PROFUNDA Sensibilidade profunda / Sensibilidade cortical combinada

13.1.1. Temperatura/ Toque leve / Pressão/ Cinestesia / Propriocepção/ Vibração

14. Acidente vascular encefálico

14.1. “É um sinal clínico de rápido desenvolvimento de perturbação focal da função cerebral, de suposta origem vascular e com mais de 24 horas de duração

15. Tipos de AVE

15.1. • AVE Isquêmico • AVE Hemorrágico:

15.1.1. AVE ENCEFÁLICO ISQUÊMICO •É considerada a mais comum dos tipos de AVE (80% dos casos), geralmente se dá através da obstrução das artérias: média, posterior e anterior (ordem descendente de freqüência)

15.1.1.1. AVE ENCEFÁLICO HEMORRÁGICO Geralmente presente em pacientes que apresentam HAS, onde as paredes arteriais ficam enfraquecidas desenvolvendo pequenas herniações ou microaneurismas.

16. Conduta fisioterapêutica no ave

16.1. • Prevenção Primária • É tão importante como as mobilizações e a cinesioterapia; • Um bom posicionamento evitará a formação de contraturas e deformidades, além de: – Distúrbios circulatórios: evitar a formação de TVP; – Evitar a formação de Escaras de Decúbito; – Problemas Respiratórios

16.1.1. •Estágio Intermediário: • Período que começa quando o paciente está clinicamente estável, consciente e ativamente engajado no processo de reabilitação

16.1.1.1. •Longo Prazo: • Período que segue o término da reabilitação formal regular. Pode incluir: • Revisão regular do estado do paciente • Sessões de tratamento para tarefas especificas • Revisão e modificação das estratégias de autotratamento

17. Lesão medular

17.1. O tratamento de reabilitação é, portanto, o caminho que facilita e estimula o lesado medular a reaprender a controlar sua funções e a obter a maior independência individual possível, tornando-o capaz de viver integralmente.

17.1.1. Ocorre quando a medula espinhal é danificada como resultado de um: • TRAUMA • PROCESSO DE DOENÇA • DEFEITO CONGÊNITO

17.2. TRAUMA RAQUIMEDULAR

17.2.1. Lesões Primárias Representa o dano tecidual causado exatamente na hora do trauma, sendo caracterizada por contusão, hemorragia, isquemia, lesão vascular.

17.2.1.1. Lesões Secundárias Inicia-se após a instalação da primária, causando extensão do dano celular/tecidual. É mediada pela ativação de reações inflamatórias, isquêmicas e/ou edemas.

18. Designação do nível da lesão

18.1. • Tetraplegia • Paraplegia • Completa • Incompleta

19. Exame: ASIA

19.1. Escala é empregada para classificar o grau de deficiência

19.2. • ASIA A • ASIA B: • ASIA C • ASIA D • ASIA E

20. Bexiga neurogênica

20.1. é uma consideração significativa na reabilitação do cliente com incapacidade neurológica

20.1.1. ITU de repetição Litíase urinária Estenoses Fístulas Incontinência Urinária Neoplasias

21. Complicações no sistema digestório

21.1. o intestino se comportará de modo reflexo, pois o arco-reflexo estará preservado, independentemente a vontade da pessoa, pois além de não sentir o aviso de intestino cheio, a pessoa também não terá o controle.

22. Sexualidade no TRM

22.1. Ereção Reflexa A ereção reflexa será gerada por estímulos nos órgãos genitais ou regiões próximas. •

22.1.1. • Na ereção psicogênica, os estímulos partirão do cérebro, descerão pela medula e chegarão através de nervos até os órgãos genitais, levando assim, os comandos de ereção.

22.2. Ausência da Ereção Psicogênica Caso ocorra uma lesão acima do centro medular psicogênico, não haverá a ereção psicogênica, pois os comandos que partirem do cérebro em direção aos órgãos genitais serão bloqueados no ponto onde existe a lesão.

22.2.1. • Ausência da Ereção Reflexa • Caso a lesão ocorra no cone medular ou na cauda equina ou em ambos, não haverá a presença da ereção reflexa, pois o arco reflexo não existirá.

22.2.1.1. • Ausência de Ambas • Em uma lesão extensa, que atinja desde o cone medular até o nível T11 ou superior, não haverá a presença, por meios naturais (oriundos do próprio corpo) de nenhum dos dois tipos de ereção, pois tanto o centro da ereção reflexa como o ponto de onde parte da medula os comandos para ereção psicogênica, estarão lesados.

23. Trombose venosa profunda

23.1. Falta de movimento

23.2. Imobilidade (gesso)

23.3. Muito tempo sentado

23.4. Pernas dobradas

23.5. Homens + que mulheres

23.6. TVP Cirurgia • Medicação anticoagulante em ambiente hospitalar • Risco de tromboembolismo pulmonar, cerebral • Verificar dispnéias

24. Hipotensão Ortostática

24.1. • Baixa de pressão arterial e possibilidade de síncope • + comum em lesões acima de T 6 • Empalidecimento, perda de consciência, náuseas, convulsões • Elevar os membros para acima da cabeça

24.1.1. Medidas de Prevenção: • Elevação gradual • Cintas elásticas abdominais • Meias compressivas • Monitorar a PA

24.2. • Úlceras de pressão • Perda de Sensibilidade protetora / Má perfusão tecidual

24.2.1. • 1- QUANDO ESTIVER DEITADO, MUDAR DE POSIÇÃO: • A CADA 02 (DUAS) HORAS DURANTE O DIA • E DE 03 EM 03 HORAS À NOITE. • 2- SEMPRE PROTEGER COM TRAVESSEIROS AS ÁREAS DE PROEMINÊNCIAS ÓSSEAS, PARA EVITAR ATRITO E PRESSÕES. • 3- SE FOR NECESSÁRIO PERMANECER EM CADEIRA DE RODAS POR LONGOS PERÍODOS, FAZER O ALÍVIO DE PRESSÃO • ELEVAR O TRONCO A CADA 20 MINUTOS • MUDANÇAS FREQÜENTES DE POSIÇÃO