Potencialidades e Desafios da Rede de Enfrentamento à Violência contra à Mulher

Potencialidades e Desafiosda Rede de Enfrentamento à Violência contra à Mulher

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Potencialidades e Desafios da Rede de Enfrentamento à Violência contra à Mulher por Mind Map: Potencialidades e Desafios  da Rede de Enfrentamento à Violência contra à Mulher

1. PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA REDE DE SERVIÇOS SOBRE O ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

1.1. Na percepção dos profissionais, deveria existir mais incentivos para elaboração de projetos, estratégias de prevenção e enfrentamento.

1.2. A pesquisa mostra que a falta de recursos financeiros, dificulta o atendimento e suas demandas.

1.2.1. As mulheres tem dificuldade para se deslocar e os serviços de proteção a mulher em busca de ajuda ou mesmo para estabelecer um vinculo.

1.3. Acredito que deveriam existir mais políticas públicas de geração de renda, emprego para essas mulheres. (E11)

1.3.1. Os profissionais apontam para que tenha mais estratégias que viabilizem a geração de renda para as mulheres em situação de violência.

1.4. A dinâmica de trabalho também se mostrou eficiente no enfrentamento da violência contra a mulher.

1.5. Projetos de incentivo a literatura cientifica sobre a rede de enfrentamento da violência contra a mulher.

2. Violência doméstica: as possibilidades e os limites de enfrentamento

2.1. A trajetória de enfrentamento das mulheres para romper o silêncio, denunciar e superar a violência sofrida.

2.1.1. A depender das consequências da violência para a saúde e de como percebem o estado da gravidade do caso, a busca por ajuda no serviço de saúde.

2.2. Conforme estudo aplicado, em um grupo de 10 mulheres, 90% dos casos de violência domestica, foram cometidas pelo atual companheiro e 10% ex-companheiro.

2.2.1. Todas as mulheres entrevistadas sofreram violência física, porém, em alguns casos, ela estava associada a outros tipos de violência.

2.2.1.1. Violência psicologia, sexual, cárcere privado e patrimonial.

2.3. Às possibilidades e aos limites de enfretamento dessa adversidade.

2.3.1. Nos caminhos em busca de ajuda, transitam do silêncio para o grito de socorro.

2.4. A violência contra as mulheres é banalizada, minimizada, negada pela cultura machista e sexista, sendo percebida pela sociedade como algo que não poderia ser evitado.

2.5. Estudo realizado pela Secretaria Especial de Políticas Públicas para as Mulheres

2.5.1. O ato violento, muitas vezes, é cíclico, pois as mulheres encontram diversos obstáculos e falta de medidas protetivas efetivas na busca de proteção, resultando em desgaste emocional e retorno à situação de violência.

2.6. Organização Mundial da Saúde

2.6.1. Recomendar a capacitação dos profissionais de saúde para reconhecer e abordar a violência através do acolhimento, do reconhecimento da integridade das mulheres como sujeitos com direitos humanos, informálas sobre os recursos disponíveis na sociedade.

2.6.1.1. Tais como delegacias de mulheres e casas abrigo, além de reconhecer as situações de risco de vida para protegê-las, trabalhando de forma articulada com outros setores da sociedade

3. Enfrentamento da violência contra a mulher: articulação intersetorial e atenção integra

3.1. A relação intersetorial e a atenção disponibilizada pelos serviços são elementos que interferem no enfrentamento da violência contra a mulher.

3.2. A importância de reuniões sistemáticas com o objetivo de superar a deficiência de comunicação intersetorial.

3.2.1. A categoria “Articulação Intersetorial” aponta a necessidade de articulação entre os serviços.

3.2.1.1. Tática de enfrentamento da violência contra a mulher e revela a dificuldade de articular-se, além de propor estratégias que viabilizariam tais espaços de interação de saberes e ações.

3.3. A categoria “Atenção integral”

3.3.1. A percepção do serviço quanto ao (des)preparo profissional para o reconhecimento da violência e/ou para o acolhimento e encaminhamento da mulher.

3.3.1.1. Muitos serviços não sabem lidar diante da situação de violência, não conhecem os serviços para encaminhamento

3.3.1.1.1. A dificuldade de articulação com as instituições de saúde pode estar associada à pouca percepção por parte dos profissionais