INTRODUÇÃO À BIOSSEGURANÇA

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INTRODUÇÃO À BIOSSEGURANÇA por Mind Map: INTRODUÇÃO À BIOSSEGURANÇA

1. HISTÓRICO

1.1. 1970 - Surgimento do conceito de biossegurança

1.2. 1973 - transferência e expressão do gene da insulina para a bactéria Escherichia coli

1.3. 1974 - Conferência de Asilomar, na Califórnia: normas de biossegurança do National Institute of Health (NIH) dos EUA

1.4. 1980 - Organização Mundial de Saúde conceituou a biossegurança

1.4.1. práticas de prevenção para o trabalho em laboratório com agentes patogênicos, e, além disto, classificou os riscos como biológicos, químicos, físicos, radioativos e ergonômicos.

1.5. 1980 - No brasil ocorreram um grande número de relatos de graves infecções ocorridas em laboratórios, consolidando a necessidade da Biossegurança

1.6. Em 1995 foi criada a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio)

1.7. 2002 foi criada a Comissão de Biossegurança em Saúde (CBS) no âmbito do Ministério da Saúde.

2. LEGISLAÇÃO

2.1. Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho

2.1.1. Capítulo V, Título II, da Consolidação das Leis do Trabalho, relativas à Segurança e Medicina do Trabalho.

2.1.1.1. Norma Regulamentadora NR-6 Equipamento de Proteção Individual – EPI

2.2. Anexo I da Lei 8.974/95

2.2.1. Regulamenta os incisos II e V do parágrafo 1o do art. 225 da Constituição Federal

2.2.1.1. estabelece normas para o uso das técnicas de engenharia genética e liberação no meio ambiente de OGM

2.3. Portaria MTE n.º 485/05

2.3.1. Segurança e saúde no trabalho em serviço de saúde

2.4. Lei 21.450 /14 “Lei do Jaleco”

2.4.1. proíbe funcionários da área da saúde de usarem uniformes e jalecos fora do ambiente hospitalar.

3. CONCEITOS

3.1. Biossegurança

3.1.1. é o conjunto de ações voltadas para a prevenção, minimização ou eliminação dos riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços

3.2. barreiras primárias

3.2.1. equipamentos de segurança , EPI's e EPEC's

3.2.1.1. EPEC - equipamento de proteção coletiva

3.2.1.2. EPI - equipamento de proteção individual

3.3. Barreiras secundárias

3.3.1. construção do laboratório, localização e instalações físicas.

3.4. Boas Práticas de Laboratório (BPLs)

3.4.1. Organização, do processo e das condições sob as quais estudos de laboratório são planejados, executados, monitorados, registrados e relatados.

3.5. Aerossóis

3.5.1. partículas ultrapequenas de líquido ou soluções dispersas em gás que podem conter agentes infectantes, apresentando riscos se inaladas, ingeridas e/ou entrarem em contato com pele e mucosas.

3.6. OGMs

3.6.1. Engenharia genética

3.6.1.1. Atividade de manipulação de moléculas de RNA e DNA recombinantes

3.6.2. No Brasil, OGM é considerado por lei o organismo cujo material genético tenha sido modificado por qualquer técnica de engenharia genética, estes são divididos em dois grupos.

3.6.2.1. Grupo I

3.6.2.1.1. Receptor ou parental

3.6.2.1.2. Vetor/inserto

3.6.2.1.3. Micro-organismo Geneticamente Modificado

3.6.2.2. Grupo II

3.6.2.2.1. receptor ou parental classificado como patogênico para o homem e animais,incluídos nas classes de risco 2, 3, 4 ou classe de risco especial.

3.7. Níveis de Biossegurança

3.7.1. Nível de biossegurança 1 (NB-1)

3.7.2. Nível de Biossegurança 2 (NB-2)

3.7.3. Nível de Biossegurança 3 (NB-3)

3.7.4. Nível de Biossegurança 4 (NB-4)

3.8. Certificado de qualidade em biossegurança (CQB)

3.8.1. certifica que a empresa é credenciada a trabalhar com produtos transgênicos