1. DIAGNÓSTICO
1.1. realizado pela medida das concentrações totais de colesterol, triglicerídios e lipoproteínas individuais.
2. TRATAMENTO
2.1. ESTATINAS
2.1.1. Podem ser utilizadas em alguns pacientes com triglicerídios < 500 mg/dL se (< 5,65 mmol/L) também houver elevações de LDL colesterol; as estatinas podem reduzir tanto o LDL colesterol como os triglicerídios por meio da redução de VLDL. Se apenas os triglicerídios estiverem elevados, as fármacos de escolha são os fibratos.
2.2. Ácido nicotínico (niacina)
2.2.1. mais eficaz para aumentar HDL.
2.2.1.1. Ação é desconhecido, mas parece elevar tanto a produção de HDL quanto inibir o clearance de HDL; pode também mobilizar colesterol de macrófagos diminui os triglicerídios ( doses de 1.500 a 2.000 mg/dia, reduz o LDL colesterol)
2.2.1.1.1. Efeito colateral: rubor, prurido e náuseas;
2.3. Acidos graxos
2.3.1. altas doses (1 a 6 g/dia de ácidos eicosapentaenoico e docosaexaenoico) podem ser eficazes para reduzir os triglicerídios. Os ácidos graxos ômega-3 EPA e DHA são ingredientes ativos nas cápsulas de óleo de peixe e ômega-3.
2.3.1.1. Os efeitos adversos incluem eructação e diarreia. Esses efeitos adversos podem diminuir administrando cápsulas de óleo de peixe com as refeições em doses fracionadas (p. ex., 2 ou 3 vezes). Os ácidos graxos ω-3 podem ser adjuvantes úteis para outros tratamentos.