1. PAPEL
1.1. Favorecer que a existência do paciente se mostre o mais possível
1.2. Compreender e explicitar os significados que compõem o mundo do paciente
1.3. Ouvir / Aconselhar ARTESANAL (específico para cada paciente)
1.3.1. Se empenhar para auxiliar o paciente na busca de compreender sua existência
1.3.2. Compreender que o paciente não é apenas mais um "ser-no-mundo" e que todos os seus dilemas e conflitos tem uma motivação, um fundamento
1.4. Expressar de modo paciente e sensível para não banalizar coisa séria
1.5. Auxiliar o paciente a alargar sua capacidade de ver significado, sentido, rumo de sua vida
1.6. Questão dos valores e sentido das coisas
1.6.1. Noção de que vemos sentido no que valorizamos e o terapeuta precisa pensar nisso (pag. 30/32)
1.6.2. Questão de se manifestar ou não acerca de assuntos e opiniões que considera imorais
1.6.2.1. "à primeira vista parecem apenas questões de opinião, mas que, na verdade, precisam ser pensadas"
1.6.3. Lidar com questões importantes que afetam a existência do paciente sem criar um discurso de lição de moral
2. CARACTERÍSTICAS
2.1. Respeito
2.1.1. Paciente
2.1.2. Sessão
2.1.3. Segredo Profissional
2.2. Paciência com o relato
2.2.1. Questão de se manifestar
2.2.1.1. Pensar para falar não falar o que vem na cabeça
2.2.1.2. Entrar com explicações que facilitem abordar o tema tratado
2.2.1.3. Usar pequenos toques que ajudem o paciente a perceber que ele tem pelo menos uma coisa para cuidar e pensar: sua vida
2.2.1.4. Ter atenção e cuidado com o sentido das palavras usadas
2.2.2. Como e o que é dito (pg. 43/44)
2.2.2.1. SINTONIA
2.3. Olhar diferente para os acontecimentos
2.4. Sinceridade
2.5. Acolhimento
2.5.1. Ouvir e acolher
2.6. Ética
2.7. Sensibilidade
2.8. Afeto
2.8.1. Estabelecer uma relação afetuosa com o paciente é um fator importante para o encaminhamento da terapia
2.8.1.1. SOLICITUDE AMOROSA (terapêutico)
2.9. Serenidade
2.9.1. Facilita o pensar