Helmintoses de Pequenos Ruminantes

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Helmintoses de Pequenos Ruminantes por Mind Map: Helmintoses de Pequenos Ruminantes

1. Etiologia

1.1. Haemonchus contortus

1.2. Trichostrongylus spp.

1.3. Cooperia spp.

1.4. Ostertagia spp.

1.5. Oesophagostomum spp.

1.6. Menos significativos

1.6.1. Trichuris spp.

1.6.2. Strongyloides papillosus

1.6.3. Nematodirus spp.

2. Epidemiologia

2.1. Jovens e Imunossuprimidos

2.1.1. filhotes

2.1.2. recém-paridas

2.1.3. prenhas

2.1.4. doença concomitante

2.2. ovinos

2.2.1. hábito de pastejo

2.2.2. menos susceptíveis

2.3. caprinos

2.3.1. hábito de escalada

2.3.2. mais susceptíveis

3. Patogenia

3.1. H. contortus

3.1.1. hematófago

3.1.1.1. 1 parasito=0,08mL/dia

3.1.1.2. infecções graves=800mL/dia

3.1.2. sobrevive até 2 anos

3.1.2.1. fora do hospedeiro

3.1.3. Anti-helmínicos

3.1.3.1. Resistentes

3.1.3.1.1. não se alimentam ao perceber o fármaco

3.1.3.1.2. máx. 30 hrs sem se alimentar

3.1.3.2. Susceptíveis

3.1.3.2.1. se alimentam e morrem

4. Diagnóstico

4.1. Perfil Epidemiológico

4.2. Interpretação Correta

4.3. OPG

4.3.1. nunca sozinho

4.3.2. monitora eficácia de tratamento

4.3.3. não identifica parasita

4.3.4. variável

4.3.4.1. maturidade parasitária

4.3.4.2. prolificidade parasitária

4.4. Coprocultura

4.4.1. identificação do parasita

4.4.2. resgate de larvas

4.4.2.1. outros diagnósticos

4.4.3. baixo custo

4.4.3.1. exceto microscópio

4.5. FAMACHA

4.5.1. pessoa treinada

4.5.2. H. contortus

4.5.2.1. exclusivamente

4.5.3. monitoramento constante

4.5.3.1. máx. 3 semanas

4.5.3.2. mesmos animais

4.5.4. >3

4.5.4.1. tratamento

4.6. Contagem de Larvas no Pasto

4.6.1. semelhante a coprocultura

4.7. PCR

4.7.1. pesquisas

4.8. Sorologia

4.8.1. pesquisas

4.9. Coloração de Lectina

4.9.1. H. contortus

4.9.2. pesquisa

4.10. Resistência Parasitária

4.10.1. Teste de Redução de Ovos nas Fezes

4.10.1.1. in vivo

4.10.1.2. <95%=resistência

4.10.2. Motilidade

4.10.3. Teste de Desenvolvimento Larvar em Micro Ágar

4.10.4. Viabilidade de Eclodibilidade dos Ovos

4.10.5. Viabilidade de Desenvolvimento Larvar

5. Tratamento

5.1. Critérios Rigorosos

5.1.1. Supressivo

5.1.1.1. 2-4 semanas antes

5.1.1.2. droga de curta persistência

5.1.1.3. evita contaminação

5.1.1.4. acelera resistência

5.1.2. Preventivo

5.1.2.1. regularmente

5.1.2.2. evita infecção clínica e subclínica

5.1.2.3. seleciona cepas resistentes

5.1.3. Curativo

5.1.3.1. animais com manifestações

5.1.3.2. terapia de suporte

5.1.4. Tático

5.1.4.1. períodos de maior incidência

5.2. Anti-helmínticos

5.2.1. largo espectro

5.2.1.1. lactonas macrocíclicas

5.2.1.2. benzimidazoles

5.2.1.3. imidazotiazóis

5.3. Controle Integrado de Parasitas (CIP)

6. Controle e Profilaxia

6.1. Retardar Resistência Anti-helmíntica

6.1.1. alterar bases

6.2. Programas Alternativos de Controle

6.2.1. homeopatia

6.2.2. rotação de pastagem

6.2.3. pastagem consorciada

6.2.4. controle biológico

6.2.5. suplementação

6.2.6. seleção genética

6.2.6.1. hospedeiro resistente

6.2.6.1.1. não demonstra sinais clínicos

6.2.6.1.2. contribui para contaminação

6.2.6.2. hospedeiro resiliente

6.2.6.2.1. suprimi infecção

6.2.6.2.2. impede desenvolvimento dos parasitos

6.2.6.2.3. contribui para impedir contaminação

6.2.6.2.4. desejável

6.2.6.3. larvas em refugias

6.2.6.3.1. não tiveram contato com anti-helmínticos

6.2.6.3.2. susceptíveis

6.2.6.3.3. reduz e atrasa resistência

6.3. Nutrição

6.3.1. imunidade

6.4. Estratégias que afetem o ciclo do parasito

6.4.1. limpeza de baias

6.4.2. pastos secos

7. Conclusão

7.1. Problema Mundial

7.2. Diagnósticos

7.2.1. fácil realização

7.2.2. difícil interpretação

7.3. Tratamento

7.3.1. variável

7.3.2. visa diminuir resistência

7.4. Controle e Profilaxia

7.4.1. resultados a longo prazos

7.4.2. as vezes impraticável