Rousseau: Natureza e Sociedade
por Maynara Magalhães
1. As críticas de Rousseau à civilização são válidas para a atualidade, assim como é notável a ascendência de suas reflexões sobre diferentes áreas do saber contemporâneo
2. Amor de si, comiseração, liberdade e perfectibilidade
2.1. Comiseração: compaixão ou piedade
2.2. Amor de si: nada mais é do que um sentimento natural de preservação da vida
2.3. Ser moral: aquele que desconhece princípios de conduta como bem e o mal
2.4. Bom selvagem
3. O surgimento da sociedade civilizada
3.1. Amor-próprio
3.1.1. O surgimento da propriedade privada não pode ser visto como algo isolado, pois , corremos o risco de uma interpretação equivocada da questão
3.2. Amor-próprio que também se encontra implícito nos rituais coletivos em que, simultaneamente à estima exaltação festiva dos elo sociais, estimulam-se as aspirações à estima pública preferencial: um pretende-se o mais belo, o outro, o melhor dançarino, e cada qual reclama para si, ainda que circunstancialmente, o posto de primeiro entre quantos existirem ao redor
4. O contrato social proposto por Rousseau
4.1. Vontade da maioria
4.2. Vontade geral
5. A liberdade
5.1. A liberdade é um dado da natureza específica da humanidade que a distingue dos demais, os quais se caracterizam pela rigidez de comportamento
5.2. A perfectibilidade, é um desdobramento da liberdade, pois o livre-arbítrio humano diversifica os comportamentos para a satisfação dos instintos, ensejando ações planejadas sobre o meio, ou seja, um repertório de conhecimento por meio dos quais os seres humanos transformam a natureza interior e exterior a ele
5.3. A combinação de liberdade e perfectibilidade constitui o diferencial humano
6. O conflito entre civilização e natureza humana
6.1. Contrato social
6.2. Estado
6.3. O poder político concentrado no Estado, com leis desenvolvidas para regulamentar a conduta dos cidadãos, é criado sob pretexto de evitar aos fracos a opressão dos poderosos
7. A crítica à civilização
7.1. Sociedade política
7.2. Desigualdade social
7.3. Contraste radical entre a natureza humana e o ser humano civilizado