1. Baseada numa abordagem empírica e em princípios
1.1. Sensível ao contexto e às funções dos fenômenos psicológicos, não apenas à sua forma
1.2. Tende a enfatizar estratégias de mudanças contextuais e experimentais em acréscimo às mais diretas e didáticas.
2. Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT)
2.1. Tem como pilar central a prática da Atenção Plena ou Mindfulness.
2.2. O objetivo é maximizar o potencial humano para uma vida plena e significativamente rica e com sentido
2.3. Proposta mais central de modelo de terapia: aceitar o que está fora de seu controle pessoal, e comprometer-se à ação que melhore e enriqueça a sua vida.
2.4. Tem como objetivo ensinar a seus clientes o seguinte:
2.4.1. Ensinar-lhe habilidades psicológicas para lidar com seus pensamentos e sentimentos dolorosos de forma eficaz
2.4.2. Ajudá-lo a esclarecer o que é verdadeiramente importante e significativo para o cliente - ou seja, os seus valores
2.4.3. E então usar esse conhecimento para orientar, inspirar e motivá-lo a mudar sua vida para melhor.
3. Terapia Focada na Compaixão
3.1. Aborda os conceitos que vêm da Psicologia Evolucionista e é aplicada em pacientes com transtornos depressivos, psicóticos, de ansiedade e personalidade.
3.2. Trabalha na redução de hostilidades dirigidas ao “eu”, evidenciadas pelo autocriticismo, para o desenvolvimento da autotranquilização e da autocompaixão. Ajuda pacientes a diminuírem a autocrítica e superar a hostilidade consigo.
3.3. Ajuda pacientes a diminuírem a autocrítica e superar a hostilidade consigo.
4. Terapia Metacognitiva
4.1. Se concentra em remover modelos de processamento disfuncionais
4.2. Mudar a forma inflexível de pensar da pessoa, que faz com que ela fique “presa” em um prolongado e negativo processamento de si mesma.
4.3. Procura mudar a forma como respondemos aos nossos pensamentos.
4.4. Ou seja, busca mudar não só o conteúdo dos nossos pensamentos, mas também a forma de pensar em nós mesmos.
5. Procura buscar a construção de um repertório [de comportamentos] amplo, flexível e efetivo
5.1. Reformula e sintetiza gerações anteriores de terapias cognitivas e comportamentais e as levam adiante para questões e domínios previamente trabalhados por outras tradições
6. Terapia Comportamental Dialética
6.1. Inicialmente desenvolvida para pacientes que apresentam transtorno de personalidade borderline
6.1.1. Hoje em dia, abrange pacientes com outros transtornos.
6.2. Pressupõe que a desregulação emocional esteja associada às dificuldades que o paciente enfrenta em sua vida.
6.3. Inclui diferentes estágios de tratamento e procedimentos, como a validação, o treino de habilidades sociais, a resolução de problemas e diversas estratégias dialéticas.
7. Terapia de Esquemas
7.1. Baseada na identificação e na redução da expressão de esquemas iniciais disfuncionais com padrões autoderrotistas.
7.2. Avaliação do caso (Primeira Fase)
7.2.1. Construção do vínculo terapêutico
7.2.2. Se baseia principalmente na terapia do apego e entende que um dos papéis do psicólogo é oferecer a afetividade e a segurança que fizeram falta na infância do paciente
7.2.3. Psicólogo explica o modelo terapêutico e auxilia o paciente a identificar seus esquemas disfuncionais
7.2.3.1. À medida que eles são identificados, também são investigadas suas origens e as estratégias que o paciente usa para lidar com esses esquemas.
7.3. Mudança dos esquemas (Segunda Fase)
7.3.1. O objetivo é reviver os esquemas dentro da clínica e possibilitar sua ressignificação a partir de modelos mais saudáveis de relacionamento, como é o caso da relação com o psicólogo.
8. Terapia Cognitiva Processual
8.1. Tem como fundamentos os mesmos da TCC padrão, desenvolvida por Beck; contudo, tem conceituação própria, assim como suas próprias técnicas
8.2. Abordagem distinta quanto à modificação das crenças nucleares dos pacientes, especialmente daquelas referentes a si mesmos.
8.3. Registro de Pensamentos Baseado no Processo (RPBP) , foi desenvolvida como estratégia estruturada para modificar as crenças nucleares.
8.3.1. Principal Técnica
8.3.2. Apresenta-se como uma analogia com a Lei, na qual o terapeuta engaja o paciente na simulação de um processo judicial