1. Consulta ginecológica
1.1. Necessita de cuidado, empatia e uma boa relação médico-paciente.
1.1.1. Aborda a intimidade da mulher
1.1.2. GO acaba se tornando o ˜clínico geral" da mulher
1.2. Anamnese
1.2.1. Adolescente/jovem
1.2.1.1. Menarca, telarca, pubarca
1.2.1.2. Acne, hirsutismo
1.2.1.3. Menstruação
1.2.1.3.1. Já menstruou?
1.2.1.3.2. DUM (Data da Última Menstruação)
1.2.1.3.3. Duração e quantidade do fluxo menstrual
1.2.1.3.4. Sintomas perimenstruais
1.2.1.4. Velocidade de crescimento comparado com meninas da mesma idade
1.2.1.5. Uso de anticoncepcional
1.2.1.5.1. Já utilizou?
1.2.1.5.2. Informação sobre ISTs (preservativos)
1.2.1.5.3. Quais os métodos já tentados?
1.2.1.5.4. Uso de AC hormonal?
1.2.2. Mulher no climatério
1.2.2.1. Menstruação
1.2.2.2. Síndrome climatérica
1.2.2.2.1. Fogachos
1.2.2.2.2. Diminuição da libido
1.2.2.2.3. Dispareunia
1.2.2.2.4. Alterações cutâneas
1.2.2.3. Investigação para
1.2.2.3.1. Osteoporose
1.2.2.3.2. Dislipidemias
1.2.2.3.3. Endocrinopatias - DM
1.2.3. Queixas frequentes
1.2.3.1. Hemorragia
1.2.3.2. Dor pélvica
1.2.3.3. Tumorações nas regiões pélvicas e mamárias
1.2.3.4. Corrimento/Leucorreia
1.2.3.5. Prurido vulvar
1.2.3.6. Disfunção sexual
1.2.3.7. Dispareunia
1.3. Exame físico
1.3.1. Exame das mamas
1.3.1.1. Inspeção
1.3.1.1.1. Etapas
1.3.1.1.2. Avaliar
1.3.1.2. Palpação
1.3.1.2.1. Cadeias de linfonodos
1.3.1.2.2. Mamas
1.3.1.2.3. Autoexame das mamas
1.3.2. Exame pélvico
1.3.2.1. Posicionamento
1.3.2.1.1. Posição de litotomia
1.3.2.1.2. Posição lateral (Sims)
1.3.2.2. Exame da vulva e do períneo
1.3.2.2.1. Inspeção
1.3.2.2.2. Teste de Collins (vulva)
1.3.2.3. Exame do vestíbulo e introito vaginal
1.3.2.3.1. Manobra de Valsalva com dois dedos na entrada da vagina
1.3.2.4. Exame especular
1.3.2.4.1. Introdução do espéculo bivalve na vagina em sentido longitudinal-oblíquo
1.3.2.4.2. Avaliação do colo uterino
1.3.2.4.3. Avaliação da mucosa vaginal
1.3.2.4.4. Coleta de secreção vaginal e raspado para CP de colo de útero
1.3.2.5. Toque vaginal
1.3.2.5.1. Introdução de um ou dois dedos enluvados e lubrificados no canal vaginal
1.3.2.5.2. Palpar
1.3.2.6. Toque retal
1.4. Exames complementares
1.4.1. Colposcopia
1.4.2. Ultrassonografia
1.4.3. Histeroscopia
2. REFERÊNCIAS
3. Fisiologia reprodutiva da mulher
3.1. Hormônios
3.1.1. GnRH
3.1.1.1. Produzido no núcleo arqueado do hipotálamo.
3.1.1.2. Estimula a produção de FSH e LH pela hipófise.
3.1.2. FSH
3.1.2.1. Induz o crescimento folicular, sendo que o folículo mais sensível ao FSH será o folículo dominante
3.1.2.2. Age também nas células da granulosa, transformando androgênio em estrógeno
3.1.3. LH
3.1.3.1. Age nas células da teca transformando colesterol em androgênio.
3.1.3.2. Atinge o pico na metade do ciclo menstrual
3.1.3.3. Induz a ovulação
3.1.4. Estrógenos
3.1.4.1. Induzem o desenvolvimento de características sexuais secundárias na puberdade.
3.1.4.2. Estimulam o crescimento ósseo pela inibição dos osteoclastos
3.1.5. Progesterona
3.1.5.1. Diminuição da frequência e intensidade das contrações uterinas
3.1.5.2. Atinge seu pico na metade da fase lúteo do ciclo menstrual
3.1.5.3. Promove o desenvolvimento das mamas
3.1.6. Androgênios:
3.1.6.1. Precursores dos estrógenos e progesterona.
3.1.7. Prolactina
3.1.7.1. Estimula a produção de leite
3.1.7.2. Inibida pela dopamina
3.1.7.3. Estimulada pelo TRH
3.1.7.3.1. Relação hipotireoidismo e hiperprolactinemia
3.1.8. Ocitocina
3.1.8.1. Estimulada pela sucção
3.1.8.2. Contração uterina no parto
3.1.8.3. Contração das células mioepiteliais dos dutos lactíferos mamários
3.2. Eixo neuroendócrino envolvendo
3.2.1. Hipotálamo
3.2.2. Hipófise
3.2.3. Ovários
4. Epidemiologia do câncer de colo de útero (CCU)
4.1. É o segundo mais comum em mulheres no mundo
4.1.1. 500 mil novos casos/ano
4.1.2. 80% dos casos = regiões subdesenvolvidas
4.1.2.1. Causa mais comum de morte por câncer em mulheres em regiões subdesenvolvidas
4.1.3. Diagnóstico é mais comum próximo aos 50 anos
4.2. Fatores de risco
4.2.1. Baixo nível socioeconômico
4.2.2. Gravidez precoce
4.2.3. Multíparas
4.2.4. Profissionais do sexo
4.2.5. Aumento dos parceiros sexuais
4.3. A principal causa é o HPV
4.3.1. Alto risco: 16, 18, 31, 33, 35
4.3.2. Está presente em 90% dos casos de CCU
5. Atributos da APS e NASF
5.1. Atributos essenciais da APS
5.1.1. Atenção no primeiro contato
5.1.1.1. Acessibilidade e acesso ao serviço: Porta de entrada
5.1.1.1.1. Geográfica
5.1.1.1.2. Organizacional
5.1.1.1.3. Econômica e sociocultural
5.1.2. Longitudinalidade
5.1.2.1. Manutenção do cuidado
5.1.2.2. Vínculo ao longo do tempo
5.1.2.3. Interesse do profissional além da história da doença atual
5.1.3. Integralidade
5.1.3.1. Promoção e prevenção
5.1.3.2. Atenção nos três níveis de complexidade
5.1.3.3. Articulação das ações de promoção
5.1.3.4. Abordagem integral do indivíduo e das famílias
5.1.4. Coordenação
5.1.4.1. Integrar os níveis assistenciais através de comissões intercessoras
5.1.4.1.1. Primário - APS
5.1.4.1.2. Secundário - Ambulatorial e hospitalar (serviços de média complexidade)
5.1.4.1.3. Terciário - Hospitalar (procedimentos de alta complexidade)
5.1.4.2. Objetivo em comum
5.2. O que é o NASF
5.2.1. Núcleo de Apoio à Saúde da Família
5.2.2. Equipes multiprofissionais
5.2.2.1. Assistente social
5.2.2.2. Profissional de educação física
5.2.2.3. Farmacêutico
5.2.2.4. Fisioterapeuta
5.2.2.5. Fonoaudiólogo
5.2.2.6. Psicólogo
5.2.2.7. Médico
5.2.3. Fornecem apoio às equipes de Atenção Básica e equipes de Saúde da Família
5.2.3.1. Não tem espaço físico independente
5.2.3.2. Atua dentro da atenção básica
5.2.3.2.1. UBS
5.2.3.2.2. CAPS
5.2.3.2.3. ACADEMIA DE SAÚDE
5.2.3.2.4. ESCOLAS
5.2.4. Como o NASF atua
5.2.4.1. Apoio às eAB e às eSF
5.2.4.1.1. Discussão de casos clínicos
5.2.4.1.2. Desenvolvimento de Projeto Terapêutico Singular (PTS)
5.2.4.2. Atenção direta aos usuários
5.2.4.2.1. Campanhas educativas em escolas
5.2.4.2.2. Grupos de psicoterapia
5.2.4.2.3. Grupos de atividade física (Melhor Idade por exemplo)
5.2.4.2.4. Educação permanente à comunidade