Transtornos de Ansiedade

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Transtornos de Ansiedade por Mind Map: Transtornos de Ansiedade

1. Epidemio

1.1. 1 em cada 4 pessoas satisfaz o critério diagnóstico de pelo menos um transtorno de ansiedade e que há uma taxa de prevalência em 12 meses de 17,7%

1.2. As mulheres têm 2x mais probabilidade de ter um transtorno de ansiedade do que os homens durante a vida

1.3. Sua prevalência diminui com o status socioeconômico mais alto

2. SUS

2.1. RAS

2.1.1. Rede Cegonha

2.1.2. Rede de Atenção às Urgências e Emergências (RUE)

2.1.3. Rede de Cuidado à Pessoa com Deficiência

2.1.4. Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas

2.1.5. Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)

2.1.5.1. Atenção Básica em Saúde

2.1.5.1.1. Unidades Básicas de Saúde, Consultórios na Rua e Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF)

2.1.5.2. Centro de Atenção Psicossocial (CAPS)

2.1.5.2.1. CAPS I

2.1.5.2.2. CAPS II

2.1.5.2.3. CAPS III

2.1.5.2.4. CAPSi

2.1.5.2.5. CAPS AD

2.1.5.2.6. CAPS AD III

2.1.5.3. Atenção Residencial de Caráter Transitório

2.1.5.3.1. Unidades de Acolhimento (UA) e os Serviços de Atenção em Regime Residencial

2.1.5.4. Atenção de Urgência e Emergência

2.1.5.4.1. SAMU 192 e UPA 24 horas

2.1.5.5. Atenção Hospitalar

2.1.5.5.1. Serviço Hospitalar ou Enfermaria Especializada em Hospital Geral

2.1.5.6. Estratégias de Desinstitucionalização

2.1.5.6.1. Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT), Programa de Volta para Casa (PVC) e Programa de Desinstitucionalização

2.1.5.7. Reabilitação Psicossocial

2.1.5.7.1. Iniciativas de trabalho e geração de renda, empreendimentos solidários e cooperativas sociais

3. Fobia específica

3.1. Medo intenso e persistente de um objeto ou de uma situação

3.2. TTO

3.2.1. Terapia comportamental

3.2.2. Psicoterapia orientada ao insight

3.2.3. Hipnose

3.2.4. Terapia de exposição

4. Fobia Social

4.1. Medo de situações sociais

4.1.1. Tem medo de se "embaraçar" em situações sociais (i.e., reuniões sociais, apresentações orais, encontro com pessoas novas). Podem ter medo de comer ou falar na frente dos outros, ou podem experimentar um medo vago e inespecífico de “embaraçar-se”

4.1.2. O medo é do que pode ocorrer na situação, não da situação em si.

4.2. TTO

4.2.1. ISRSs saõ primeira linha para pacientes com formas de transtorno de ansiedade social mais generalizada.

4.2.1.1. Buspirona em associação potencializa

4.2.2. Os benzodiazepínicos alprazolam e clonazepam também são eficazes nesse transtorno.

4.2.3. Atenolol, 50 a 100 mg ou propranolol, 20 a 40 mg 1 hora antes do desempenho

4.2.3.1. Dimiuem os sintomas β-adrenérgicos

5. TAG

5.1. Ansiedade e preocupação excessivas com vários eventos ou atividades na maior parte dos dias durante um período de pelo menos seis meses

5.1.1. A tensão motora manifesta-se mais comumente como tremor, inquietação e cefaleias.

5.2. 50 a 90% dos pacientes com transtorno de ansiedade generalizada tenham outro transtorno mental

5.3. TTO

5.3.1. Terapias ognitivo-comportamental, a de apoio e a orientada ao insight

5.3.2. Benzodiazepínicos, os ISRSs, a buspirona e a venlafaxina

6. Avaliação do Estado Mental

6.1. ASPECTOS DO PACIENTE NA ENTREVISTA INICIAL

6.1.1. Aparência

6.1.2. Psicomotricidade

6.1.3. Atitude frente ao examinador

6.1.4. Sentimentos despertados

6.2. FUNÇÕES MENTAIS

6.2.1. Consciência

6.2.1.1. Capacidade de entrar em contato com a realidade, perceber e conhecer os objetos

6.2.2. Atenção

6.2.2.1. Direção da consciência e depende do interesse que o indivíduo tem em determinado objeto

6.2.2.1.1. Vigilância refere-se ao estado de alerta para estímulos vindos do ambiente

6.2.2.1.2. Tenacidade é definida pela concentração da atenção ou foco da consciência

6.2.2.1.3. Distração: superconcentração ativa sobre determinados objetos com inibição do restante; observa-se uma hipertenacidade associada a uma hipovigilância

6.2.2.1.4. Distraibilidade: instabilidade acentuada da atenção voluntária, com dificuldade para se fixar em um objeto; a atenção é facilmente desviada. Apresenta hipotenacidade e hipervigilância

6.2.3. Sensopercepção

6.2.4. Orientação

6.2.5. Memória

6.2.6. Inteligência

6.2.6.1. Capacidade de assimilar conhecimentos factuais, compreender as relações entre eles e integrá-los aos conhecimentos já adquiridos anteriormente

6.2.7. Afetividade

6.2.7.1. Humor

6.2.7.1.1. Tônus afetivo do indivíduo em um determinado momento

6.2.7.2. Afeto

6.2.7.2.1. Qualidade emocional, observada através da expressão facial, do tom de voz e dos movimentos corporais

6.2.8. Pensamento

6.2.8.1. Organização do fluxo das ideias

6.2.9. Vontade

6.2.9.1. Representa o livre-arbítrio no direcionamento da ação

6.2.10. Juízo crítico

6.2.10.1. Capacidade para perceber e avaliar adequadamente a realidade externa e separá-la dos aspectos do mundo interno ou subjetivo

6.2.10.1.1. Possibilidade de autoavaliar-se adequadamente e ter uma visão realista de si mesmo

6.2.10.2. Insight

6.2.10.2.1. Envolve um grau de compreensão do paciente sobre si mesmo, seu estado emocional, sua doença e as conseqüências desta sobre si, pessoas que o cercam e sua vida em geral

6.2.11. Conduta

6.2.12. Linguagem

6.2.12.1. Elaboração e expressão do pensamento

6.3. FUNÇÕES PSICOFISIOLÓGICAS

6.3.1. Sono

6.3.2. Apetite

6.3.3. Sexualidade

7. Ansiedade vs Medo

7.1. Ansiedade é a resposta a uma ameaça desconhecida, interna, vaga ou conflituosa

7.1.1. Além dos efeitos motores e viscerais, a ansiedade afeta o pensamento, a percepção e o aprendizado

7.1.2. Sintomas: Diarreia, Vertigem, Hiperidrose, Reflexos aumentados, Palpitações, Dilatação da pupila, Inquietação, Síncope, Taquicardia Formigamento das extremidades Tremores, Perturbação estomacal Frequência, hesitação, urgência urinária

7.2. Medo é a resposta a uma ameaça conhecida, externa, definida ou não conflituosa

8. Fisiopatologia do medo e ansiedade

8.1. Amígdala possui conexão com o córtex e sistema límbico

8.1.1. Há uma interpretação de um estímulo, que é transmitido ao hipotálamo medial e à matéria cinzenta periaquedutal

8.1.1.1. Matéria cinzenta periaquedutal

8.1.1.1.1. Reações comportamentais e fisiológicas da defesa

8.1.1.2. Hipotálamo

8.1.1.2.1. Estimula a hipófise através do CRH (hormônio liberador de corticotrofina)

9. Transtorno de pânico

9.1. Critérios

9.1.1. Surto abrupto de medo intenso + 4 dos seguintes sintomas:

9.1.1.1. 1. Palpitações, coração acelerado, taquicardia. 2. Sudorese. 3. Tremores ou abalos. 4. Sensações de falta de ar ou sufocamento. 5. Sensações de asfixia. 6. Dor ou desconforto torácico. 7. Náusea ou desconforto abdominal. 8. Sensação de tontura, instabilidade, vertigem ou desmaio. 9. Calafrios ou ondas de calor. 10. Parestesias (anestesia ou sensações de formigamento). 11. Desrealização (sensações de irrealidade) ou despersonalização (sensação de estar distanciado de si mesmo). 12. Medo de perder o controle ou “enlouquecer”. 13. Medo de morrer.

9.1.2. Pelo menos um dos ataques foi seguido de um mês (ou mais) de uma ou de ambas as seguintes características:

9.1.2.1. 1. Preocupação persistente acerca de um novo ataque de pânico ou suas consequências 2. Uma mudança desadaptativa significativa no comportamento relacionada aos ataques (esquiva de algum comportamento que possa desencadeá-lo)

9.1.3. Não é consequência dos efeitos psicológicos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou de outra condição médica (p. ex. hipertireoidismo)

9.1.4. A perturbação não é mais bem explicada por outro transtorno mental

9.2. Ataque de panico

9.2.1. Ataques inesperados ocorrem a qualquer momento e não estão associados a um estímulo situacional identificável, duram de 10 a 30 minutos em média.

9.3. TTO

9.3.1. Alprazolam e paroxetina + TCC

10. Agorafobia

10.1. Medo ou uma ansiedade em relação a lugares dos quais a fuga possa ser difícil

10.2. Critérios

10.2.1. Medo ou uma ansiedade acentuados em relação a pelo menos 2:

10.2.1.1. (1) utilizar transporte público (2) estar em um espaço aberto (3) estar em um espaço fechado, (4) estar no meio de uma multidão ou ficar em pé em uma fila, ou (5) ficar sozinho fora de casa.

10.2.2. Deve durar pelo menos seis meses