1. Um livro escrito por dois autores.
1.1. Asa Briggs e Peter Burke
1.2. Este livro propõe que, as pessoas que trabalham com comunicação e estudos culturais devem levar em consideração a história.
1.2.1. Focaliza o mundo ocidental a partir do século XV.
1.2.1.1. Narrativa começa com a impressão, e não com o alfabeto, escrita, ou a fala.
2. Considerar a história da mídia
2.1. Alguns fenômenos da mídia são mais antigos do que em geral se imagina, como por exemplo, as séries de TV que copiam modelos de novelas radiofônicas.
3. Era rádio
3.1. Com a era do rádio, retórica, estudo da arte de se comunicar oralmente e por escrito, foi reconhecida no mundo acadêmico.
4. Comunicação visual
4.1. Com a criação da televisão, na década 50, surgiu a comunicação visual.
5. Como olhar para mídia
5.1. A mídia precisa ser vista como sistema em contínua mudança, no qual elementos diversos desempenham papéis de maior ou menor destaque.
6. Monopólio do conhecimento.
6.1. Innis , um historiador de economia, descreve em sua teoria que cada meio de comunicação tendia a criar um perigoso monopólio de conhecimento.
7. Imagens
7.1. Importante forma de comunicação e propaganda no mundo antigo.
7.2. Estátuas
7.3. O Islã e o Judaísmo baniu o uso da figura humana na arte religiosa.
7.4. Nas catedrais da Idade Média, as imagens esculpidas em madeira, pedra ou bronze e figurando em vitrais formavam um poderoso sistema de comunicação.
7.5. A arte era didática ,as pessoas aprendiam com as imagens.
8. Comunicação Escrita
8.1. A leitura e a escrita era ensinada serepadamente.
8.1.1. Na Europa protestante letramento é visível.
8.1.1.1. A igreja fazia exames anuais para ver o nível de leitura de cada membro da familia.
9. Reconsiderando a revolução gráfica em seu contexto.
9.1. Elizabeth Eisenstein
9.1.1. Para ela, as mudanças revolucionárias que se seguiram à invenção da impressão gráfica parecem exagerados.
9.1.2. Como mudanças que ela salientou aconteceram por um período de pelo menos três séculos, da Bíblia de Gutenberg à Enciclopédia de Diderot.
9.1.2.1. Uma revolução lenta pode afinal ser considerada uma revolução?
10. A revolução da prensa gráfica em seu contexto
10.1. Capitulo 1 - Antes da era moderna (1450-1789)
10.2. 1450, invenção de uma prensa gráfica por Guternberg.
10.3. Na China e no Japão, impressão (bloco)já era praticada.
10.4. A impressão gráfica espalhou por toda Europa.
10.4.1. Até o ano de 1500 foram produzidos cerca de 27 mil edições.
10.5. Impressão gráfica teve dificuldades em alguns países, principalmente na Rússia e no mundo cristão ortodoxo.
10.6. Os escribas , não apoiaram a não tecnologia, pois, além de ameaçava seu lugar no mercado de trabalho.
10.6.1. além disso, eles não queriam que as pessoas de posição de baixa hierarquia pudessem estudar os textos religiosos.
10.7. O surgimento do jornal, na década de 1660
10.8. No inicio da idade média, o problema era a falta de livro. Já no século XVI, o problema foi o excesso.
10.8.1. "tantos livros que não temos nem tempo de ler os títulos".
10.8.2. Calvino faz uma analogia: Os volumes eram uma floresta em que os leitores podiam se perder.
10.8.3. As bibliotecas tiveram de ser ampliadas devido o excesso de livros.
11. Comunicação física
11.1. Transporte Aquático era muito mais barato que o terrestre.
11.2. Um impressor italiano calculou em 1550 que a remessa de uma carga de livros de Roma para Lyon custaria 18 scudi por terra comparando com 4 scudi por mar.
11.3. As cartas eram entregue por entregue por terra.
11.3.1. No século XVII a república holandesa desenvolveu sistema de transporte de correspondência.
11.3.2. A velocidade média das barcaças era um pouco acima de 6,4 milhas por hora - lenta, se comparada a um correio a cavalo.
11.3.3. Somente em 1837, com a invenção do telégrafo elétrico foi quebrada a tradicional ligação entre transporte e comunicação das mensagens.
12. Império e Comunicação
12.1. Felipe II, filho de Carlos V, do império Espanhol foi o primeiro a implementar comunicação por mar.
12.1.1. Com intuito, de melhor a comunicação com os seus sucessores.
12.1.1.1. Comunicar por mar era mais rápido que por terra.
13. Comunicação transatlântica
13.1. Felipe II, e seus sucessores dependiam das partidas e retornos anuais dos navios que transportavam a prata do Novo Mundo.
13.2. Os navios que atravessavam o Atlântico carregavam, além de cartas, livros e jornais.
14. Comunicação oral
14.1. Retórica Eclesiástica
14.1.1. Meio oral eram conscientemente exploradas pelos mestres do que era conhecido no século XVI.
14.1.1.1. Após a Reforma, o sermão dos domingos se tornado parte cada vez mais importante da instrução religiosa, tanto para protestantes quanto para católicos.
14.2. Outra tipo de comunicação oral era a acadêmica
14.2.1. No ensino nas universidades baseava-se em palestras, debates formais ou disputas.
14.2.1.1. A arte da fala era considerada pelos retóricos tão importante quanto a da escrita.
14.3. .
15. Comunicação Visual
15.1. Ensinada nas escolas como parte disciplina de retórica.
15.1.1. A linguagem natural das mãos.
15.1.2. Obras de arte Renascentistas.
15.1.2.1. as obras eram encomendas por clientes particulares e de acordo com suas especificações.
16. Comunicação Multimídia
16.1. A formas de comunicação mais efetivas daquele período, assim como acontece nos dias de hoje.
16.1.1. O aparecimento do teatro, que culminou com um dos mais famosos slogans associados à comunicação.
16.2. A comunicação era um processo de duas vias, uma forma de diálogo.
16.3. O teatro, que culminou com um dos mais famosos slogans associados à comunicação: O mundo todo é um palco".
16.3.1. Teatro público em Londres.
16.3.2. A ópera comercial começou um pouco mais tarde, em Veneza, onde o primeiro teatro público foi aberto em 1637.
17. Interação entre meios de comunicação
17.1. Atualmente o manuscrito seria chamado meio"interativo"
17.1.1. relação entre divulgação oral e impressa.
17.2. As mídias orais e impressa coexistiam e interagiam no séculos XVIII.
18. Censura
18.1. As peças de teatro, frequentemente estavam sujeitas a censura.
18.2. Comunicação Clandestina
18.3. Jornal.
18.4. Comunicação Clandestina
18.4.1. A eficácia do sistema de censura não deve ser superestimada
18.4.1.1. foi organizar e reorganizar uma comunicação clandestina.
18.4.1.2. Pra evitar vazamento usavam-se código e cifras de diversos tipos.