Domínios Morfoclimáticos

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Domínios Morfoclimáticos por Mind Map: Domínios Morfoclimáticos

1. Solo do domínio das araucárias O tipo de solo mais característico das araucárias é a terra roxa. Apesar do nome, trata-se de um solo de cor avermelhada, que tem origem vulcânica e é formado através da decomposição do basalto. Esse solo apresenta umidade constante, que ocorre porque os rios das araucárias nunca secam. Isso faz com que a terra roxa seja naturalmente fértil e apropriada para o plantio. Vegetação do domínio das araucárias A vegetação predominante é a Mata de Araucária, também chamada de Mata dos Pinhais, que consiste em uma floresta de pouca densidade. No Brasil, ela concentração o único exemplo de coníferas (Espécie de fruto tem formato de cone).

2. Relevo do domínio das araucárias O relevo do domínio das araucárias nota-se por fortes ondulações e terrenos montanhosos. De aparar protuberante e formado pelo processo de erosão, esse domínio se localiza no Planalto meridional, e tem uma altitude que vai de 500 a 1.300 metros. Parte do relevo das araucárias é formado pela ação da erosão em rochas de diferentes resistências. Clima do domínio das araucárias O clima é majoritariamente subtropical e apresenta temperaturas médias, que costumam variar entre os 14 e os 30 graus. Como as estações do ano são definidas e, por isso, os invernos costumam ser rigorosos e os verões, quentes A distribuição das chuvas ao longo do ano costuma ser bastante uniforme.

3. Cerrado

3.1. Relevo do domínio do cerrado No domínio do cerrado, o relevo é em sua maioria plano ou com pequenas ondulações. Composto por grandes planaltos e chapadões, esse domínio morfoclimático tem cerca de 50% da sua altitude entre 300 e 600 metros. Clima do domínio do cerrado O clima que predomina no cerrado é o sazonal tropical. A temperatura média da região ronda os 22 graus Celsius. No entanto, uma máxima pode ultrapassar os 40 e a mínima pode ficar abaixo de 0, concluída em geadas. Trata-se de um domínio onde as estações do ano são bastante definidas: chove bastante no verão e o inverno é seco. O local também costuma atravessar um período severo de outubro a abril. Hidrografia do domínio do cerrado localizado na região central do país, o cerrado é também chamado de "caixa d'água do Brasil" por conta da sua hidrografia. Em seu território estão leitos e nascentes de rios de 8 das 12 bacias hidrográficas brasileiras. São exemplos exemplos rios o Rio Araguaia, o Rio Tocantins e o Rio São Francisco. A hidrografia do cerrado é responsável pela geração de energia de 9 em cada 10 brasileiros, por conta da importância desse domínio morfoclimático para os recursos hidrelétricos do país. Solo do domínio do cerrado O solo do cerrado é investigador avermelhado e pode ser arenoso ou argiloso. Os tipos de solo predominantes nesse domínio são: Latossolo: de cor avermelhada / amarelada, é um tipo de solo pobre em nutrientes, que cobre cerca de 46% do domínio do cerrado. É um solo profundo. Podzólico: solo mineral fértil de cor avermelhada escura, e de reforços teor de ferro. Esse tipo de solo é bastante suscetível a erosões. Vegetação do domínio do cerrado A vegetação do cerrado consiste majoritariamente em arbustos e em árvores baixas, que não costumam estar concentrados em grupos, mas sim afastados uns dos outros. Tipicamente, os troncos têm casca bastante grossa e aparência retorcida; como as folhas costumam ser ásperas. Impactos ambientais no domínio do cerrado O cerrado é o domínio morfoclimático que mais foi corrigido pelos impactos ambientais ao longo dos anos. Dentre as principais causas dessa degradação estão: Contaminação dos rios. Abertura de rodovias. Expansão das fronteiras agrícolas. Queimadas. os troncos têm casca bastante grossa e aparência retorcida; como as folhas costumam ser ásperas. Impactos ambientais no domínio do cerrado O cerrado é o domínio morfoclimático que mais foi corrigido pelos impactos ambientais ao longo dos anos. Dentre as principais causas dessa degradação estão: Contaminação dos rios. Abertura de rodovias. Expansão das fronteiras agrícolas. Queimadas. os troncos têm casca bastante grossa e aparência retorcida; como as folhas costumam ser ásperas. Impactos ambientais no domínio do cerrado O cerrado é o domínio morfoclimático que mais foi corrigido pelos impactos ambientais ao longo dos anos. Dentre as principais causas dessa degradação estão: Contaminação dos rios. Abertura de rodovias. Expansão das fronteiras agrícolas. Queimadas.

4. Pradarias

4.1. Relevo do domínio das pradarias Também chamado de Pampas ou de Campanha Gaúcha, o domínio morfoclimático das pradarias apresenta relevo baixo e ligeiras ondulações chamadas de coxilhas. Por conta da amplitude desse tipo de relevo, a região é utilizada para a prática da pecuária. Clima do domínio das pradarias Tendo em conta o clima, as pradarias podem ser divididas em dois tipos diferentes: Pradarias temperadas: são aquelas cujo clima varia entre temperaturas quentes e frias, de acordo com as estações do ano. O verão e a primavera costumam apresentar um grande volume de chuvas; já o inverno e o outono são especializados secos. Pradarias tropicais: são aquelas que apresentam clima quente e seco durante o ano todo.

4.1.1. Hidrografia do domínio das pradarias No que diz respeito à hidrografia, destacam-se alguns rios como o Rio Ibicuí, o Rio Santa Maria e o Rio Uruguai. Esses rios apresentam grande fluxo, e são responsáveis ​​pela drenagem ininterrupta deste domínio morfoclimático. Todos eles pertencem à Bacia do Uruguai. Solo do domínio das pradarias O solo das pradarias geralmente é profundo e de cor escura. A tonalidade da cor é originada da decomposição de uma matéria orgânica que o cobre, chamada húmus. O húmus torna o solo fértil e, por conta disso, pois as pradarias costumam ser utilizadas para plantação, principalmente de cereais. Em algumas regiões da região, o tipo de solo é o arenito. Nesses locais, a agricultura é desenvolvida através do uso de máquinas e técnicas de correção do solo. Outros dois tipos de solo existentes nas pradarias são o paleossolo vermelho e o paleossolo claro. Vegetação do domínio das pradarias No que diz respeito à vegetação, as pradarias são cobertas por espécies herbáceas e rasteiras, com alturas que costumam variar entre 10 e 50 cm. Para saber mais sobre as pradarias, veja também: Pradarias.

5. Mares e Morros

5.1. Relevo do domínio dos mares de morros O relevo da região, que deu origem à designação deste domínio morfoclimático, caracteriza-se pela presença de morros arredondados, planaltos e serras, dentre as quais se destaca a Serra do Mar. Clima do domínio dos mares de morros Apesar de o clima dos mares de morros poder apresentar variações consoante as regiões, o clima tropical úmido é predominante. Por conta do clima tropical de altas temperaturas, o índice de chuva é alto. Isso pode fazer com que as encostas não sejam tão seguras; o risco de desabamentos é constante.

5.1.1. Relevo do domínio dos mares de morros O relevo da região, que deu origem à designação deste domínio morfoclimático, caracteriza-se pela presença de morros arredondados, planaltos e serras, dentre as quais se destaca a Serra do Mar. Clima do domínio dos mares de morros Apesar de o clima dos mares de morros poder apresentar variações consoante as regiões, o clima tropical úmido é predominante. Por conta do clima tropical de altas temperaturas, o índice de chuva é alto. Isso pode fazer com que as encostas não sejam tão seguras; o risco de desabamentos é constante.Relevo do domínio dos mares de morros O relevo da região, que deu origem à designação deste domínio morfoclimático, caracteriza-se pela presença de morros arredondados, planaltos e serras, dentre as quais se destaca a Serra do Mar. Clima do domínio dos mares de morros Apesar de o clima dos mares de morros poder apresentar variações consoante as regiões, o clima tropical úmido é predominante. Por conta do clima tropical de altas temperaturas, o índice de chuva é alto. Isso pode fazer com que as encostas não sejam tão seguras; o risco de desabamentos é constante.

6. Araucárias

7. Caatinga

7.1. Caatinga é um bioma localizado na região Nordeste do Brasil, sendo o único tipo de formação vegetal exclusivamente brasileiro. O solo costuma ser pedregoso e ralo. O relevo é baixo, sendo dominado por depressões, especialmente no sertão, embora em suas bordas possamos encontrar outras formações como os planaltos. Algumas palmeiras e o juazeiro, que possuem raízes bem profundas para absorver água do solo, não perdem as folhas.

7.2. Quando as condições de umidade do solo são mais favoráveis, a caatinga se assemelha à mata, onde são encontradas árvores como o juazeiro, também conhecido por joá, ou laranjeira do vaqueiro, a aroeira e a baraúna. Seus principais impactos ambientais são a formação de grandes latifúndios para a criação de gado, desmatamentos para formar pastagens e implantar indústrias, exploração irregular de recursos humanos, fósseis fósseis e projetos de irrigação e drenagem sem critério, que provocam a salinização do solo

8. Amazônico

8.1. Relevo do domínio amazônico No que diz respeito ao relevo, trata-se de um domínio cuja composição dá-se majoritariamente por terras baixas, ou seja, por locais de baixas latitudes e por grandes depressões. Clima do domínio amazônico O clima é equatorial, quente e úmido e as chuvas costumam ocorrer durante todo o ano. A temperatura média costuma atingir entre os 24ºC e os 27ºC. Hidrografia do domínio amazônico A hidrografia é um dos pontos de destaque desse domínio, visto que nele fica situada a maior bacia hidrográfica do Brasil, a Bacia hidrográfica amazônica. Isso influencia no fato de a região apresentar um grande volume de água. Solo do domínio amazônico Em sua grande maioria, o solo da região amazônica é composto por latossolos (formados em grande parte por material mineral) e argissolos (apresentam uma separação bastante nítida relativamente a horizontes de cor). Regra geral, o solo da região amazônica não possui um alto índice de fertilidade. Vegetação do domínio amazônico A vegetação é bastante diversificada e perene, ou seja, não costuma perder folhas ao longo do ano. O aspecto vegetal varia conforme a proximidade dos cursos de água e subdivide-se em três tipos: Matas de igapó: presentes em áreas constantemente inundadas pelos rios. Matas de várzea: presentes em áreas que são inundadas pelos rios de forma ocasional. Matas de terra firme: presentes em áreas que não são inundadas pelos rios.