1.1. Em geral, a profilaxia consiste em saneamento básico, ingestão de água tratada ou fervida e de frutas e verduras bem lavadas, higiene pessoal e tratamento dos doentes.
2. Prevenção
2.1. proporcionar saneamento básico para toda a população; utilizar sempre que possível água tratada para beber; lavar as mãos antes e após as refeições; lavar bem frutas e hortaliças e deixá-las de molho em uma solução de água sanitária e água (1 colher de sopa de água sanitária para cada litro de água) filtrar e ferver (por no mínimo 20 minutos) água de poço ou rios antes de bebê-las; evitar o contato com fezes humanas; lavar com muita água e sabão se tiver tido contato com fezes humanas.
3. Transmisão
3.1. A transmissão ocorre pela ingestão de alimentos e água contaminados com os cistos das amebas. Em populações sem saneamento básico, o homem é obrigado a fazer suas necessidades no ambiente. Se as fezes estiverem contaminadas com o parasito, o ambiente (principalmente a água) se contamina.
4. Agente Etiológico
4.1. A amebíase é uma infecção do intestino grosso e, por vezes, do fígado e outros órgãos, que é causada pelo protozoário unicelular Entamoeba histolytica, uma ameba. As amebas podem ser transmitidas de pessoa para pessoa, ou pelos alimentos ou água.
5. Reservatório
5.1. Entamoeba hystolytica. Reservatório - O homem. Modo de transmissão - Ingestão de alimentos ou água contaminados por dejetos, contendo cistos amebianos. Ocorre mais raramente na transmissão sexual devido a contato oral-anal.
6. Periodo de incubação
6.1. A Entamoeba histolytica é a responsável pela amebíase, embora possa estar presente no organismo sem desenvolver a doença. Esta, de período de incubação que varia entre 2 e 4 semanas, se caracteriza pela manifestação de diarreias e, em casos mais graves, comprometimento de órgãos e tecidos.
7. Morfologia
7.1. 4 fases : trofozoíto (ou forma vegetativa), cisto (ou forma de resistência), pré-cisto (forma entre trofozoíto e cisto) e metacisto (forma que dá origem ao trofozoíto).
8. Ciclo Biológico
8.1. O ciclo de vida do protozoário causador da amebíase começa quando o indivíduo ingere os cistos. Estes passam pelo estômago até chegarem no intestino delgado. Interessante notar que eles são muito resistentes, uma vez que sobrevivem aos ácidos estomacais.
9. Epidemiologia
9.1. Estima-se que mais de 10% da população mundial estão infectados por E. dispar e E. histolytica, que são espécies morfologicamente idênticas, mas só a última é patogênica, sendo sua ocorrência estimada em 50 milhões de casos invasivos/ano.
10. Manisfestações clinicas
10.1. Cólicas abdominais. Evacuação de fezes pastosas com muco e sangue ocasional. Fadiga. Gases em excesso. Dor retal durante evacuação (tenesmo) Perda de peso involuntária.
11. Diagnósticos
11.1. É geralmente assintomática, mas diarreia e disenteria leve a grave podem ocorrer. Infecções extraintestinais incluem abscessos no fígado. O diagnóstico é feito identificando-se E. histolytica em amostras de fezes, ou por meio de testes sorológicos.
12. Tratamento
12.1. O tratamento para casos simples de amebíase geralmente consiste na prescrição de metronidazol por dez dias, administrado por via oral. O médico também pode prescrever medicamentos para controlar náuseas.
13. Sinais e sintomas
14. Descrição da doença
14.1. Amebíase é uma enfermidade causada por protozoários. A disenteria é o principal sintoma, e a transmissão ocorre por meio da água, alimentos e objetos contaminados. A amebíase é uma doença infecciosa causada pelo protozoário Entamoeba histolytica.