1. Autonomia Didática 1920 - 1979
1.1. 1920 Alfabetização sob medida "Reforma Sampaio Dória".
1.2. Questões políticas e sociais aumentam a resistência ao método Analítico - maior busca por soluções para os "problemas de ensino".
1.2.1. A obrigatoriedade de iniciar a escolarização com 7 anos, ficou determinado o início da mesma com 9 anos.
1.3. 1934 - Testes ABC para verificação da maturidade necessária ao aprendizado da leitura e escrita - Lourenço Filho.
1.4. Utilização de Métodos Mistos.
1.5. 1948-1990 "Cartilhas" Métodos Mistos "Caminho Suave".
1.6. Período Preparatório - exercícios de discriminação visomotora, auditivomotora, posição do corpo e membros, coordenação motora grossa e fina.
1.7. Métodos com foco na maturidade da criança.
1.8. LDB 4024/61
1.9. 1964 - Paulo Freire: Pedagogia Libertadora, Alfabetização e Letramento/ EJA.
1.9.1. Período da Ditadura Militar
1.10. LDB 5692/71
1.10.1. Lei que modificou a estrutura de ensino do país - Curso primário e o antigo ginásio se tornaram um só curso de 1º grau.
2. Construtivismo e a Desmetodização do Ensino 1980 - 1999
2.1. 1980 - Práticas anteriores são questionadas.
2.2. Abandono de práticas tradicionais e questiona-se a utilização das Cartilhas.
2.3. Implantação do Ciclo Básico, em 1984
2.4. 1986 - Problemas do fracasso escolar passa a ser pensado em termos de políticas públicas (não se pode mais discutir Método).
2.5. 1986 - Concepção Construtivista - uma "Revolução Conceitual" e não um Método (Emília Ferreiro e Ana Teberoski - Teoria de Piaget)
2.6. Processo de aprendizagem compreendida de acordo com a Psicogênese da Língua Escrita.
2.6.1. Conceito de que a Aprendizagem independe do Ensino; a criança constrói seu conhecimento.
2.6.2. Cada “erro”de escrita que a criança produz indica uma hipótese sobre o sistema de escrita
2.6.3. Fases de desenvolvimento da escrita: garatujas/pré-silábico/silábico/silábico-alfabético/alfabético.
2.7. Questionamentos e disputas entre os defensores dos Métodos: Tradicionais/Mistos, defensores das "Cartilhas", nível de Maturidade X construtivistas.
2.8. Magda Soares - final dos anos de 1980 e início de 1990 (Letramento)
2.8.1. Leitura e escrita = prática social
2.9. LDB 9394/1996
2.10. 1997 - Institucionalização em nível nacional (MEC) do Construtivismo por meios dos PCN's.
2.10.1. Tentativa de desmetodização do ensino mas os PCN's ainda apresentam o Método Analítico/Global.
2.11. Questionamentos em relação a ausência de uma "didática construtivista"
2.12. Dados do PISA demonstram desempenho a baixo da média internacional, bem como as avaliações nacionais SAEB (1995 a 2005) indicam o declínio de desempenho dos alunos.
2.13. Vygotsky - psicologia histórico-cultural (Interacionismo).
2.13.1. Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP)
2.14. Luria - fases da pré-história da escrita: pré-instrumental e a pictográfica.
3. Métodos do Ensino Século XIX - 1889
3.1. Antonio da Silva Jardim (1860-1891), difusor do Método João de Deus, impresso na Cartilha Maternal ou Arte da Leitura, de 1876.
3.1.1. Alfabetização ganha destaque Método João de Deus" "Palavração"(influência das concepções de Portugal)
3.2. Anterior a 1889 ensino de leitura e escrita assistemática em casa (aulas régias).
3.3. 1889 Proclamação da República: universalização da escola.
3.4. A partir de 1889 práticas organizadas nas escolas: Métodos Sintéticos (alfabético e silábico), ou seja, das partes para o todo/decodificação.
3.5. Alfabetizar era sinônimo de civilizar, disciplinar, iluminar uma sociedade teológica elevando-a a positiva
4. Reforma da Instrução Pública Início do Século XX - 1920
4.1. Entra em uso o Método Analítico (do todo para as partes/prioriza o sentido e a compreensão da palavra, o "TODO" (influência das pedagogias norte-americanas)
4.2. Adaptação do ensino a nova concepção de criança;
4.3. Cartilhas: "palavração" e "sentenciação"
4.4. 1910 - Termo Alfabetização começa a ser utilizado - estudos "como ensinar a partir da definição de habilidades visuais, auditivas e motoras da criança aprendiz.
4.5. Disputas entre os métodos - Analíticos e Sintéticos
5. Contexto Atual 2000...
5.1. 2000 - Objetivos do Milênio
5.1.1. ODM 2 - referente a Educação
5.2. 2001 INAF - Indicador de Alfabetismo Funcional
5.2.1. Não é uma estatística oficial governo.
5.2.1.1. 5 níveis de alfabetismo: Analfabeto Funcional (analfabeto e rudimentar) e Básico e Pleno (elementar, intermediário e proficiente).
5.3. Decreto que institui o Ensino Fundamental de 9 anos - - Lei 11.274/2006
5.4. 2007 Provinha Brasil
5.5. 2008 Pró Letramento - Difundido por Magda Soares nos cursos de formação continuada.
5.6. Pesquisas na área da Psicologia Cognitiva destacam a superioridade do Método Fônico em relação ao Global.
5.7. 2011 - Lei 11.274 em vigor Política de inserção da criança de 6 anos no Ensino Fundamental de 9 anos.
5.8. 2012 Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC).
5.9. Práticas de Alfabetização contemplam a "consciência fonológica.
5.10. 2013 - ANA Avaliação Nacional da Alfabetização
5.11. 2014 PNE - Plano Nacional da Educação
5.12. 2015 - Agenda 2030
5.12.1. ODS 4 - referente a Educação
5.13. Decreto 9765/19 - PNA Política Nacional de Alfabetização
5.13.1. Programas Tempo de Apender; Conta pra mim
5.13.2. Lema: Alfabetização Baseada em Evidências
5.14. 2020 - FUNDEB Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica
5.15. 2020 - COVID
5.15.1. Mais de 5 anos sem reais políticas de formação