Dilma Vizú da Silva 817403

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Dilma Vizú da Silva 817403 por Mind Map: Dilma Vizú da Silva 817403

1. 1° Par - Nervo Olfatório (I)

1.1. OC: Lamina crivosa do etmoide.

1.1.1. O etmoide é constituído por uma lâmina horizontal, uma lâmina vertical e duas massas laterais. A lâmina horizontal é também chamada lâmina crivosa devido aos crivos (orifícios) que possui. A face inferior dessa lâmina horizontal contribui para formar a parede superior da fossa nasal.

1.2. OE: Bulbo Olfatório.

1.2.1. O bulbo olfatório é a área olfatória primária do cérebro. Ao captar um cheiro, as células receptoras enviam sinais elétricos para os glomérulos, que se localizam no bulbo olfatório. O bulbo olfatório nos ajuda a captar os aromas, sendo essencial para o funcionamento do nosso olfato.

1.3. CF: Aferente visceral especial.

1.3.1. Fibras aferentes viscerais especiais: são aquelas ligadas às vísceras e que conduzem impulsos de gustação e olfação.

1.4. AÇ: Olfato da cavidade nasal e septo nasal.

1.4.1. A cavidade nasal na realidade são duas cavidades paralelas que se estendem das narinas até à faringe e estão separadas uma da outra por uma parede cartilaginosa. Em seu interior existem dobras chamadas conchas nasais, que têm a função de fazer o ar rotacionar. No teto das fossas nasais existem células sensoriais, responsáveis pelo sentido do olfato.

1.5. Olfação

1.6. São originados na região olfatória de cada fossa nasal, atravessam o osso etmoide e terminam no bulbo olfatório. Possuem função exclusivamente sensitiva, sendo responsáveis pela condução dos impulsos olfatórios.

2. 2° Par Óptico (II)

2.1. OC: Canal óptico.

2.1.1. Um canal ósseo, situado na pequena asa do osso esfenoide, onde passam o nervo óptico, a artéria oftálmica e os nervos simpáticos. Sua função é, basicamente, conectar o cérebro aos nossos olhos, como uma espécie de fio condutor. Assim, os comandos e impulsos nervosos são enviados da nossa retina para nosso córtex

2.2. OE: Quiasma óptico.

2.2.1. O quiasma óptico é uma estrutura em formato de X formada pelo encontro de dois nervos ópticos. Localiza-se na parte anterior do assoalho do III ventrículo. Recebe as fibras dos nervos ópticos, que ai cruzam em parte e continuam nesse trato que se dirigem aos corpos geniculados laterais. É uma das peças chave para a visão. Basicamente, sua função é conectar o cérebro com nossos olhos para que os impulsos nervosos sejam enviados da retina até o córtex. Ele faz parte do sistema nervoso sensorial, depois de receber estímulos de luzes projetadas em objetos, o nervo óptico processa essas informações essencial à visão.

2.3. CF: Aferente somático especial.

2.3.1. Trata-se de um nervo exclusivamente sensitivo que ocupa, juntamente com os nervos Facial e Intermédio, o meato acústico interno. As fibras desse nervo classificam-se como Aferentes Somáticas Especiais. O nervo óptico é sensitivo, visto que é formado por fibras aferentes somáticas especiais, cuja função é conduzir os impulsos visuais.

2.4. AÇ: Visão a partir da retina.

2.4.1. Retina é uma parte do olho dos vertebrados responsável pela formação de imagens, ou seja, pelo sentido da visão. É como uma tela onde se projetam as imagens: retém as imagens e as traduz para o cérebro através de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico. A Retina é uma das membranas do seguimento posterior do olho, que tem a função de transformar o estímulo luminoso em um estímulo nervoso e enviá-lo ao cérebro, para que as imagens sejam lidas. A membrana nervosa do olho é ligada desde o nervo óptico até a pupila.

2.5. Visão

2.6. O II par craniano, é o Nervo Óptico. Se origina nas células fotorreceptoras da retina e se manifesta no crânio pelo canal óptico. Cada nervo óptico se une com o do lado oposto, formando o quiasma óptico. Sua função é sensorial, sendo o responsável pela visão.

3. 3° Par Oculomotor (III)

3.1. OC: Fissura orbital superior.

3.1.1. As asas maior e menor do osso esfenoide contém a fissura orbitária superior, que permite que muitas estruturas passem através do crânio

3.2. OE: Mesencéfalo – sulco medial do pedúnculo cerebral.

3.2.1. Junto à sustância negra existem dois sulcos longitudinais: um lateral, sulco lateral do mesencéfalo, e outro medial, sulco medial do pedúnculo cerebral. Estes sulcos marcam o limite entre a base e o tegmento do pedúnculo cerebral. Do sulco medial emerge o nervo oculomotor, III par craniano. O mesencéfalo é responsável por algumas funções como a visão, audição, movimento dos olhos e movimento do corpo. Ponte: Situa-se entre o bulbo e o mesencéfalo.

3.3. CF: Eferente somático geral e Eferente visceral geral.

3.3.1. O sistema nervoso somático é responsável pela relação entre o corpo humano e o meio ambiente, sendo constituído de duas partes: Aferente (sensitiva) e Eferente (motora). O sistema nervoso autônomo também é dividido em duas partes: Aferente e Eferente (Autônomo). Fibras eferentes ou motoras Fibras eferentes viscerais gerais: são aquelas ligadas aos músculos lisos, coração e glândulas; Fibras eferentes viscerais especiais: são aquelas ligadas aos músculos esqueléticos branquioméricos (músculos originados a partir dos arcos branquiais, os quais são considerados como vísceras).

3.4. AÇ: Motor para os músculos retos superior, inferior e médio, músculo oblíquo inferior eleva a pálpebra superior; vira o bulbo do olho para cima, para baixo e medialmente inervação parassimpática para o músculo esfíncter da pupila e músculo ciliar constringe a pupila e acomoda a lente do bulbo do olho.

3.5. Movimentos do bulbo do olho

3.6. O nervo oculomotor é o terceiro dos doze nervos cranianos. A principal função deste nervo é a inervação dos músculos extraoculares

3.7. Contricção pupilar e acomodação visual

4. 4° Par Troclear (IV)

4.1. OC: Fissura orbital superior

4.1.1. A fissura orbitária superior é uma fenda que se comunica com a fossa média do crânio e localiza-se entre a asa maior e menor do esfenóide, na região posterior da órbita.

4.2. OE: Mesencéfalo – Véu medular superior

4.2.1. O véu medular superior, que se estende entre os dois pedúnculos cerebelares superiores. Uma pequena parte da substância branca do nódulo do cerebelo.

4.3. CF: Eferente somático geral

4.3.1. O sistema nervoso somático é responsável pela relação entre o corpo humano e o meio ambiente, sendo constituído de duas partes: Aferente (sensitiva) e Eferente (motora). O sistema nervoso autônomo também é dividido em duas partes: Aferente e Eferente (Autônomo).

4.4. AÇ: Motor para o músculo oblíquo superior que ajuda a virar o olho ínfero-lateralmente.

4.5. Nervos cranianos. O nervo troclear ou patético constitui, com o homólogo contralateral, o quarto (IV) par de nervos cranianos e um dos três pares de nervos oculomotores. Este nervo é responsável pela inervação de apenas um músculo: o oblíquo superior do olho.

4.6. Movimento do bulbo do olho

4.7. Nervos cranianos. O nervo troclear ou patético constitui, com o homólogo contralateral, o quarto (IV) par de nervos cranianos e um dos três pares de nervos oculomotores. Este nervo é responsável pela inervação de apenas um músculo: o oblíquo superior do olho.

5. 5° Par Trigêmeo (V)

5.1. OC: Fissura orbital superior, Forame redondo e Forame oval;

5.2. OE: Ponte - Gânglio trigeminal – pedúnculo cerebelar médio;

5.3. CF: Mista Somático geral;

5.4. AÇ: Sensibilidade da córnea, pele da fronte, escalpo, pálpebras, nariz e túnica mucosa da cavidade nasal e seios paranasais (Oftálmica). Sensibilidade proveniente da pele da face sobre a maxila incluindo lábio superior, dentes maxilares, túnica mucosa do nariz, seios maxilares e palato (maxilar). Motor para os músculos da mastigação, milohióideo, ventre anterior do músculo digastrico, tensor do véu palatino e tensor do tímpano Sensibilidade da pele sobre a mandíbula, incluindo o lábio inferior e o lado da cabeça, dentes mandibulares, articulação temporomandibular e túnica mucosa da boca e dois terços anteriores da língua (Mandibular).

5.5. Sensibilidade geral

5.6. O nervo trigêmeo ou nervo trigémeo constitui, com o homólogo contralateral, o quinto (V) par de nervos cranianos. É assim chamado por possuir três ramos: o nervo oftálmico, o maxilar e o mandibular. É um nervo com função mista (motora e sensitiva), porém há o predomínio de função sensitiva.

5.7. Sensibilidade geral, Mastigação e tensão da membrana timpânica.

6. 6° Par Abducente (VI)

6.1. OC: Fissura orbital superior;

6.2. OE: Ponte - Sulco bulbo pontino;

6.3. CF: Eferente somático geral;

6.4. AÇ: Motor para o músculo reto lateral que vira o olho lateralmente;

6.5. Movimento do bulbo do olho

6.6. Sua função é realizar a movimentação do músculo oblíquo superior. O VI par craniano é o Nervo Abducente. Se origina no sulco bulbo-pontino e emerge no crânio pela fissura orbital superior. Sua função, como dos pares anteriores, é exclusivamente motora, sendo o responsável pela movimentação do músculo reto lateral.

7. 7° Par Facial (VII)

7.1. OC: Forame estilomastoide;

7.2. OE: Sulco bulbo pontino lateralmente ao VI par –Ponte;

7.3. CF: Misto somático e visceral;

7.4. AÇ: Motor para os músculos da expressão facial e escalpo; também supre os músculos estapédio da orelha média, estilo-hióideo e ventre posterior do digastrico. Gosto proveniente dos dois terços anteriores da língua, assoalho da boca e palato. Sensibilidade proveniente da pele do meato acústico externo. Inervação parassimpática para as glândulas salivares submandibular e sublingual, glândula lacrimal e glândulas do nariz e palato.

7.5. O VII par craniano é o Nervo Facial. É um nervo misto que se origina no sulco bulbo-pontino (lateralmente ao VI par) e tem origem aparente no crânio pelo forame estilomastoideo.

7.6. Seu componente sensitivo é responsável pela sensibilidade especial (sensorial) de gustação dos 2/3 anteriores da língua. Também inerva as glândulas salivares maiores (submandibular e sublingual) e a glândula lacrimal. Para testar o funcionamento do nervo, há alguns testes que podem ser realizados

7.7. Gustação, Sensibilidade geral, Movimento facial e tensão nos ossos da orelha média , Salivação e lacrimejamento.

8. 8° Par Vestibulococlear (VIII)

8.1. OC: Meato acústico interno;

8.2. OE: Sulco bulbo Pontino lateralmente ao VII par - Ponte;

8.3. CF: Aferente somático especial;

8.4. AÇ: Sensibilidade vestibular proveniente dos ductos semicirculares, utrículo e sáculo relacionados com a posição e movimento da cabeça. Audição proveniente do órgão espira

8.5. O nervo vestibulococlear é o oitavo nervo craniano (CN VIII) e é um nervo puramente sensitivo. O seu trajeto tem início no vestíbulo, responsável pelo equilíbrio somático. A segunda parte do nervo começa na cóclea, na qual existem sinapses cocleares com o gânglio espiral.

8.6. Sensação de movimento e posição da cabeça e audição

9. 9° Par Glossofaríngeo (IX)

9.1. OC: Fossa jugular;

9.2. OE: Sulco lateral posterior do bulbo - Bulbo

9.3. CF: misto somático e visceral;

9.4. AÇ: Motor para o músculo estilofaríngeo que ajuda na deglutição. Inervação parassimpática para a glândula parótida. Sensibilidade visceral proveniente da glândula parótida, glomo e seio caróticos, faringe e orelha média. Paladar proveniente do terço posterior da língua. Sensibilidade cutânea proveniente da orelha externa;

9.5. É um nervo com função sensitiva e motora. É responsável pela sensibilidade de parte da língua, da faringe e tuba auditiva. A parte motora é relacionada com os músculos da faringe.

9.6. Sensibilidade geral

9.7. Gustação, químio e barorrecepção, sensibilidade visceral

9.8. Deglutição

9.9. Salivação

10. 10° Par Vago (X)

10.1. OC: Fossa jugular;

10.2. OE: Sulco lateral posterior do bulbo inferiormente ao IX par – Bulbo;

10.3. CF: misto somático e visceral;

10.4. AÇ: Motor para os músculos constritores da faringe, músculos intrínsecos da laringe, músculos do palato e músculos estriados situados nos dois terços superiores do esôfago. Inervação parassimpática para o músculo liso da traqueia, brônquios, trato digestório e músculo cardíaco. Sensibilidade visceral proveniente da base da língua, faringe, traqueia, brônquios, coração, esôfago, estômago e intestino, Paladar proveniente da epiglote e palato. Sensibilidade proveniente da orelha externa, meato acústico externo e dura-máter da fossa posterior do crânio

10.5. O nervo vago ou pneumogástrico constitui, com o homólogo contralateral, o décimo (X) par de nervos cranianos. Esse nervo está incluído na porção craniana do sistema nervoso autônomo parassimpático e, dentre os nervos cranianos, é o que possui maior área de inervação, chegando às cavidades torácica e abdominal

10.6. Sensibilidade geral

10.7. Químio e barorrecepção e sensibilidade visceral, e gustação

10.8. Fala e deglutição

10.9. Controle do sistema cardiovascular e tratos respiratório

11. 11° Par Acessório (XI)

11.1. OC: Fossa jugular;

11.2. OE: Sulco lateral posterior do bulbo inferiormente ao X par – Bulbo;

11.3. CF: eferente somático ou eferente visceral especial;

11.4. AÇ: Motor para os músculos estriados do palato mole, faringe via fibras que se unem ao NC X e laringe. Motor para os músculos esternocleidomastóideo e trapézio.

11.5. A principal função do XI par é realizar a inervação motora do músculo (ECOM) – realiza flexão e lança a cabeça para a frente quando agem em conjunto, e a ação unilateral realiza inclinação e rotação da cabeça – e inervação, também motora, da porção superior do músculo Trapézio – sua ação é de elevação e adução da escápula.

11.6. Movimento da cabeça e do ombro

12. 12° Par Hipoglosso (XII)

12.1. OC: Canal do Hipoglosso;

12.2. OE: Oliva bulbar;

12.3. CF: eferente somático ou eferente visceral especial;

12.4. AÇ: Motor para os músculos da língua (exceto o palatoglosso)

12.5. O nervo hipoglosso ou grande hipoglosso constitui o décimo-segundo (XII) par de nervos cranianos. Inerva os músculos que movimentam a língua, sendo por isso, considerado como o nervo motor da língua. É dividido em três porções principais: cisternal, intracanalicular e extracranial.

12.6. Movimento da língua

13. Aluna da enfermagem 8etapa

14. Mapa Mental: Nervos Cranianos

14.1. 12 Pares

14.2. Nome e Ação de cada Nervo Craniano

14.3. Fibras Aferentes

14.3.1. Fibras sensitivas

14.3.1.1. Somática

14.3.1.1.1. Geral

14.3.1.1.2. Especifico ou especial

14.3.1.2. Visceral

14.3.1.2.1. Geral

14.3.1.2.2. Especifico ou especial

14.4. Fibras Eferentes

14.4.1. Fibras motoras

14.4.1.1. Somática

14.4.1.1.1. Geral

14.4.1.2. Visceral

14.4.1.2.1. Geral

14.4.1.2.2. Especifico ou especial

14.5. Fibras Mistas

14.5.1. Fibras sensitivas e motoras misturadas

15. Como descrever um nervo craniano

15.1. a) Nome do nervo e seu numero romano

15.2. b) Origem craniana do nervo craniano (OC)

15.3. c) Origem encefálica do nervo craniano (OE)

15.4. d) Componente funcional do nervo craniano (CF)

15.5. e) Sua função ou ação (AÇ)

16. Receptores

16.1. Receptores gerais: presentes em todo o corpo, com predomínio na pele, classificados em dois tipos (quadro á esquerda)

16.1.1. Livres: Tato, sensibilidade térmica e dolorosa.

16.1.2. Encapsulados: Corpúsculos de Meissner e de Ruffini: pele espessa das mãos e pés – tato e pressão.

16.1.3. Corpúsculos de Vater-Paccini: Fáscia superficial, septos e periósteo – sensibilidade vibratória.

16.1.4. Fusos neuromusculares: Ventre muscular esquelético – tensão e comprimento da fibra muscular.

16.1.5. Órgãos neurotendinosos (Golgi): Junção do ventre com o tendão – estiramento do tendão.