1. O local
1.1. Uma pequena casa, com um mísero pórtico e um pátio.
1.2. Pertencia a senhora Vaglienti.
1.3. Curiosidade
1.3.1. "Havia no local uma pequena casa, com um mísero pórtico e um pátio. Perguntou Dom Bosco de quem era e soube que sua proprietária era a senhora Vaglienti. Dom Bosco foi visitá-la, explicou-lhe seu plano e pediu que lhe alugasse o local. A boa senhora estava disposta ao contrato, mas não sabia chegar a um acordo sobre o preço do aluguel. A discussão prolongava-se e já estavam a ponto de romper os acordos, quando um caso singular veio desfazer toda dificuldade. O céu estava escuro. De repente, espantada, dirigiu suplicante a Dom Bosco: "Se o Senhor me livrar do raio eu lhe cedo a casa pela soma que o senhor me oferecer". "Obrigado, senhora", respondeu Dom Bosco, "peço ao Senhor que a abençoe agora e sempre". Poucos minutos depois, cessava o rumor da trovoada, apagando-se os relâmpagos, e assinava-se o contrato por 450 liras. Podia-se dizer que o raio até favorecia a Dom Bosco e se convertia em intermediário benévolo." (LENTI, Arthur J., 2012, p. 517-518)
2. Por que São Luís?
2.1. "Ele será chamado Oratório São Luís, por dois motivos: primeiro, para oferecer aos meninos um modelo de inocência e virtude como o que a própria Igreja nos propõe em São Luís Gonzaga, e imitá-lo; segundo, em reconhecimento e gratidão ao nosso arcebispo dom Fransoni, que tanto nos quer, nos ajuda e nos protege." (LENTI, Arthur J., 2012, p. 518)
3. Inauguração
3.1. Foi inaugurado na festa da Imaculada Conceição no dia 8 de dezembro de 1847
3.2. Uma grande nevada neste dia não diminuiu em nada a festa.
4. Oposição de várias frentes
4.1. "O Oratório de São Luís foi uma das fundações de Dom Bosco que, desde o início, sofreu mais duramente as perseguições." (LENTI, Arthur J., 2012, p. 521)
4.2. Os ataques começaram pelas lavadeiras
4.2.1. Motivo?
4.2.1.1. Acreditava que Dom Bosco queria roubar os seus clientes e trabalhos.
4.3. "Outras dificuldades maiores esperavam por Dom Bosco. Uma petição apresentada ao rei Carlos Alberto por diversos cidadãos solicitava a emancipação de judeus e valdenses." (LENTI, Arthur J., 2012, p. 522)
4.4. Ataques dos Valdenses
4.4.1. Quais?
4.4.1.1. Ataques contra a Igreja, os dogmas, o Papa, o Clero e etc.
4.4.1.2. Proselitismo.
4.4.1.3. Uso do dinheiro para corromper os jovens.
4.4.1.4. Ameaças.
4.4.1.4.1. Atacavam com pedras, tiros de pistola e etc.
4.5. Passaram-se muitos anos desde aquela época, e o Oratório de São Luís continuou a prosperar.
5. Referência
5.1. LENTI, Arthur J., Dom Bosco: história e carisma 1. Origem: dos Becchi a Valdocco (1815-1849), Editora Dom Bosco, Brasilia, 2012.
6. A companhia de São Luis foi uma resposta as necessidades manifestadas pelos próprios meninos.
6.1. As duas primeiras sociedades oratorianos foram: a companhia de São Luís e a sociedade de Mútuo Socorro.
6.2. A companhia foi fundada por Dom Bosco em 1847.
6.2.1. A festa de São Luís foi celebrada pela primeira vez no Oratório em 1847.
6.3. Antes da fundação da Companhia (1846), Dom Bosco redige folhetos "os seis domingos" que servia para a preparação para a festa de São Luís.
6.4. Finalidade
6.4.1. A companhia funcionava como: organizadora de festas religiosas.
6.5. Orientada por Dom Bosco e o teólogo Borel
6.6. Dom Fransoni aprovou a Companhia com um escrito autógrafo em 12 de abril de 1847 e concedeu indulgências, além de expressar o desejo de ser o primeiro inscrito na Companhia.
6.7. Regulamentos
6.7.1. Evitar conversas vãs e mal dizeres
6.7.2. Ajudar quem precisa
6.7.3. Manter a ordem na Casa de Deus
6.7.4. Buscar imitar São Luís
6.7.5. e outros
7. Motivo da fundação
7.1. Crescimento dos jovens no Oratório de São Francisco de Sales
7.1.1. "Não convém diminuir o número deixando alguns para fora, porque seria como abandoná-los, ou pior, expô-los ao perigo de se perderem." (LENTI, Arthur J., 2012, p. 516)
7.1.2. "ao diminuir o número dos meninos deste Oratório, poderemos atender melhor os que ficarem. Além disso, atrairemos para o novo Oratório muitos daqueles que vêm até aqui, pois vivem muito distantes." (LENTI, Arthur J., 2012, p. 516)
7.1.3. 800 jovens
7.1.4. Por causa dos esforços de Dom Bosco e do teólogo Borel
7.1.4.1. Proporcionavam educação cívica e religiosa
8. Dom Bosco e o teólogo Borel, pediram autorização a dom Fransoni.
8.1. Dom Fransoni sugeriu que fundasse o novo Oratório no centro da cidade.
8.1.1. Perto de Porta Nova
8.1.1.1. Viale del Re, hoje avenida Vítor Manuel II, nas próximidades do Pó
8.1.1.1.1. "Era, pois, um lugar apropriado para a finalidade perseguida por Dom Bosco, que, como experto capitão, o escolheu expressamente como posição estratégica para levantar o seu acampamento." (LENTI, Arthur J., 2012, p. 517)