Arte contemporânea

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Arte contemporânea por Mind Map: Arte contemporânea

1. Antecedentes

1.1. 1. Mimesis; 2. Arte moderna (autonomia, arte temática, próprios meios de produção)

1.1.1. Tendência formalista

2. Interface com a vida

2.1. Tendência conteudista

2.1.1. Crise da noção de sujeito

2.2. Arte se desestetizou

2.2.1. Isto é belo? x Isto é arte? (Thierry de Duve)

2.2.1.1. Ser (raiz) x Estar (rede)

3. Voltando (Renascimento)

3.1. Arte x Artesanato; estilo individual (expressão do indivíduo)

3.1.1. "pintura é coisa mental" (Da Vinci)

3.1.1.1. Ready-made

3.1.2. 3º momento: Industria. Outras tecnologias incorporadas na arte

3.1.2.1. Montagem x Edição

3.2. 1º momento: Quando arte se torna arte

3.2.1. 2º momento: Quando arte é uma outra arte (moderna, que rompe com o paradigma mimético)

3.3. Antes não havia-se intuito contemplativo, "a arte" tinha uma funcionalidade (W.B - valor de culto)

3.3.1. Exibir com o sentido de profanação (múmias, por exemplo)

4. Noção de sujeito (supra-individual)

4.1. homem como unidade da humanidade

4.2. 1. sujeito de dúvida (Descartes). 2 sujeito de conhecimento (Kant)

5. Sujeito em crise

5.1. Crítica: Krísis (separar, distinguir, escolher, julgar) - crise e critério. Ideia de imparcialidade

5.1.1. No entanto os melhor críticos foram parciais

6. Obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica (Wlater Benjamim)

6.1. Valor de culto

6.1.1. Arte com Aura, voltada a religão e ao mito

6.2. Valor de exibição

6.2.1. Arte sem Aura, voltada a contemplação estética

7. Aby Warburg

7.1. Biblioteca e instituto voltado a iconologia

8. Até a década de 1960 (Pop Art)

8.1. Arte interpretada como forma e linguagem

8.1.1. A teoria caduca, a obra não. A teoria é historicizada. Ex.: Manifesto Neoconcreto

8.1.1.1. Campo de batalha de interpretações

8.2. A lógica da Iconologia (Panofsky) ganha espaço no lugar de uma teoria formalista

8.2.1. Símbolo da justiça; área da saúde na formação da imagem

8.2.2. imagem: motivo +conceito

8.3. Apropriação nas imagens produzidas fora do campo estrito da arte (de até então)

8.3.1. A lógica da edição (Nicolas Bourriaud)

8.3.1.1. Séc XIX: Frankenstein, O médico e o monstro, Drácula

9. Arte Moderna

9.1. Purificação das formas.

9.1.1. Arte como linguagem

10. O espaço (da arte) é moderno o sujeito (artista) é contemporâneo

10.1. substituição do sujeito epistemológico, pelo sujeito estético

11. Hermenêutica

11.1. laboratório de interpretações

11.1.1. Curador X Crítico

12. Não aos ismos

12.1. Não pode ser agrupada de maneira formal, mas sim por atitudes, crenças, convergências subjetivas

12.1.1. No seu lugar: temas de curadoria

12.1.1.1. disputa por autoria

12.1.1.1.1. "Eu vou samplear, eu vou te roubar"

13. Caro artistas, pesquisem. É suficiente

13.1. "idiota como um pintor".

13.1.1. "Por que menos inteligente? Porque sua destreza técnica é essencialmente manual, e não tem relação imediata com o intelecto? [...] Como a profissão do artista se coloca na sociedade hoje num nível semelhante ao das profissões liberais, deve receber a mesma formação universitária, já que a profissão não é mais uma espécie de artesanato superior"

13.2. "Trabalho e cálculo seco, onde se tem o espírito extremamente tenso, como um ator em cena num papel difícil, onde se devem pensar mil coisas de uma vez em apenas meia hora". E em outra carta: "Não creias que manteria artificialmente meu estado febril, mas tenha em conta que estou em pleno cálculo complicado, do qual resultam telas feitas com rapidez, uma atrás da outra, porém calculadas de antemão por longo tempo".

13.3. "Na minha idade, sabe-se como pintar. Leva-se vinte minutos para fazer uma pintura. Mas para estes vinte minutos freqüentemente levam-se dias e dias pensando no trabalho".

13.4. 1.1.4 Considerar o trabalho manual inferior à atividade do pensamento remonta à escravidão, onde o primeiro era função a priori do escravo, e o segundo privilégio do homem livre. É ali que se encontram as raízes da falsa questão opondo o artesanal e o intelectual, a teoria e a prática, a reflexão e a execução, que acaba atingindo o texto e a imagem.

13.5. 1.1.5

13.6. A arte na Universidade brasileira 1971 (Arte conceitual). Academia Brasileira de Belas Artes 1816 (Arte Neoclássica)