IMPACTO DA IMPLEMENTAÇÃO DOS BUNDLES NA REDUÇÃO DAS INFECÇÕES DA CORRENTE SANGUÍNEA: UMA REVISÃO...

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IMPACTO DA IMPLEMENTAÇÃO DOS BUNDLES NA REDUÇÃO DAS INFECÇÕES DA CORRENTE SANGUÍNEA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA por Mind Map: IMPACTO DA IMPLEMENTAÇÃO DOS BUNDLES NA REDUÇÃO DAS  INFECÇÕES DA CORRENTE SANGUÍNEA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

1. CONCLUSÃO

1.1. O uso de bundle evidenciou um impacto positivo na redução da infecção relacionada ao CVC. Houve variações nos estudos em relação números de medidas implementadas, tempo de duração e redução das taxas de infecção. Não se observou uma relação direta entre o número de medidas descritas nos estudos ou do maior tempo de implementação, e as maiores taxas de redução da infecção.

2. INTRODUÇÃO

2.1. As infecções relacionadas a assistência de saúde são resultante de uma reação adversa a presença de um agente infeccioso ou sua toxina, sem saber que a infecção estava presente ou até mesmo Incubada. São diagnosticas 48 horas, após a interação do paciente. As principais infecções são do trato respiratório, urinário, cateter venoso central (CVC) sendo a principal (90%) e sítio cirúrgico. A infecção por cateter venoso central são considerados complicações evitável a segurança do paciente, podendo ser prevenida por meio de intervenções durante a inserção e manipulação dos cateteres, a utilização do bundle na prática clínica também ajuda na prevenção dessa infecção.

3. RESULTADOS

3.1. 16 artigos foram distribuídos na base de dados, com base nos critérios de inclusão, 100% relacionados à implementação dos bundles para a inserção do cateter venoso central e 50% à manutenção deste dispositivo. O tempo de intervenção foi variado, bem como o número de medidas e o período analisado (inserção/manutenção do cateter). No entanto, a redução da infecção da corrente sanguínea relacionada ao dispositivo foi apontada em todos os estudos entre 26% e 100%. Ressalta-se que os agentes relacionados à causa das infecções da corrente sanguínea em decorrência do CVC foram descritos em apenas 31% dos estudos. Foram encontradas nos estudos 19 medidas que compuseram os bundles para prevenir as infecções da corrente sanguínea relacionadas ao CVC. Destas, 11 foram utilizadas para a inserção do cateter, seis durante a manutenção e dois em educação continuada.

4. O risco de infecção da corrente sanguínea também está relacionado com o sítio anatômico de inserção do cateter com destaque maior na inserção na femoral e menor para a subclávia é um fator preponderante, a quantidade e diversidade de microrganismo encontrados nas regiões supracitados. O cateterismo na veia subclávia tem associado a menor risco a taxa de infecção com comparação a femoral, estudos em UTIS no Estados Unidos quando comparam as complicações infecciosas pela femoral foi 3.75 maior que na subclávia e a taxa de colonização do cateterismo foi de 20% para femoral e 4% para a subclávia A assepsia do local com solução com clorexidina alcoólica >0.5%, a cada troca de curativo tem sido recomendada pela diretriz do CDC para prevenção da infecção relacionada ao CVC por reduzir a carga microbiana local. A clorexidina é amplamente utilizada como antisséptico nos cuidados de saúde por ter efeito prolongado e rápida ação também considerado uma prática simples de implementar, com baixo custo e grande impacto na redução infecção na corrente sanguínea.Os programas de educação permanente e treinamento dos profissionais de saúde tem demonstrado eficácia na prevenção e redução das infecções, incluíndo técnicas adequadas a inserção e manutenção, avaliação periódica do conhecimento, vigilância e notificação das infecções, outras medidas apresentam um nível fortemente recomendada entre elas: barreira máxima de precaução, assepsia da pele, higine das mãos antes da inserção, uso do ultrassom para guiar a inserção do cateter, deixar o antisséptico secar antes de inserir o cateter e substituir o CVC inserido sem técnicas assépticas em até 48 horas, medidas associadas a manutenção do cateter, verificar a necessidade de permanência do CVC, monitorar o local de inserção, desinfecção do hub antes de administrar medicamentos, substituição do curativo transparente a cada sete dias ou sempre que estiverem sujo, solto ou úmido e higiene das mãos antes da manipulação. A barreira máxima de precaução consiste na paramentação com luva estéril diminuíndo a contaminação. O uso de ultrassom para guiar a inserção, tem sido ultilizado na parte clínica para minimizar a ocorrência de complicações mecânicas como hemorragia, pneumotórax, arritmias e punção arterial. Os curativos onclusivos devem ser substituídos conforme recomendado, pois a umidade da pele e presença de sujidade e secreções promovam um ambiente microbiano, lembrando que o curativo feito com gase estéril tem que ser trocado a cada 48 horas

5. DISCUSSÃO

6. MÉTODO

6.1. Trata-se de uma de uma revisão integrativa da literatura, cuja finalidade consistiu em reunir e sintetizar as evidências disponíveis em artigos originais produzidos sobre o tema. No plano concreto, adotou-se a estratégia PICO, que se estrutura da seguinte forma: P=Paciente, I=Intervenção, C=Comparação e O=Outcomes, após esse método foi definido a pergunta da pesquisa: o que as produções científicas nacionais e internacionais apontam sobre o impacto dos bundles na prevenção de infecção da corrente sanguínea relacionada ao CVC em UTI adulta. Definiram-se como critérios de inclusão de artigos originais que abordassem o impacto da pergunta norteadora da pesquisa. Foram utilizados seis níveis de evidências, foram caracterizados de forma hierárquica, dependendo da abordagem metodológica adotada, com base na categorização seis dos níveis

6.1.1. 6 NÍVEIS

6.1.1.1. • nível 1: evidências resultantes da meta-análise (estudos clínicos controlados e randomizados); • nível 2: evidências obtidas de estudos com delineamento experimental; • nível 3: evidências de estudos quase experimentais; • nível 4: evidências de estudos descritivos ou com abordagem qualitativa; • nível 5: evidências provenientes de relatos de caso ou de experiência; • nível 6: evidências baseadas em opiniões ou consensos de especialistas.

7. ALUNOS

7.1. Amanda Basso

7.2. Bruna Pedroso

7.3. Gabriela Fernandes

7.4. karina Kevedo

7.5. Luana Rocha

7.6. Maria Cicera

7.7. Walther Bender