1. Referências: CLAYTON, S.K.S.B;BELLIS,E.. Eletroterapia Prática Baseada em Evidências. 2 ed. Barueri, SP: JLG Editoração Gráfica S/C Ltda, 2003. P-1-712
2. Tempo de aplicação: 10 a 15 minutos, não podendo ultrapassar mais de 20 minutos em uma área.
2.1. Efeitos adversos: queimaduras, aumento da dor, mal estar geral, náuseas, vômito, tontura/desmaio, enxaqueca/cefaléia e efeitos neurológicos.
2.1.1. Contra-indicações: pacientes em que pode ocorrer a movimentação de um trombo, alastramento de infecção ou de células cancerígenas, ou hemorragia, no abdômen durante a gestação, parede torácica em paciente com problemas cardíacos, edemas (corrente não tem polaridade) e úlceras de cicatrização lenta.
3. Modo de aplicação da corrente bipolar (2 eletrodos) ou tretapolar (4 eletrodos).
3.1. Modo bipolar: modo alternativo que utiliza dois eletrodos e mistura as duas correntes. O efeito ocorre logo abaixo dos eletrodos, que são colocados em cima do ponto da dor.
3.1.1. A IC tretapolar gera efeito profundo dos tecidos, enquanto a IC bipolar é distribuída de modo similar à estimulação elétrica convencional.
3.1.2. Eletrodos: pode ser aplicada por eletrodos que são mantidos no lugar usando uma unidade de sucção intermitente, ou com eletrodos de borracha siliconada impregnados com carbono.
3.1.2.1. Eletrodos de borracha siliconada impregnada de carbono são mais fáceis de aplicar nos membros periféricos, e os de sucção, em áreas anatômicas menos acessíveis.
3.2. Modo tretapolar: modo em que se aplica duas correntes de média frequência através de quatro eletrodos de modo que essas se cruzem dentro dos tecidos, sendo que o efeito vai ocorrer neste local de cruzamento. O eletrodo é colocado em volta do ponto de dor e o efeito não ocorre abaixo dele.
3.3. Intensidade de corrente: intensidade que produza uma sensação “forte porém confortável” sendo determinada pelo paciente e não pelas regulagens da intensidade do pico de corrente. Deve ser lentamente aumentada até que o paciente indique que a sensação almejada foi atingida, sendo que o ajuste periódico da intensidade essencial para evitar adaptações.
4. Hannah Braga Jadallah/ UC19105752
5. É uma aplicação transcutânea de correntes elétricas alternadas de média frequência com a amplitude modulada em baixa frequência.
5.1. Reduz a resistência da pele e assim o desconforto causado pelas correntes de baixa frequência, também permite o tratamento de tecidos profundos.
5.1.1. É uma corrente alternada simétrica, a simetria diz respeito ao formato da onda, podendo ser retangular ou senoidal.
6. É corrente de frequência média, normalmente cerca de 4000Hz, cuja amplitude aumenta e diminui ritmicamente em baixa frequência, ajustável entre 0 e 200 - 250Hz, sendo produzida mesclando duas correntes de média frequência que se somam ou se cancelam, produzindo a corrente interferencial de amplitude modulada.
6.1. A frequência de amplitude modulada é tradicionalmente considerada como sendo o componente efetivo da IC, simulando as correntes de baixa frequência e criando a estimulação diferencial de nervos e certos tipos de tecidos.
6.1.1. Efeito voltado para a teoria das comportas, usar AMF com frequência mais alta. Liberação de opioides endógenos - frequência menores.