*VOZ* Anatomia e Fisiologia da Laringe *P3*

Mapa mental do TUTS nº 03 de Voz na Infância e na Adolescência

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*VOZ* Anatomia e Fisiologia da Laringe *P3* por Mind Map: *VOZ*  Anatomia e Fisiologia da Laringe *P3*

1. Análise acústica está desatualizada

1.1. Mais recomendada é a multiparamétrica

2. fonemas fricativos /s/ /z/ dividem quanto a sua sonoridade em “surdos” e “sonoros”.

2.1. Fonemas surdos como /s/

2.1.1. ppvv abertas e não oferecem resistência a passagem do ar

2.2. Fonemas sonoros como /z/

2.2.1. ppvv fecham e se abrem em ciclos vibratórios

3. Hábitos inadequados

3.1. Natureza externa

3.1.1. tabagismo, etilismo/alcoolismo, ar-condicionado

3.2. Fonotrauma

3.2.1. abuso ou mau uso vocal

4. Há uma escala de 0 a 10 sobre o impacto causado*

5. Instalação da alteração

5.1. Lenta nos casos de uso inadequado da voz

5.2. Abrupta nos casos de envolvimento psicológico de conversão somática de sintomas funcionais

5.2.1. Funcionais: características

5.2.1.1. Flutuação dos sintomas com períodos alternados de melhora e piora da voz

5.3. Muito gradual nos quadros neurológicos progressivos

6. Sintomas vocais

6.1. Alteração na qualidade vocal

6.1.1. Identificar o que mudou na qualidade vocal habitual do indivíduo.

6.1.1.1. sintomas geralmente estão associados a lesões de massas nas pregas vocais

6.2. Fadiga e esforços vocais

6.2.1. Podem modificar completamente o comportamento vocal

6.2.1.1. Associados a fendas glóticas ou disfonia por tensão muscular

6.3. Presença de ar na voz

6.3.1. Constante ar no final das emissões ou ar nos agudos quando canta

6.3.1.1. Geralmente observa as fendas glóticas triangulares, nos casos de tensão muscular ou fusiformes, nas alterações estruturais mínimas.

6.4. Perda de frequência da extensão vocal

6.4.1. Comum entre profissionais da voz

6.4.1.1. Quadros inflamatórios agudos, presença de edemas ou uso excessivo da voz apesar de técnica adequada

6.5. Descontrole na frequência da voz

6.5.1. Quebras, faltas de modulações, modulação excessiva ou voz tremula

6.5.1.1. Alterações neurológicas, distúrbios vocais emocionais ou mutação na fisiologia da voz

6.6. Descontrole na intensidade vocal

6.6.1. Dificuldade em modular a intensidade vocal

6.6.1.1. Abuso ou fadiga vocal, porém também são encontrados em distúrbios neurológicos

6.7. Sensações desagradáveis à emissão

6.7.1. Dor a produção da voz, dor muscular em áreas da cintura escapular ou da face após fala prolongada, sensação de ardor, queimação ou corpo estranho na laringe

6.7.1.1. Tensão muscular ou lesões na região posterior, particulamente granulomas por refluxo laringofaríngeo

7. Anamnese

7.1. Antes de tudo:

7.1.1. Identificação pessoal

7.1.2. pcte está confortável?

7.2. Início:

7.2.1. Qual o grau de consciência do pcte sobre a alteração vocal?

7.2.2. Capacidade do pcte de org. verbalmente as informações sobre

7.2.2.1. Dificuldade atual

7.2.2.2. Tempo de evolução

8. História pregressa da disfonia

8.1. Como ocorreu a instalação da alteração?

8.1.1. pctes não sabem falar com precisão em que a voz mudou

8.2. Houve a impressão de outras pessoas sobre a voz do paciente?

8.3. Origem do encaminhamento?

8.3.1. foi feita por necessidade pessoal?

8.3.2. sugestão de algum amigo ou familiar?

8.3.3. obediência à uma orientação de outro especialista?

9. Investigação complementar

9.1. Alterações que podem ter influenciado na recorrência de crises disfônicas

9.1.1. Distúrbios

9.1.1.1. alérgicos

9.1.1.1.1. Causa mais frequente do prologamento da terapia

9.1.1.2. faríngeos

9.1.1.2.1. Dores de garganta,faringites e amigdalites

9.1.1.3. bucais

9.1.1.3.1. Aftas, estomatites

9.1.1.4. nasais

9.1.1.4.1. Renite, sinusite, desvios de septo

9.1.1.5. otológicos

9.1.1.5.1. Otites, zumbido, tonturas

9.1.1.6. pulmonares

9.1.1.6.1. Bronquite, asma e todas as formas de dispnéias

9.1.1.7. aparelho digestivo

9.1.1.7.1. Dificuldade e dor a deglutição, engasgo, acidez, refluxo gastresofágico, gastrite, digestão lenta, prisão de ventre

9.1.1.8. hormonais

9.1.1.8.1. infecção endócrina, puberdade precoce ou tardia e nas mulheres alterações nos ciclos menstruais, pílulas anticoncepcionais e gravidez

9.1.1.9. neurovegetativos

9.1.1.9.1. Mãos frias, sudorese intensa, alterações gastrointestinais, taquicardia ou bradicardia

9.2. Antecedentes pessoais e familiares

9.2.1. cirurgias ou doenças que ocorreu anteriormente até então não investigado

9.3. Tratamentos Anteriores

9.3.1. sejam eles medicamentosos, com fono (como tempo de terapia, participação e motivação do paciente) cirurgias e psicológicos, acupuntura, massagem, biofeedback, etc

10. Tipos de voz

10.1. Rouca

10.1.1. Típica da gripe, é a mais comum

10.1.1.1. Qualidade mista e com elementos de soprosidade e aspereza. Indica irregularidade nas vibrações das pregas vocais.

10.1.1.1.1. lesões orgânicas ou quadros organofuncionais como vasodilatação, endema ou presença de nódulos ou pólipos

10.2. Áspera

10.2.1. Rude, desagradável e até mesmo irritante

10.2.1.1. Dois focos de ressonância simultânea: uma ressonância laringofaríngica básica e intensa e uma nasal compensatória ao esforço laríngeo.

10.3. Soprosa

10.3.1. Acompanhada de ar não sonorizado por conta de uma coaptação deficiente das pregas vocais

10.4. Tensa-estrangulada

10.4.1. som comprimido e entrecortado com flutuações em sua qualidade

10.4.1.1. quebras de frequência e sonoridade do ponto de vista auditivo é uma qualidade de voz aflita dificultando a inteligibilidade da fala

10.5. Astênica

10.5.1. de fraca intensidade, sem energia

10.5.1.1. muitas vezes confundida com voz soprosa

10.6. Bitonal

10.6.1. 2 diferentes sons, com frequência, intensidade e qualidade de voz diversas é como se ouvimos 2 vozes

10.6.1.1. representa uma condição de desnivelamento das pregas vocais no plano horizontal ou diferença de tensão, massa ou tamanho o que geralmente reflete numa alteração de inervação laríngea como observado em paralisias do nervo laríngeo inferior

10.7. Diplofônica

10.7.1. semelhante a bitonal porém não representa uma condição de desnivelamento de pregas vocais mas sim de duas diferentes estruturas

10.8. Virilizada

10.8.1. voz tom grave

10.8.1.1. encontrada em mulheres com grandes edemas nas pregas vocais, edema de reinke, em alguns casos menopausa ou ingestão de hormônio masculino.

10.9. Infantilizada

10.9.1. tom agudo, que não corresponde a idade do falante

10.9.1.1. conhecida como voz delgada, típico de crianças, é geralmente de origem psicológica, imaturidade ou muda vocal.

11. avaliação multidimensional da voz

11.1. conjunto de análises estabelecidas por um parecer multiprofissional

11.1.1. fonoaudiológica

11.1.1.1. perceptivo-auditiva

11.1.1.2. análise acústica

11.1.2. otorrinolaringológica

11.1.2.1. qualitativa e quantitativa das imagens laríngeas

11.1.3. auto-avaliação do pcte

11.1.3.1. impacto da disfonia na sua qualidade de vida

12. principais avaliações clínicas vocais

12.1. Análise acústica da onda sonora

12.1.1. oferece ao fonoaudiólogo dados relevantes

12.1.1.1. Controle da evolução da fonoterapia

12.1.1.2. Registro das condições vocais nos momentos pré-operatório e pós-operatório de cirurgias laríngeas

12.1.2. diversos parâmetros específicos

12.1.2.1. compreensão do mecanismo da fonação

12.1.2.2. diferentes distúrbios vocais

12.1.2.3. visualização gráfica de aspectos do som produzido.

12.1.2.3.1. necessário saber usar programas específicos, recursos de gravação, estruturação do banco de dados e análise dos resultados sob a forma de gráfico

12.2. perceptivo-auditiva

12.2.1. Escalas

12.2.1.1. '

12.2.1.1.1. mais um fator

12.2.1.2. GRBAS

12.2.1.2.1. Escala de 4 pontos é usada para identificação do grau de desvio

12.2.1.3. RASAT

12.2.1.4. CAPE-V

12.2.1.4.1. visual analógico contínuo de 100 mm escala

12.2.1.5. EVA

12.2.2. Índices

12.2.2.1. Disfonia

12.2.2.1.1. ID revela o impacto social da voz alterada

12.2.3. perfil vocal

12.2.3.1. modelo fonético para a descrição da voz

12.2.3.1.1. 2 componentes:

12.2.4. Tempo Máximo de Fonação (TMF)

12.2.4.1. emissão sustentada de vogais, fricativos e contagem de números

12.2.4.1.1. Geralmente são usadas vogais /a/ /i/ /u/ e os fonemas fricativos /s/ /z/.

12.2.5. Avaliação corporal

12.2.5.1. fornece dados sobre a comunicação não-verbal e integração corpo-voz

12.2.5.1.1. Observa como o indivíduo mantém a postura corporal durante a fala.

13. Os protocolos de autoavaliação

13.1. Qualidade de Vida em Voz (QVV)

13.2. Índice de Desvantagem Vocal(IDV)

13.3. Perfil de Participação e Atividades Vocais (PPAV)

13.4. Qualidade de Vida em Voz Pediátrico (QVV-P)

13.4.1. aspectos físicos, sociais, desenvolvimento cognitivo, contexto escolar e brincadeiras com amigos

13.4.1.1. 10 questões

13.4.1.1.1. quanto maior o Escore Geral, pior a qualidade de vida do indivíduo, e o domínio em que apresentar menor escore é o principal responsável pelo rebaixamento da qualidade de vida em voz.

13.5. Escala de Sintomas Vocais (ESV)

13.6. Questionário de Performance Vocal (QPV).

13.7. Questionário de Sintomas Vocais Pediátrico (QSV-P)

13.7.1. 31 questões objetivas autoexplicativas, aplicáveis a crianças e adolescentes entre 6 e 18 anos e a seus respectivos pais/responsáveis

13.7.1.1. 4 domínios: (voz falada, voz cantada, voz projetada e voz gritada)

13.7.1.1.1. 4 pontos (0 = nunca, 1 = às vezes, 2 = quase sempre e 3 = sempre)