1. Elaboração de uma identidade inicial que vai se redefinindo à medida que o SER coordenador vai assumindo contornos nítidos.
1.1. Reflexão feita pelos entrevistados sobre esse período de trabalho - influindo na forma de exercício da coordenação, na sua estruturação e não construção de uma identidade.
1.2. Período de características próprias - intensa aprendizagem, muita tensão e de construção de uma identidade profissional.
1.2.1. Assume novas demandas de trabalho que requerem novos conhecimentos, a reelaboração de sua identidade profissional e o equilíbrio das tensões advindas de uma nova atividade.
1.2.2. O profissional fica sem entender o que está acontecendo, o que tem que fazer, a dinâmica de sua ação e ainda como as pessoas se aproveitam dessa fase para aumentar ou atribuir novas demandas ao trabalho do coordenador.
1.2.2.1. Depoimentos revelam sentimentos complexos: dúvida, medo e inseguranças, fruto da pressão por resultados imediatos.
1.2.2.1.1. Solidão: fruto do individualismo que ainda impera nos sistemas educativos.
1.2.2.1.2. Emoções e sensações não produtivas.
2. Período inicial da profissão de coordenador conturbado.
2.1. Importância do acompanhamento desses profissionais.
2.1.1. Preocupação em relação ao professor iniciante; esse cuidado não existe quanto ao coordenador iniciante.