1. Supervisão
2. 17 princípios que na expe-riência de ensino com as crianças da comunidade
2.1. Ex: O behaviorismo não considera o ser humano como passivo diante do ambiente. A ciência do comportamento entende que há intera-ção de meio e pessoas.
2.1.1. O MEPCC é também um modelo comunitário, na medida em que enfatiza um comportamento construtivo (e que busca a melhor cidadania, como aqui designamos) para a comunidade, incluindo, por exemplo, cooperação e igualdade
3. Um bom programa de ensino pode criar condições para que a própria aprendizagem e seus resultados adquiram propriedades de reforçador condicionado
3.1. Intervenções com grande sucesso têm sido empreendidas
3.1.1. relações entre comportamento acadêmico e (in)disciplina escolar;
3.2. leitura e escrita, inúmeros procedimentos bem-sucedidos têm sido implementados;
3.3. O procedimento de emparelhamento com modelo é central, tanto para a análise das relações de equivalência quanto para o ensino das relações de controle de estímulo e equivalência envolvidas na leitura e escrita;
4. Controvérsias
4.1. objetivos institucionais educacionais claros x clareza na especificação de objetivos comportamentais
4.2. exacerbação do cuidado. má compreensão=descredito ao procedimento
5. Behaviorismo & AEC
5.1. tem reduzido o espaço para que as propostas da AEC sejam acolhidas na área da educação.
5.2. AEC estaria reaparecendo como abordagem promissora na área da educação
5.3. abordagens socioconstrutivismo e cognitivismo
5.4. Skinner, com o Behaviorismo Radical, entende que as relações indivíduo-ambiente, especialmente no que diz respeito ao aspecto sociocultural, são controladas pelas consequências do cotidiano (ontogênese), assim como, no que toca à filogênese, a evolução é de modo similar explicada no paradigma darwiniano.
5.4.1. antimentalista
5.4.2. não negava a existencia da cognição, sentimentos e emoções
5.5. Filosofia monista e materialista
5.6. na aplicação da abordagem é necessário estar adequadamente preparado.
5.6.1. Treinamento
5.6.2. Experiência
6. Controvérsias e Novas Perspectivas
6.1. Equívocos técnicos
6.1.1. ensino segmentando, reducionista, tecnicista e atomizado.
6.1.2. Objetivo educacional x objetivo comportamentalista (problema de linguagem no dialogo)
6.1.3. falta de estrategia entre metas pretendidas e achados cientificos.
6.2. Novas perspectivas
6.2.1. oportunidade do aluno emitir os cptos selecionados
6.2.2. fomentar situações que gerem reforçadores naturais.
6.2.3. principios de progressão gradual para estabelecer repertórios complexos
6.2.4. evitar ocasiões que levem o aluno a cometer erros desnecessários- passo a passo
6.3. o ensino programado, bem como as teaching machines
6.4. inciativas marcantes com sistemas instrucionais personalizados ocorreram na decade de 60 e 70
6.5. tem sido muito promissora a produção cientifica na area que estuda equivalencia de estimulos e questoes correlatas.
7. AEC pode trazer contribuições valiosas à educação e que deveria ser papel dos órgãos oficiais encarregados de pensar as políticas públicas para a educação agir de modo plural
7.1. ao lado de grande transparência e de rigor ético, por vezes em falta, é rara, embora desejável, a adoção de postura mais pluralista na aceitação e no apoio cuidadoso a iniciativas múltiplas na área do ensino e da aprendizagem.
8. Intervalo fixo: receberá reforço apenas a primeira resposta emitida após o término do intervalo de 3 minutos.
9. Princípios Básicos da AEC
9.1. Distinção operante-respondente: - Respostas eliciadas (E —> R) - Respostas emitidas (... R —> E R)
9.1.1. Tríplice relação de contingências???
9.2. Reforçamento e punição
9.2.1. Reforçamento positivo Reforçamento negativo Note-se, nesses dois casos, que sempre ocorre redução da frequência das respostas.
9.2.2. Punição positiva X Punição negativa
9.3. Tipos de reforçadores
9.4. Maria Emilia Gomes (Bia), Silvana Leal, Caio Brum, Camila Silva, Bárbara, Elisa.
10. Controle de Estímulos
10.1. É quando 2 dimensões do mesmo continuam são consideradas: generalização e discriminação de estímulos.
10.1.1. Na discriminação: respostas diferentes a estímulos diferentes.
10.1.1.1. Na discriminação simples: um estímulo discriminativo SD e um SR.
10.1.2. • Respostas emitidas diante do primeiro estímulo: reforçadas. • Respostas emitidas diante do segundo estímulo: não reforçadas.
10.2. Esquemas de reforçamento
10.2.1. Modo pelo qual a ocorrência de um reforço é programado.
10.2.2. Os esquemas mais utilizados: reforçamento contínuo; toda resposta é seguida de um reforço: há uma relação de 1:1.
10.2.3. Reforçamento intermitente; podem ser de razão ou de intervalo
10.2.4. Razão: implicam uma certa quantidade de respostas para cada reforço e pode ser razão fixa ou variável.
10.2.4.1. Incondicionados/primários Condicionados/secundários Ou ainda, simples ou generalizados
10.2.5. Intervalo: pode ser fixo ou variável.
10.3. Aproximações sucessivas
10.3.1. Pode-se, portanto, instalar, eliminar, aumentar ou reduzir a força de um operante.
10.3.2. A instalação de comportamentos: técnica de modelagem por aproximações sucessivas.
10.3.3. reforçando-se: seletivamente, respostas parecidas com a resposta final esperada.