Cuidados de enfermagem a criança com desnutrição energético-proteica (DEP)

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Cuidados de enfermagem a criança com desnutrição energético-proteica (DEP) por Mind Map: Cuidados de enfermagem a criança com desnutrição energético-proteica (DEP)

1. Protocolo OMS 7

1.1. Tratamento/Prevenção

1.1.1. 3 etapas

1.1.2. Estabilização

1.1.3. Reabilitação

1.1.4. Acompanhamento ambulatorial

2. Marasmo

2.1. Também chamado de forma seca da DPE) causa perda ponderal e depleção de músculos e gordura. Em países desenvolvidos, constitui a forma mais comum de DPE em crianças.

3. Kwashiorkor

3.1. Também chamado de forma molhada, inchada ou edematosa) é um risco após o abandono prematuro do aleitamento materno, que tipicamente ocorre quando nasce uma nova criança e a que estava sendo amamentada é retirada do aleitamento.

4. Triagem da criança

4.1. Identificar logo sinais e sintomas e buscar o maior numero de informações sobre a historia clinica da criança.

4.2. Avaliar o peso diariamente e a estrutura semanalmente.

5. A desnutrição energético-proteica grave

5.1. Acarreta depleção nutricional global do paciente.

6. Terapia Nutricional

6.1. Planejada segundo a fase de estabilização ou de reabilitação.

6.2. Quanto a via de administração, deve-se priorizar a via oral e, caso a criança apresente alguma incapacidade ou intolerância, utilizar via nasogástrica .

6.3. As metas nutricionais e a forma de administração são claramente descritas na recomendações da OMS, entretanto, tais metas podem não ser alcançadas devido alterações no trato digestório.

7. Secundária (dieta condicionada)

8. Ocorre

8.1. Mais frequentemente em lactentes e crianças pequenas, podendo estar associado a infecções.

9. Doença multifuncional de alta letalidade

9.1. Escassez de nutrientes

9.2. Sintese proteica

10. Primaria (dieta deficiente)

11. Complicações frequentes

11.1. Hipoglicemia e hiperglicemia, a hipotermia, a desidratação e a doença diarreica.

12. Conduta do profissional

12.1. Analisar de forma detalhada cada passo do documento da OMS.

12.1.1. Quando necessário, adaptação do protocolo em sua instituição.

12.2. A enfermagem, através de uma prática voltada para educação em saúde, tem essa importância de estar acompanhando a criança, orientando os pais e responsáveis sobre alimentação ideal.

12.3. Importância do aleitamento materno pelo menos nos 6 meses de vida.

12.3.1. Esse acompanhamento deve ser feito nos ESF.

12.4. Quando já existir desnutrição criança precisar receber cuidados específicos juntamente com o nutricionista, receber medicação e reposição de nutrientes e hidratação de acordo com a idade e peso.

13. Diagnostico

13.1. Medidas antropométricas, exames laboratoriais, aspectos clínicos e alimentares, sendo estes últimos isolados ou associado.