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Sementes por Mind Map: Sementes

1. Produção de sementes

1.1. Como produzir sementes de qualidade? Através da Lei de sementes 10.711 (05/08/03)

1.1.1. Como produzir sementes de acordo com a lei?

1.1.1.1. 1- Credenciamento do produtor no RENASEM (Registro Nacional de Sementes e mudas), feito de 3 em 3 anos – auxiliar o sistema de produção de sementes de acordo com a lei Preencher o documento, enviar pro ministério e guardar uma cópia para conferencia do fiscal;

1.1.1.2. 2- Escolha da espécie/cultivar – inscritas no RNC (Registro Nacional de Cultivares) catalogar e publicar todas as espécies e cultivares dentro dessas espécies que podem ser utilizadas para multiplicação e produção de sementes;

1.1.1.3. 3- Escolha da região de cultivo – que possua características edafoclimáticas favoráveis para o crescimento, desenvolvimento e qualidade de sementes;

1.1.1.4. 4- Escolha do local de cultivo – sem plantas daninhas, plantas de cultivos anteriores, ausência de doenças e solo fértil;

1.1.1.5. 5- Inscrição dos campos de produção de sementes – Sistema de Gestão Fundiária – SIGEF informar estado, município, e coordenadas geodésicas, deixar claro onde é o campo de produção para fiscalização;

1.1.1.6. 6- Isolamento do campo de produção de sementes – separação dos campos de produção de sementes da mesma espécie, porém de cultivares diferentes, para evitar a contaminação genética – isolamento físico, temporal dos campos, utilização de barreiras;

1.1.1.7. 7- Purificação – eliminação de plantas contaminadas em um campo de produção de sementes. Retirar as plantas contaminantes (plantas de outras cultivares, plantas atacadas por doenças, plantas daninhas, plantas de outras culturas);

1.1.1.8. 8- Vistorias no campo – por meio de amostragem, em campos aleatórios. Laudo de vistorias;

1.1.1.9. 9- Colheita – após aprovação final do campo de produção de sementes pelo RT – colheita identificada com a denominação da cultivar, espécie e categoria;

1.1.1.10. 10- Pós colheita – transporte, recepção e beneficiamento, secagem, embalagem e armazenamento. Obs: Todas as operações de pós colheita devem ser acompanhadas pelo RT, inclusive a parte laboratorial (teste de germinação e análise de pureza).

1.1.1.11. Fiscalização feita pelo MAPA

2. Dormência de sementes

2.1. Dormência ou morte?

2.1.1. Teste de tetrazólio

2.1.1.1. Partes vivas avermelhadas

2.2. Dormência primária

2.2.1. Algumas cultivares de trigo e aveia

2.2.2. Período curto-3 a 6 meses

2.3. Dormência ≠ Quiescência

2.4. Dormência secundaria

2.4.1. Sementes de sorgo e arroz

2.4.2. Ambiente estressante

2.5. Causas

2.5.1. Impermeabilidade a trocas gasosas

2.5.2. Impermeabilidade a água

2.5.3. Resistência mecânica

2.5.4. Ações de substancias inibidores

2.5.5. Embrião imaturo

2.5.6. Combinação das causas

2.6. Tratamento de superação de dormência

2.6.1. Armazenamento

2.6.2. Escarificarão mecânica

2.6.3. Escarificarão química

2.6.4. Lavagem em água corrente

2.6.5. Estratificação

2.6.6. Resfriamento

2.6.7. Calor seco

2.6.8. Temperatura alternada

2.6.9. Aplicação de substancias químicas

2.6.10. Luz

3. Germinação de sementes

3.1. Fatores Internos

3.1.1. Vitalidade

3.1.2. Viabilidade

3.1.3. Dormência

3.1.4. Longevidade

3.1.5. Sanidade

3.1.6. Integridade morfológica/estrutural

3.1.7. Grau de maturidade

3.1.8. genótipo

3.2. Fatores externos

3.2.1. Água

3.2.1.1. Liberação de exsudatos durante a embebição

3.2.1.1.1. Ocasionando danos

3.2.1.2. Tolerância a dessecação

3.2.1.2.1. Até a fase 3 da germinação

3.2.1.2.2. Importância do tratamento de sementes

3.2.2. Temperatura

3.2.2.1. Desnatura enzimas/proteínas

3.2.2.2. Afeta as 3 fases da germinação

3.2.2.3. temperaturas cardeais para germinação

3.2.2.3.1. Minima

3.2.2.3.2. Máxima

3.2.2.3.3. Ótima

3.2.3. Oxigênio

3.2.3.1. Oxidação dos materiais de reserva

3.2.3.2. Falta de O2

3.2.3.2.1. Encharcamento

3.2.3.2.2. Compactação

4. Deterioração e Vigor de Sementes

4.1. Deterioração de Sementes

4.1.1. Significado de deterioração de sementes: (ser vivo, inevitavelmente envelhece), danificação, degeneração, decomposição, Alteração para pior, perca de função.

4.1.2. Processo de deterioração afeta a semente em 2 aspectos: Qualidade Fisiológica (%germinação e vigor) e Vitalidade. Sendo que o vigor é atingido antes da germinação.

4.1.3. Conceito atual de deterioração de sementes: processo irreversível, com inicio a partirda maturidade, contínuo, em ritmo progressivo, determina a queda do potencial fisiológico e culmina com a morte da semente.

4.1.4. Fatores que afetam a deterioração de sementes • Temperatura da massa de sementes e ar • Umidade da semente e Umidade relativa do ar • Histórico da semente (pré e pós colheita) Nós como agrônomos devemos controlar o processo de deterioração para manter a qualidade de semente.

4.1.4.1. Outros fatores que também afetam a deterioração:Espécie/Genótipo/Lote/Partes da semente, condição inicial da semente, condições climáticas na maturação, momento da colheita, método da colheita, secagem da semente, beneficiamento, condições de armazenamento, embalagem, sanidade e tratamento de sementes.

4.1.5. Causas da deterioração: Danos ao DNA e processo de peroxidação de lipídios

4.1.6. Manifestações de deterioração:

4.1.7. Manifestação bioquímica/metabólica – observadas por analise de sementes somente, por ser processos à nível celulares;

4.1.8. Manifestação fisiológica: Redução da velocidade de germinação, redução da taxa de crescimento da plântula, menor resistência as condições adversas do ambiente durante o processo de germinação e início de desenvolvimento de plântulas, redução no potencial de conservação durante o armazenamento de sementes, menor resistência a ação de microrganismos, redução da porcentagem de resistência de plântulas à campo, anormalidade de plântulas, desuniformidade no desenvolvimento de plântulas, redução da % de germinação em condições ótimas, perda do poder germinativo

4.1.9. Manifestação física: alteração na coloração, brilho, textura e presença de microrganismos vistos externamente.

4.2. Como detectar a deterioração da semente? Através da avaliação da germinação e vigor dos lotes de semente.

4.3. Vigor de Sementes

4.3.1. Conjunto de propriedades que atribuem à semente o potencial para germinar, emergir e resultar em plântulas normais sob condições ambientais subótimas para a espécie considerada.

4.3.2. Desenvolvimento de plântulas normais, emergência rápida e uniforme de plântulas, desempenho da semente em condições ótimas/estresse.

4.3.3. Fatores que afetam: Clima, genótipo, sanidade, nutrição da planta-mãe, tamanho, manejo durante a colheita, secagem, beneficiamento, embalagem, armazenamento, tratamento de sementes.

4.3.4. Testes de vigor: Envelhecimento acelerado, Deterioração controlada, frio, condutividade elétrica, tetrazólio, primeira contagem da germinação, velocidade da germinação/emergência, comprimento e massa seca de plântulas, classificação de vigor de plântulas.

5. Seminários

5.1. Secagem de sementes

5.1.1. Garante a qualidade das sementes

5.1.2. Água na semente

5.1.2.1. Deterioração da semente

5.1.2.2. perda

5.1.2.2.1. poder germinativo

5.1.2.2.2. vigor de sementes

5.1.2.3. teor de água afeta a qualidade da semente

5.1.2.3.1. armazenamento

5.1.2.3.2. beneficiamento

5.1.3. Métodos de secagem

5.1.3.1. Artificial

5.1.3.1.1. baixa temperatura

5.1.3.1.2. Alta temperatura

5.1.3.2. Natural

5.1.3.2.1. Vento e luz solar.

5.1.3.2.2. Local

5.1.4. Processos de secagem

5.1.4.1. Secagem Continua

5.1.4.1.1. sementes dispostas em um secador continuo

5.1.4.2. Secagem intermitente

5.1.4.2.1. semente em contato com ar aquecido

5.1.4.3. Secagem estacionária

5.1.4.3.1. Fluxo de ar por uma camada de sementes

5.1.5. Esfriamento da semente

5.1.5.1. Reduzir a deterioração

5.1.5.2. manter a qualidade fisiológica e sanitária

5.2. Beneficiamento de sementes

5.2.1. Obtenção de sementes

5.2.1.1. Alta qualidade

5.2.1.2. Alto vigor

5.2.1.3. Alto desempenho

5.2.1.4. Potencial produtivo elevado

5.2.1.5. Maior produtividade

5.2.2. Sementes

5.2.2.1. Qualidade fisiológica

5.2.2.2. Qualidade Sanitária

5.2.2.3. Qualidade Genética

5.2.2.4. Qualidade Física

5.2.3. Condução dos campos de sementes

5.2.3.1. Produtores tecnificados

5.2.3.2. Manejo e condução dos campos

5.2.3.3. Locais adequados para produção

5.2.3.4. Regulagem das máquinas, caminhões adequados.

5.2.4. Processos

5.2.4.1. Recepção

5.2.4.1.1. Identificação dos lotes

5.2.4.2. Amostragem

5.2.4.2.1. testes

5.2.4.3. Pré-limpeza

5.2.4.3.1. elimina materiais indesejados

5.2.4.4. Limpeza

5.2.4.4.1. Largura

5.2.4.4.2. Espessura

5.2.4.4.3. Peso

5.2.4.4.4. Densidade

5.2.4.5. Secagem

5.2.4.5.1. Beneficios

5.2.4.5.2. Secadores

5.2.4.6. Classificação

5.2.4.6.1. Retirada sementes indesejadas

5.2.4.6.2. Semente uniforme em forma e tamanho

5.2.4.6.3. Padronização

5.2.4.6.4. Melhor desempenho das semeadoras

5.2.4.6.5. População de plantas adequadas

5.2.4.6.6. Melhor aspecto ao lote de sementes

5.2.4.7. Armazenagem

5.2.4.7.1. Big-bags

5.2.4.7.2. sacarias

5.3. Armazenamento

5.3.1. função

5.3.1.1. preservar a qualidade da sementes

5.3.1.2. evitar a deterioração

5.3.2. Fatores que influenciam

5.3.2.1. temperatura

5.3.2.1.1. conforme ocorre o aumento, ocorre também a perda de germinação

5.3.2.2. umidade dos grãos

5.3.2.2.1. Infestações indesejadas

5.3.3. Inadequado

5.3.3.1. Diminui o vigor germinativo

5.3.3.2. focos de infestação

5.3.3.3. baixa qualidade das sementes

5.3.4. Tipos

5.3.4.1. sacarias

5.3.4.2. Silos

5.3.4.2.1. pequenos e médios

5.3.4.2.2. grandes

5.4. Patologia de sementes

5.4.1. fatores que afetam a qualidade das sementes

5.4.1.1. genéticos

5.4.1.2. Fisiológicos

5.4.1.3. Fisicos

5.4.1.3.1. Impurezas

5.4.1.4. Sanitários

5.4.1.4.1. Microorganismos

5.4.1.4.2. Insetos

5.4.2. Transmissão

5.4.2.1. Infestação

5.4.2.1.1. Caracteriza patógenos

5.4.2.2. Infeccção

5.4.2.2.1. Caracterizado dentro da semente

5.4.2.3. causa perda da viabilidade

5.4.3. Efeito de patógenos

5.4.3.1. bactérias

5.4.3.1.1. redução na qualidade da semente

5.4.3.1.2. apodrecimento das sementes e a morte da plântula

5.4.3.2. fungos

5.4.3.2.1. parasitas de primórdios florais e de sementes

5.4.3.2.2. causam

5.4.3.2.3. de armazenamento

5.4.3.3. Vírus

5.4.3.3.1. causam aborto das sementes, mas quando transmitidos pelo embrião provocam redução da viabilidade

5.4.3.4. nematóides

5.4.4. teste de sanidade de sementes

5.4.4.1. objetivo

5.4.4.1.1. serviço quaternário

5.4.4.1.2. serviço de classificação de sementes

5.4.4.1.3. determinação do valor para a semeadura

5.4.4.1.4. recomendação do tratamento de sementes

5.4.4.1.5. determinação da eficiência do tratamento de sementes

5.4.4.1.6. determinação da qualidade das sementes armazenadas e do valor nutritivo dos grãos

5.4.4.1.7. determinação da mistura varietal

5.5. Analises de imagem em sementes

5.5.1. Minimiza as limitações existentes nos testes tradicionais

5.5.1.1. Testes de raio x

5.5.1.1.1. Não destrutivo

5.5.1.1.2. Identifica sementes vazias, cheias e danos causados por insetos ou mecânicos

5.5.1.1.3. Rápido e eficiente

5.5.1.1.4. Através da absorção do raio x pode detectar espessura, densidade, composição do tecido e comprimento da onda de radiação

5.5.1.2. Microtomografia computadorizada de raio x

5.5.1.2.1. Não destrutivo

5.5.1.2.2. Maior precisão em relação ao raio x na identificação de injurias

5.5.1.2.3. Analise tridimensional

5.5.1.2.4. Identifica aspectos fisiológicos e porosidade interna

5.5.1.3. Ressonância magnética

5.5.1.3.1. Não destrutivo

5.5.1.3.2. Rápido e com ótima precisão, identifica fungos, hidratação e secagem

5.5.1.3.3. Não utiliza solventes

5.5.1.3.4. Mede a amostra por inteiro e é feita através de uma frequência de energia

5.5.1.4. Imagem multiespectral

5.5.1.4.1. É feita por medição da faixa multiespectral do infravermelho

5.5.1.4.2. Rápida e pode ser não destrutiva

5.5.1.4.3. Menor custo e não utiliza produtos químicos

5.5.1.4.4. Identifica injurias, fungos, secagem

5.5.1.5. Fluorescência de clorofila

5.5.1.5.1. Identifica sementes esverdeadas

5.5.1.5.2. Comprovado através do teste de vigor

5.5.1.5.3. Aumenta precisão de avaliação de qualidade

5.5.1.6. Tecnologia a laser

5.5.1.6.1. Plântulas sao escaneadas e marcadas por software especifico

5.5.1.6.2. Sistema automatizado

5.5.1.6.3. Identifica comprimento da raiz primaria, hipocótilo e toda a plântula; relação entre raiz e hipocótilo e parâmetros de crescimento

5.6. Tratamento de sementes

5.6.1. Aplicações

5.6.1.1. Quimicas

5.6.1.1.1. Mais comum entre todos

5.6.1.2. Fisicas

5.6.1.2.1. Retira patógenos aderidos a sementes

5.6.1.3. Biológicas

5.6.1.3.1. Microorganismos que eliminam/diminuem o desenvolvimento de patógenos

5.7. Condicionamento fisiológico

5.7.1. Controle da hidratação de sementes onde inicia a atividade metabólica pré germinativa

5.7.1.1. Funcionamento

5.7.1.1.1. Embebição de agua

5.7.1.1.2. Temperatura, pH, oxigênio, sanidade

5.7.1.1.3. Esquema trifásico

5.7.1.2. Métodos

5.7.1.2.1. Matricondicionamento

5.7.1.2.2. Osmocondicionamento

5.7.1.2.3. Hidrocondicionamento

5.7.1.2.4. Tambor

5.8. Analises de sementes

5.8.1. Amostragem

5.8.1.1. Simples

5.8.1.2. Composta

5.8.1.3. Média

5.8.1.4. Duplicata

5.8.1.5. Subamostra

5.8.2. Analise de pureza

5.8.2.1. Determina a composição da amostra

5.8.2.1.1. Pura

5.8.2.1.2. Outras sementes

5.8.2.1.3. Material inerte

5.8.3. Análise de pureza genética

5.8.4. Teste de germinação

5.8.4.1. Plântulas normais

5.8.4.2. Plântulas anormais

5.8.5. Teste de tolerância

5.8.5.1. Valida outros testes

5.8.6. Teste de vigor

5.8.6.1. Tetrazólio

5.8.6.1.1. Determina a viabilidade de sementes

5.8.7. Determinação de umidade

5.8.7.1. Representado pela perda de peso