1. Capitanias Hereditarias
1.1. 1534-1759
1.1.1. Portugal vivia uma crise economica
1.1.1.1. O Brasil foi dividido em 15 faixas de terras paralelas, e era comandada pelo capitão donatario
1.1.1.1.1. O territorio era emprestado para o capitão com algumas obrigações, cobrados pela coroa
2. Pre-colonialismo
2.1. 1500-1530
2.1.1. Portugal não deu atenção ao Brasil
2.1.1.1. Houve poucas expedições para o Brasil
2.1.1.1.1. -Presença dos Franceses, contrabandiando pau-Brasil; Portugal perdeu forças economicas; Espanha achou metais precisos no seu territorio
3. Governo-Geral
3.1. 1548-1808
3.1.1. Era um representande da coroa Portuguesa, era responsavel por assegurar uma maior igualdade, entre as capitanias
3.1.1.1. Os capitãos donatarios ainda mandavam em suas capitanias, mas agora tambem reportavam para o Governador-Geral
4. União Iberica
4.1. 1580-1640
4.1.1. Esse periodo foi marcado pela união de Portugal e Espanha, apos a morte do Rei de Portugal, e o Rei da espanha assumir o trono Portugues
4.1.1.1. Diversas invasões na parte do nordeste brasileiro, por parte de inimigos da coroa espanhola, em busca da produção de açucar
4.1.1.1.1. Devido ao fato da Espanha não ter se preocupado, o territorio do Brasil cresceu, e a Espanha foi obrigada a aceitar essa perda, e assinou o tratado de madrid
5. Restauração Portuguesa
5.1. 1640
5.1.1. Com o apoio financeiro e militar da cora britanica, o Duque de Bragança, D. João IV, subiu ao poder
5.1.1.1. Ainda em crise economica o Estado Portugues teve que aumentar os impostos, e pressionar a colonia brasileira
6. No começo do processo de independencia do Brasil ocorreu diversas rebeliões
6.1. A Inconfidencia Mineira, em 1789
6.1.1. A Conjuração Baiana, em 1798
7. Governo Joanino
7.1. 1808-1822, Governado por D. João VI
7.1.1. Devido ao bloqueio continental de Napoleão, a familia real portuguesa fugiu para o Brasil
7.1.1.1. A vinda da familia real acelerou a independencia e desenvolvimento do Brasil, com uma seria de decisões tomadas pelo Rei
7.1.1.1.1. Apos a derrota de napoleão, a corte portuguesa exigiu a volta de D. João, então ele deixou seu filho de 5 anos como pricipe regente