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EPIDEMIOLOGIA por Mind Map: EPIDEMIOLOGIA

1. Estudos

1.1. Tipos

1.1.1. Observacionais

1.1.1.1. Descritores

1.1.1.1.1. Relatos de Casos

1.1.1.1.2. Serie de Casos

1.1.1.2. Analíticos

1.1.1.2.1. Transversal ou de controle

1.1.1.2.2. Caso-controle

1.1.1.2.3. Coorte

1.1.1.2.4. Ecológico

1.1.2. Experimentais

1.1.2.1. Ensaio Clínico

1.1.2.1.1. Ensaio clinico randomizado

1.1.2.1.2. Ensaio Clinico de Campo

1.1.2.1.3. Ensaio Clinico de Comunidade

1.1.3. Revisão sistemática

1.1.3.1. Metanálise

1.1.3.1.1. Forest plot

1.2. Medidas de efeito e associação

1.2.1. Risco Relativo (RR)

1.2.2. Odds Ratio (OR)

1.2.3. Razão de Taxa ou Razão de Densidade de Incidência (RT)

1.2.4. Razão de Prevalência (RP)

1.2.5. Diferença de Risco ou Risco Atribuível (RA)

1.2.6. Risco Atribuível na População

1.2.7. Fração Atribuível na População

1.2.8. Número Necessário para Tratar (NNT)

1.3. Nível de significância-valor de "p"

1.4. Intervalo de confiança

1.5. Variações Irregulares

1.5.1. Surtos, Endemia

1.6. Fases

1.6.1. I - Tolerabilidade em Humanos

1.6.2. II - Atividade Biológica

1.6.3. III - Ensaio Clínico

1.6.4. IV - Vigilância Pós-comercialização

1.7. Erros

1.7.1. Randômico

1.7.1.1. Amostra

1.7.2. Sistemático

1.7.2.1. Medidas

1.8. Precisão

1.9. Validade

1.9.1. Externa

1.9.1.1. Generalização

1.9.2. Interna

1.9.2.1. Conclusões do Estudo

1.9.2.2. Viés de Seleção

1.9.2.3. Viés de Confundimento

1.9.2.4. Viés de Aferição

1.9.2.4.1. Do Examinador

1.9.2.4.2. Do Instrumento

2. Medidas

2.1. Tendência Central

2.1.1. Média

2.1.2. Moda

2.1.3. Mediana

2.2. Dispersão

2.2.1. Amplitude de variação

2.2.2. Desvio Padrão

3. Risco

3.1. Exposição frequente

3.1.1. Coeficiente de incidência

3.1.2. Risco Relativo

3.1.3. Risco Atribuível

3.1.4. Risco Atribuível na população

3.2. Fatores de risco

3.3. Usos

3.3.1. Predição

3.3.2. Causa

3.3.3. Diagnóstico

3.3.4. Prevenção

4. História Natural e Prevenção de Doenças

4.1. Períodos

4.1.1. Pré-patogênese

4.1.1.1. Fatores Sociais

4.1.1.2. Fatores Ambientas

4.1.2. Patogênese

4.1.2.1. Interação Estímulo-suscetível

4.1.2.2. Alterações Bioquímicas, Histológicas e Fisiológicas

4.1.2.3. Sinais e Sintomas

4.1.2.4. Cronicidade

4.2. Tríade Epidemiológica das Doenças

4.2.1. Hospedeiro

4.2.1.1. Idade

4.2.1.2. Sexo

4.2.1.3. Raça

4.2.1.4. Religião

4.2.1.5. Costumes

4.2.1.6. Profissão

4.2.1.7. Estado Civil

4.2.1.8. Perfil Genético

4.2.1.9. História Familiar

4.2.1.10. Doenças Prévias

4.2.1.11. Imunidade

4.2.2. Agente

4.2.2.1. Biológico

4.2.2.2. Químico

4.2.2.3. Físico

4.2.2.4. Nutricional

4.2.3. Ambiente

4.2.3.1. Temperatura

4.2.3.2. Umidade

4.2.3.3. Altitude

4.2.3.4. Aglomerações

4.2.3.5. Moradia

4.2.3.6. Alimentação

4.2.3.7. Poluição do Ar

4.2.3.8. Radiação

4.2.3.9. Ruídos

4.3. Prevenção

4.3.1. Primária

4.3.1.1. Promoção em Saúde

4.3.1.2. Proteção específica

4.3.2. Secundária

4.3.2.1. Diagnóstico Precoce

4.3.2.2. Limitação da Incapacidade

4.3.3. Terciária

4.3.3.1. Reabilitação

4.3.3.2. Fisioterapia

4.3.3.3. Terapia Ocupacional

4.3.3.4. Emprego para o reabilitado

5. Sistemas de Informação em Saúde

5.1. SIM

5.1.1. Gerado pela secretaria de vigilancia sanitaria

5.1.2. Permitiu captar a mortalidade de forma homogenea

5.1.3. Documento padrao: declaracao de obito

5.2. SINAN

5.2.1. Sistema de informacoes de agravos de notificacao

5.3. SIH

5.3.1. Documento principal de coleta: AIH (autorizacao de internacao hospitalar)

5.3.2. Principais causas de internacoes, procedimentos mais frequentes, quantidade de leitos existentes por especialidade

5.4. SIA

5.4.1. Gera informacoes da rede ambulatorial do SUS

5.4.2. Documento: APAC (autorizacao de procedimentos de alto custo/complexidade)

5.5. SISVAN

5.5.1. Sistema de vigilancia alimentar e nutricional

5.6. SINASC

5.6.1. Coletar dado por nascimentos e fornecimentos de dados de natalidade

5.6.2. Documento padrao: declaracao de nascido vivo

6. Indicadores

6.1. Morbidade

6.1.1. Coeficiente de Incidência

6.1.1.1. representa o risco de ocorrência de NOVOS casos de uma determinada doença na população

6.1.1.1.1. casos NOVOS da doença em determinada comunidade e tempo ______________________________________________________________X 10^n população da área no mesmo tempo

6.1.2. Coeficiente de Prevalência

6.1.2.1. representa o número de casos presentes (NOVOS + ANTIGOS) de determinada doença ou evento na população

6.1.2.1.1. casos PRESENTES da doença em determinada comunidade e tempo _________________________________________________________________ X 10^n população da área no mesmo tempo

6.1.3. Coeficiente de Letalidade

6.1.3.1. representa a proporção de óbitos entre os casos da doença, mede o risco de morrer por determinado evento ou doença

6.1.3.1.1. mortes devido à doença "x" em determinada comunidade e tempo _________________________________________________________________ X 10^n casos da doença "X" na mesma área e tempo

6.2. Mortalidade

6.2.1. Coeficiente Geral de Mortalidade (CGM)

6.2.2. Taxa de Mortalidade Geral (TMG)

6.2.2.1. é o número total de óbitos sem se considerar a causa, mede o risco de morte da população

6.2.2.1.1. número total de óbitos (todas causas) / período ________________________________________________ X 100 população exposta ao risco de morrer (todos)

6.2.3. Taxa de Mortalidade por Causa Específica (TME)

6.2.3.1. é o número total de óbitos por uma determinada causa, apresenta uma informação mais refinada

6.2.3.1.1. número de óbitos ocorridos por determinada causa ______________________________________________________ X 100.000 população exposta ao risco de morrer por aquela causa

6.2.4. Coeficiente de Mortalidade Infantil (CMI)

6.2.4.1. Coeficiente de Mortalidade Neonatal

6.2.4.1.1. Mortalidade Neonatal Precoce

6.2.4.1.2. Mortalidade Neonatal Tardia

6.2.4.2. Coeficiente de Mortalidade Pós-natal ou Infantil Tardia

6.2.5. Coeficiente de Mortalidade Materna (CMM)

6.2.5.1. Morte Obstétrica Direta

6.2.5.2. Morte Obstétrica Indireta

6.2.5.3. Morte Materna Tardia

6.2.5.4. Morte Relacionada com a Gravidez

6.2.6. Mortalidade entre adultos

6.2.6.1. Razão de Mortalidade Proporcional

6.2.6.1.1. Indicadores de Swaroop e Uemura

6.2.6.1.2. Razão de Mortalidade Infantil Precoce

6.2.6.1.3. Razão de Mortalidade Proporcional por faixas etárias

6.2.6.1.4. Curva de Nelson Moraes

7. Vigilância em saúde

7.1. Vigilância Epidemiológica

7.1.1. Notificação Compulsória

7.1.1.1. Doenças Infecciosas Transmissíveis

7.1.1.2. Doenças e Agravos Não Transmissíveis (DANT)

7.1.1.2.1. Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT)

7.1.1.2.2. Violência

7.1.1.2.3. Acidentes

7.2. Vigilância Ambiental

7.3. Vigilância Sanitária

7.4. Saúde do Trabalhador

8. Descritiva

8.1. Pessoa

8.1.1. Idade

8.1.1.1. Algumas doenças acometem mais crianças e outras pode acometer mais idosos

8.1.2. Sexo

8.1.3. Grupo Étnico

8.1.3.1. Cor da pele, cultura, religião

8.1.4. Religião

8.1.5. Condição Socioeconômica

8.1.6. Ocupação

8.1.7. Estado Civil

8.1.8. Estilo de Vida

8.1.9. Hábitos e Atividades

8.1.9.1. atividades ocupacionais, abuso de drogas ilícitas, comportamento alimentar, atividade física e lazer

8.2. Espaço

8.2.1. Como ocorre a manifestação em diferentes espaços de doenças e agravos

8.3. Tempo

8.3.1. Conceitos

8.3.1.1. Endemia

8.3.1.1.1. incidência de determinada doença de forma relativamente constante, permitindo variações clínicas e sazonais

8.3.1.2. Epidemia

8.3.1.2.1. de acordo com a Evolução

8.3.1.2.2. Tipos

8.3.2. Variações Regulares

8.3.2.1. Tendência secular

8.3.2.1.1. variações na incidência/ prevalência ou mortalidade/ letalidade de doenças observadas por um longo período

8.3.2.2. Variação sazonal

8.3.2.2.1. quando a incidência de doenças aumenta periodicamente em algumas épocas do ano

8.3.2.3. Variação cíclica

8.3.2.3.1. Variações com ciclos periódicos e regulares

9. Diagrama de controle

9.1. Endemia

9.2. Epidemia

9.3. Nível Endêmico

10. Transição

10.1. Demográfica

10.1.1. 1° Estágio (seculo 19 ate 1940)

10.1.1.1. Altas taxas de natalidade, altas taxas de mortalidade, baixa expectativa de via

10.1.2. 2° Estágio (Anos 40 ate anos 70)

10.1.2.1. Altas taxas de natalidade (6-8 filhos por mulher), mortalidade começa a diminuir, baixa expectativa de vida

10.1.3. 3° estágio (A partir de 1960)

10.1.3.1. Motivos: Mudança da inserção da mulher na sociedade, sociedade passa a ser urbana, queda de natalidade

10.1.3.2. Reducão das taxas de natalidade, taxas de mortalidade continuam caindo, expectativa de vida aumenta

10.2. Epidemiologica

10.2.1. Era das pestilencias

10.2.1.1. Até o fim da idade média

10.2.1.2. Altos índices de natalidade

10.2.1.3. Altas taxas de mortalidade por doença infecciosas (endemias, epidemias e pandemias)

10.2.1.4. Expectativa de vida em aproximadamente 20 anos

10.2.1.5. Crescimento demográfico lento

10.2.2. Era do declínio das pandemias:

10.2.2.1. Renascença até o inicio da revolucao industrial

10.2.2.2. Desaparecimento de grandes pandemias

10.2.2.3. Expectativa de vida 40 anos

10.2.2.4. Doenças infecciosas como principal causa de morte

10.2.2.5. Taxas de mortalidade declinam

10.2.2.6. Taxa de natalidade aumenta

10.2.3. Era das doencas degenerativas e das causadas pelo homem

10.2.3.1. Revolução industrial ate os tempos modernos

10.2.3.2. Melhora no padrão de vida

10.2.3.3. Declínio de doenças infecciosas

10.2.3.4. Expectativa de vida em 70 anos

10.2.3.5. Principais causas de mortalidade: doencas cardiovasculares e neoplasias malignas

10.2.3.6. Desaceleração no crescimento populacional

10.2.4. Tripla cargas de doencas no Brasil

10.2.4.1. Doenças crônicas nao transmissíveis

10.2.4.1.1. envelhecimento

10.2.4.1.2. Urbanização

10.2.4.1.3. Mudanças sociais e Econômicas

10.2.4.1.4. Globalização

10.2.4.2. Doencas infecciosas e parasitárias

10.2.4.2.1. Começa a reduzir desde 1940

10.2.4.2.2. Entre 2000 e 2010 a mortalidade proporcional caiu de 4,7% para 4,3%

10.2.4.2.3. Recorrente epidemia de dengue

10.2.4.2.4. Alta incidência da malária na Amazônia Legal

10.2.4.3. Causas externas de morte

10.2.4.3.1. Homicídios

10.2.4.3.2. Acidentes de transportes terrestre

10.3. Nutricional

10.3.1. Mudanças

10.3.1.1. Redução do consumo de alimentos básicos

10.3.1.2. Utilização de alimentos ultra processados, bebidas acucaradas

10.3.1.3. Redução de atividades físicas

10.3.1.4. Fatores socias, socioeconômicos e ambientais

10.3.1.5. Aumento das prevalências de doenças crônicas nao transmissíveis

10.3.2. Iniciativas brasileiras

10.3.2.1. Redução da mortalidade prematura de doenças crônicas

10.3.2.2. Prevalência de tabagismo

10.3.2.3. Aumento de mamografia em mulheres

10.3.2.4. Dez passos para uma alimentação adequada e saudável