A unidade de ação

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A unidade de ação por Mind Map: A unidade de ação

1. 3.10 O conhecimento

1.1. O epicentro de toda realidade é sempre a unidade de ação, a qual tem uma sua causalidade externa, que é um momento messiânico dependente do ato puro, daquela plenitude que, por intrinsecidade do próprio valor, não pode se formalizar de nenhum modo e não pode ser em nenhum aspecto divisível ou exprimível fora de si, por isso se atua a tal ponto de exaurir qualquer forma, referência, reflexo, discurso, história: exaure toda e qualquer potencialidade e nisso constitui a intrinsecidade plena da atualidade perfeita.

1.1.1. Logo, a unidade de ação está além de toda e qualquer formalização existencial e, na sua possibilidade de se encarnar, de existir, é como se assumisse - de forma mais ou menos plástica - uma veste.

1.2. Quando se faz ciência pura, é preciso partir do fato como acontece. Determina-se, descreve-se, circunscreve-se este fato: eu, existente homem, aqui e agora. Toda ciência em função antropológica deve partir irrevogavelmente e imediatamente deste dado, porque, caso se alienasse deste, permaneceria fora de sentido.

1.2.1. Certo que a unidade de ação pode conhecer o sentido do pleno do real, mas conheceria somente aquilo que é, isto é, conheceria somente a intrinsecidade da entidade. Cada ser humano não nasce em um momento cronológico preciso, definido, mas é gerado constantemente pelo ato eterno da unidade de ação e pode existir nesse contexto enquanto fizer parte desse jogo escolhido.

1.2.1.1. Portanto, é a unidade de ação a dar entidade real, pregnância de realidade a esse conjunto corpóreo que - em última análise - defino máquina histórica, que sozinha não dá nada, mas é uma simulação necessária para consentir o jogo aqui. Isto é, o conhecimento, o pensamento, a memória etc., não são mais do que o escorrer de imagens em um monitor, as quais não são reais, mas nos aparecem como tais porque estamos no jogo.

1.3. Eu não conheço o inconsciente, que, ao invés disso, infelizmente se dá como dado de realidade para todos aqueles que procuram fazer ciência exclusivamente em uma referência de relação de externo a externo

1.3.1. Isto é, o homem, para fazer ciência objetiva, procede a partir de uma exterioridade de si mesmo e assim faz mais estranhamento e, no final, permanece sempre ausente daquilo que faz realidade em si. Para conhecer com objetividade é preciso descer ao núcleo de si mesmo e daqui se pode irradiar realidade onde quer que se prefira. Portanto, o mundo do Eu é real na medida em que obtém realidade da semântica da unidade de ação, e isso tanto no bem quanto no mal, configurados segundo os nossos parâmetros.

2. 3.7 A existência

2.1. Nesse contexto de ação individuada que é o homem, mimetiza-se a unidade de ação. Mas como encontramos essa unidade de ação? Nós a encontramos como corpo, como pensamento, como inteligência, isto é, a unidade de ação, no momento em que existe, sai de um ato já realizado em si e por si, para sistematizar-se, colocar-se, adaptar-se, assumir os limites daquilo que é espaço, daquilo que é tempo: sai de uma não posição para ser também posição.

3. 3.8 O Eu e a memória

3.1. Nesta total existência ocorrem multiplices organogramas, que se pontualizam em uma esfera, em um certo ponto, que definimos Eu.

3.2. Todo o nosso corpo é um aparato-monitor de percepção desse tipo de realidade, isto é, a percepção não está localizada em uma parte do corpo ou da pele, mas está distribuída.

3.2.1. O olho - por exemplo - é simplesmente um filtro, um transpositor, um mediador de fótons que individualiza como luz. Sem ele, eu não saberia o que é a luz, mas poderia igualmente conhecer, mesmo se não na versão luz.

3.2.1.1. A sensibilidade à dor, a sensibilidade ao suor, a sensibilidade do erotismo, a sensibilidade do apetite, substancialmente são todos aparatos - que nós chamamos células - mas são pequenos mediadores-monitor que absorvem, interceptam, elaboram, filtram e reciclam ao nosso eixo de comportamento que nos configura individuação existencial

3.3. Agora, enquanto que no corpo estão distribuídas células que medeiam a ação corpuscular - em sentido organísmico do ambiente, no cérebro existem células-monitor, que se relacionam entre si, por isso, em um certo ponto, se define uma imagem elementar.

3.4. Quando adultos, podemos recordar tantos eventos, porque conhecemos menos, porque nos entregamos aos estereótipos pessoais, por isso, se uma coisa coincide com o que já está memorizado, interessa-nos em parte, se não coincide, não a vemos.

3.5. Depois se define, se estrutura, e o seu monitor cuspidal rastreia, sintetiza e formaliza a algo de essencial, Essencial no sentido de indispensável para viver. Para a criança, de fato, é importante reconhecer imediatamente os elementos que lhe consentem sobreviver. Se ficasse em permanente conhecimento aberto, não poderia viver aqui

3.6. Portanto, a primeira seleção é necessária para poder abrir este arco de existência, por isso a memória é a base de identificação do Eu, isto é, o Eu nasce de um efeito de memória..

3.6.1. A individuação, portanto, define-se, fixa-se, hipostasia-se, de fato os últimos elementos de um Eu, mesmo de um Eu pensante, são três ou quatro ideias ou imagens, que servem de fulcro a todo o Eu e do qual o Eu gere depois tudo. Isto é, cada um não vive mais a realidade em si, mas por como os monitores cerebrais a filtram.

3.7. Mas que o Eu seja uma relação de monitor é reconhecível somente àquele que chega à última evolução desta experiência terrestre, isto é, à sua autenticidade. Autenticidade significa reencontrar o ponto primeiro, o ponto-causa que propõe o início do ser individuado, reencontrá-lo e coenvolver-se ativamente. Agora, o homem sem monitor de deflexão pode se usar por inteiro em vantagem egóica própria, em abertura universal e, portanto, a unidade de medida pode experimentar-se jogo existencial, superando a própria simulação.

4. 3.9 Experiência da unidade de ação

4.1. Naturalmente a unidade de ação é uma experiência a-verbal informal, uma experiência direta, grandíssima, mas indemonstrável a outros, cada um a sabe para si: é um saber que está além de toda verbalização, de toda conceitualização: é.

4.2. A única coisa real, pregnante, altíssima é a unidade de ação: a unidade de ação é o máximo de concretude que possuo, onde posso aquilo que quero, e quero aquilo que sou.

4.3. A unidade de ação, portanto acontece aqui, como homem, através desse determinado sistema mecanicístico, com o qual, porém, está em identidade de ação, por isso o homem é um sinolo histórico e sem esse corpo a unidade de ação não poderia existir aqui.

4.4. Portanto, cada ser humano, verificado no seu último porque, não pode ser colhido segundo a concretude do parâmetro desta existência, mas é hiperpresente, hiperpregnante, como ecceidade estupenda, sobre aquele outro parâmetro que está fora deste circuito.

5. 3.11 Individuação e psicoterapia ontopsicológica

5.1. A psicoterapia ontopsicológica é um "recolocar no lugar" os circuitos, a datitude histórica, segundo a semântica da unidade de ação.

5.2. Qual é a diferença entre as outras formas de psicoterapia, de ciência ou de pesquisa acerca do homem e a psicoterapia ontopsicológica?

5.2.1. Todas as outras procedem através de uma coleta de dados, de fenômenos, de sinais, de tudo aquilo que pode facetar-se no discurso individual histórico.

5.2.1.1. Colhida toda a datitude possível, se a analisa buscando as suas estruturas portantes e, posteriormente, à luz de uma concepção diversa conforme a especificidade de abordagem (médica, filosófica, psicoterápica, religiosa etc.), emite-se um juízo, que depois deve reordenar o inteiro exposto pelo sujeito, por isso, considera-se que, adaptando-se o sujeito a essa norma, deveria resultar em alegria, em tranquilidade de ordem, em função adequada, em congruidade de si.

5.2.1.1.1. O ontopsicólogo, em vez disso, procede de um outro modo. Ele finge escutar os verbalizados, os sonhos, as ações, as anamneses, os configurados de ambiente, os comportamentos, as atitudes etc., mas humildemente aguarda, de modo constante, o sinal semântico da unidade de ação do sujeito. Somente quando chega a semântica, a intencionalidade aberta da unidade de ação do outro, então o ontopsicólogo, que pode percebê-la através da propriedade aberta da própria unidade de ação, ausculta o comunicado e, depois, pode verbalizá-lo externamente, segundo todos os configurados e os instrumentos dos quais dispõe. Aquele ponto, o sujeito se encontra entre dois fogos: a sua unidade de ação, que quer a vida, e o sustento externo do verbalizado pelo ontopsicólogo, que assinala as passagens da ação.

5.3. No final, o sujeito, estimulado por essas provocações simultâneas o impulso do Em Si e o impacto externo de reforço do ontopsicólogo - dá-se conta de si mesmo, encontra-se e, a esse ponto, a psicoterapia ontopsicológica termina, porque depois o sujeito saberá sozinho.

6. 3.12 Conclusão

6.1. Segundo o conhecimento ontopsicológico, o ser humano é: a) o Em Si; b) uma estrutura mecânica e racional para viver neste contexto existencial. Na prática, a vida pode se fazer existência na medida em que se mecaniza.

6.2. Infelizmente, no ser humano, interfere um mecanismo de um outro tipo de existência, que alterou as relações entre a unidade de ação e a máquina racional de medida, de modo que todos os seres humanos, tendo perdido o seu éden, o seu Em Si, a sua unidade de ação, devido a essa intromissão ocorrida há muitos séculos segundo a medida deste planeta - são obrigados a viver em perda.

6.3. Resulta que, em sede filosófica, o homem procura a verdade, porque a possui, mas não a reconhece, por duas razões. Antes de tudo, porque qualquer razão resulta em falência visto que a máquina racional mesmo no bom sentido de estruturação - por si só é somente cifra e, levada ao infinito, leva a um vazio.

6.3.1. Uma vez que é dissociada da unidade de ação, que é ato pregnante, significância em ato, gestão criadora, reduz-se a um símbolo sem vivente.

6.3.1.1. O segundo aspecto é que toda a lógica humana já está desviada do seu curso natural e a infecção mais importante é exatamente no âmbito da afetividade e do erotismo, que teriam sido e seriam as duas pontas de máximo conhecimento, tanto na sapiência externa das coisas, quanto na condução de funcionalidade sócio-cultural.

6.4. Perdida a unidade de ação, encontraram-se a ter que sobreviver depredando outras formas de vida, outras formas de inteligência. . Ninguém pode sair disso, senão iniciando uma consciência capilar que depois cada um, sozinho, com absoluta autonomia, deve aplicar no interior de si mesmo.

7. 3.1

7.1. O homem, antes de qualquer outra coisa, é uma unidade de ação, interagente em um complexo de unidade de ação, isto é, faz parte de um inteiro que se torna extrínseco através da unidade de ação, da qual cada homem é uma entidade de ação a si.

7.2. A unidade de ação é algo de apriórico, isto é, antes ainda da distribuição daquilo que chamamos espaço ou tempo, também vida é já um aspecto secundário.

7.3. A unidade de ação é aberta, isto é, apresenta uma semovēncia autônoma em si mesma, que autogera e que se autogera, muito antes que o homem seja corpo, muito antes que seja pensamento, muito antes que aconteça neste planeta.

7.4. A unidade de ação é eterna, porém não no sentido de que exista como repetição perpétua, mas enquanto existe como intrínseca força de dinâmica, e a verificação última da sua semovência a leva a uma autonomia de semovência, que depois é um exposto de uma autossemovência integral, que constitui o inteiro da ação.

7.5. Olho as minhas mãos, olho o meu corpo, mas a unidade de ação é uma outra coisa: vejo tudo isso, posso mensurá-lo com extremo realismo, mas é somente essa unidade de ação que conta e que faz o ponto, porque fazendo o ponto das diversas relações onde existimos, nos confirma, nos sustenta no epicentro, no ponto que faz todas as outras ecceidades, isto é, a energia inteira.

8. 3.2 O homem é unidade de ação

8.1. Para acessar ao real em si - que seja entendido em âmbito psicológico, filosófico, psicoterapêutico, personológico ou político, é indiferente - o ponto de partida é conceber o homem como unidade de ação.

8.2. O homem, fundamentalmente, é unidade de ação, que depois essa ação seja psíquica, biológica, linguística, cultural, patológica ou sadia, boa ou má, tudo isso é secundário.

8.3. O homem, antes de qualquer outra coisa, é uma unidade de ação, interagente em um complexo de unidade de ação, isto é, faz parte de um inteiro que se torna extrínseco através da unidade de ação, da qual cada homem é uma entidade de ação a si.

8.4. A unidade de ação é aberta, isto é, apresenta uma semovência autônoma em si mesma, que autogera e que se autogera, muito antes que o homem seja corpo, muito antes que seja pensamento, muito antes que aconteça neste planeta.

8.5. Posso acrescentar que, segundo a Ontopsicologia, a evolução não existe, isto é, a entidade homem, quando apareceu neste planeta, era melhor do que se presencia hoje: nós, como unidade de ação, partimos de uma fase perfeita, porque somente daquilo que é perfeito pode iniciar qualquer processualidade, jamais o contrário.

9. 3.3 Interatividade da unidade de ação

9.1. Portanto, nessa unidade de ação, eu posso coexistir, ser intimo a todas as outras unidades, mas antes devo alcançá la; dali, sei o inteiro, mas sem essa minha unidade de ação, surdo a mim mesmo, sou surdo a todo o resto.

9.2. Para facilitar a compreensão, posso descrever a unidade de ação como um ponto hipotético, com uma capacidade de semovência.

9.3. Uma unidade de ação, para viver, tem necessidade de uma constante semovência e a propriedade intrínseca dessa semovencia está na interação de todas as outras unidades de ação que, no seu conjunto, formam um conjunto organizado, altamente definido como perseidade da ação de cada outro: o ato em si.

9.3.1. A unidade de ação, pelo próprio fato que é semovência, sobrevive reciclando continuamente a energia do inteiro e vive na medida em que recicla a energia do inteiro. Um instante somente que se isolasse, parasse, seria o seu fim, mas isso não é possível.

9.4. É autônoma, fim a si mesma, indestrutível, não tem necessidade de equilíbrios, perenemente vive sem jamais se comover, intacta na sua esfericidade. Quando, na sequência, falarei do homem, poderei parecer espiritualista, mas quando vou defini-lo na sua entidade, posso falar dele exclusivamente como pureza energética, como se pode entender que é energia o fogo, a luz, o vento, a água.

9.5. Nós existimos, pensamos, determinamos a história e somos também um evento externo somente enquanto a nossa existência, os nossos modos de pensar, de viver, de enfrentar os diversos períodos da civilização são coordenados a esse Em Si, a essa unidade de ação.

9.6. O homem, portanto, é datitude histórica, acontecimento histórico, isto é, algo que aconteceu, que se fenomeniza, que aparece assim como o conhecemos, mas podia ser de infinitos outros modos

9.6.1. Observando-me, vejo que tenho o corpo e sou este corpo, eu tenho uma consciência e sou essa consciência, mas, no real da minha unidade de ação, eu sou e vivo como potencial aberto a infinitas encarnações sem ser nenhuma delas.

10. 3.4 Pluralidade e dialética existencial na unidade de ação

10.1. Não deve surpreender o fato de que somos um fenômeno de um universo síncrono e aberto para além de toda configuração espacial, visto que, não existindo o parâmetro da espacialidade, tudo está na inseidade da unidade de ação.

10.2. A semovência, a atividade das células cardíacas não é igual àquelas hepáticas: ainda que diferentes, cada uma na sua função, coexiste com um outro inteiro maior, que depois constitui o homem, e assim ao infinito.

10.3. A unidade de ação nunca perde, para ela é indiferente existir em uma individuação ou em outra, mas não são a mesma coisa as diversas somatizações, as diversas existências e, então, pode existir dialética, história, até mesmo guerra.

10.3.1. Somente as existências perdem, nascem e morrem, mas não as essências. Essência, de fato, significa ação que é, mas para que tudo isso seja claro, é preciso que o homem pensante possua por inteiro a si mesmo: o homem pode o real na medida em que pode a si mesmo.

11. 3.6 Individuação

11.1. Uma vez que a unidade de ação, por decisão apriórica, se identifica em um dos contextos possíveis das múltiplas existências, tende a uma coordenação plástica ou autoplástica. Isto é, na sua autônoma semovência de ato que se regenera enquanto conforme à inseidade pura de uma energia universal intacta, quando decide simbolizar-se e, portanto, localizar-se, essa localização não se motiva segundo a sua causalidade apriórica, mas segundo o lugar onde acontece.

11.2. A minha individuação, para poder existir, desenvolver se, ser história, não necessita somente deste corpo, mas também de outros corpos, de outros semelhantes e menos semelhantes.

11.3. A individuação é um momento dinâmico, isto é, quando a unidade de ação se autoplastifica em uma medida existencial e, portanto possui parâmetros de energia, de planeta, de simbólica constatável. É preciso, de fato, constatar que nós não colhemos o real como é em si, ou seja, aquele tipo de real que é existência em qualquer modo, mas colhemos somente um fio da existência segundo a projeção do nosso modo de unidade de ação. Para colher o real em si, é indispensável a visão ôntica que se determina por tomada de contato com a unidade de ação em si.

11.3.1. Portanto, colhemos do real somente aquela parte que é coerente, síncrona à nossa ótica.

11.3.1.1. Tudo aquilo que é disforme, estranho à minha organização, isto é, ao meu tipo de ação individuada, para mim é nada.

11.4. Isto é, a medida última do valor não é dada pelo indivíduo fim a si mesmo, mas em função do total-vida, porque nesse jogo se realiza o retorno à unidade de ação, na qual transparece a possibilidade do ato puro universal.

12. 3.5 Identidade e diferença das unidades de ação

12.1. As unidades de ação, mesmo se no final último coincidem em uma identidade de ato, quando se configuram neste planeta, neste parâmetro cósmico, diferenciam-se. O motivo é dúplice.

12.1.1. As unidades de ação são todas iguais em nível potencial, mas não em sentido atual, histórico.

12.2. Dizendo precedentes, refiro-me à concepção espaço temporal deste planeta, mas a unidade de ação em si é imperturbável. Ou seja, é constante em si e é distributiva, diversa quando acontece na datitude histórica, na existência, por isso as diferenças são em relação ao multiplice dar-se ou não dar-se das ocasionalidades históricas.

12.3. Quando a unidade de ação se individua, é como se sofre uma medida ao próprio desenvolver de ação, portanto a diferença das unidades de ação é pensável e constatável exclusivamente em relação aos parâmetros da individuação, por isso, diversas são as individuações, diversas são as revelações da unidade de ação em si e por si.

12.3.1. Porém, na verificação última, tudo retorna ao uno, mas naquele ponto não existem mais modos, não existe mais dialética, não existe mais existência: tudo é.