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Bioterápicos por Mind Map: Bioterápicos

1. Isoterápicos

1.1. Origem endógena ou exógena

1.1.1. Heteroisoterápicos

1.1.1.1. O ingrediente ativo é extremo para o paciente (exógeno), tornando-o sensível. Exemplos de princípios ativos utilizados: alérgenos, alimentos, medicamentos homeopáticos, cabelos, poeira, pólen, solventes e outros.

1.1.2. Autoisoterápicos

1.1.2.1. Os ingredientes ativos são intrínsecos ao paciente (endógenos) e são para uso exclusivo do paciente. Como pedras, escamas de peixes, fezes, sangue, secreções e urina.

2. Ponto de partida

2.1. Preparações a partir de microrganismos - deve-se seguir os princípios de esterilidade determinados pela legislação vigente.

2.1.1. Os microrganismos que vêm de culturas puras deverão ser inativados.

2.2. Métodos utilizados: Hahnemanniano, korsakoviano e fluxo contínuo com escalas do tipo decimal, centesimal e cinquenta milesimal.

2.3. Cada tipo de material, exemplo: tecidos, órgãos, secreções, alérgenos, entre outros, devem ser preparados com técnicas específicas e adequadas para as características desses materiais.

2.4. O estoque de bioterápicos deve seguir a monografia pré-determinada.

3. Bioterapicos de estoque

3.1. Apresentam princípio ativo resultante de preparações fornecidas por laboratórios de excelência.

3.1.1. Como materiais biológicos patológicos ou não, vacinas e soros.

4. Cuidados

4.1. Um espaço específico para coletar e processar medicamentos homeopáticas de 12CH ou 24DH.

4.2. Os heteroisoterapicos que requeira prescrição e controle especial deve estar acompanhado da prescrição correspondente, podendo ser preparada pela farmácia ou pelo paciente de acordo com a regulamentação em vigor.

4.3. Para preparar medicamentos heteroisoterápicos a partir de substâncias especialmente controladas, deve-se obter autorização especial da ANVISA.

4.4. A matriz obtida no laboratório industrial homeopático é utilizada para distribuição e processamento de terapia híbrida com potência igual ou superior a 6 CH ou 12DH sem autorização especial da ANVISA.

5. Leis

5.1. Leis: Lei n° 12.305, de 02 de agosto de 2010, Portaria nº344, de 12 de maio de 1998, RDC nº17, de 16 de abril de 2010, RDC nº306, de 07 de dezembro de 2004, RDC nº39, de 02 de setembro de 2010, RDC n°40, de 15 de julho de 2009, RDC n°67, de 08 de outubro de 2007, Resolução n°20, de 05 de maio de 2011, Resolução n° 87, de novembro de 2008

6. Coleta

6.1. Profissional capacitado, com ambiente e materiais esterilizados, de acordo com a legislação vigente

6.2. Quando a coleta é feita com material microbiológico, o profissional deve tomar cuidado para não haver contaminação na amostra

6.3. Materiais

6.3.1. Material reutilizável deve passar esterilização por calor úmido e em seguida deve ser lavado intensamente com água destilada, após, ele será submetido a outra esterilização e estará pronto para ser reutilizado.

6.3.2. Material descartável deve ser desprezado de acordo com o que preceitua o Programa de Gerenciamento de Resíduo de Serviços de Saúde (PGRSS), para segurança do manipulador.

7. O que são?

7.1. São produtos quimicamente não definidos como secreções, excreções fisilogicas ou patológicas, certos produtos de origem microbiana e alergenos) que servem de matéria prima para as preparações