Abate e Inspeção Sanitária de Suínos

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Abate e Inspeção Sanitária de Suínos por Mind Map: Abate e Inspeção Sanitária de Suínos

1. Pré-Abate

1.1. É obrigatória a realização do exame ante mortem dos animais destinados ao abate por servidor cometente do SIF

1.1.1. Identificar e isolar os animais suspeitos e caso necessário o lote todo

1.1.2. Os suspeitos são submetidos à avaliação por AFFAV ou MV integrante da equipe do SIF

1.1.3. A inspeção ante mortem deve ser realizada no mínimo duas vezes para cada lote.

1.2. Transporte dos animais

1.2.1. Suínos são os mais sensíveis a estímulos estressantes

1.2.2. Necessário separar os grupos

1.2.3. Não misturar lotes

1.2.4. Separar as fêmeas, machos e cachaços

1.2.5. Registro de controle sanitário e destino

1.2.6. Rampa ideal no mesmo nível, sem inclinação ou no máximo 10° a 15°

1.2.7. Rampa móvel metálica e antiderrapante

1.2.8. Utilizar sempre o ponto de equilíbrio e a zona de fuga

1.3. Desembarque dos suínos

1.3.1. Verificar os documentos com vistas a assegurar a procedência dos animais

1.3.2. É vedado o abate de animais sem os documentos de trânsito

1.3.3. Examinar os animais em repouso e movimento

1.3.4. Desembarque de animais para abate deve ser feita com prévio conhecimento do SIF

1.4. Pocilgas

1.4.1. Devem ser localizadas de maneira que os ventos não levem poeiras e emanações

1.4.2. Afastadas no mínimo 15m da área de insensibilização e do bloco industrial

1.4.3. Pocilgas de chegada e seleção

1.4.3.1. Recebimento

1.4.3.2. Pesagem

1.4.3.3. Classificação dos suínos

1.4.4. Pocilga de matança

1.4.4.1. Destinado aos animais de matança normal

1.4.4.2. Descanso, jejum e dieta hídrica

1.4.4.2.1. Mínimo 8 horas e máximo 24 horas

1.4.4.2.2. Reduzir o conteúdo o conteúdo gastrointestinal

1.4.4.2.3. Facilitar a evisceração

1.4.4.2.4. Recuperar os animais da desidratação ocorrida durante o transporte

1.4.4.2.5. Reduzir o estresse térmico

1.4.4.3. Fornece o tempo necessário para que os animais se recuperem do estresse

1.4.5. Anexos das pocilgas

1.4.5.1. Pocilga de sequestro

1.4.5.1.1. Exclusiva os suínos da matança normal

1.4.5.1.2. Necessitam de exame clínico e observação mais acurada antes do abate

1.4.5.1.3. Matança de emêrgencia

1.4.5.2. Sala de necrópsia

1.4.5.2.1. Utilizada para realizar a necropsia dos animais que chegam mortos ou morrem na instalação

1.4.5.2.2. Composta por forno crematório ou autoclave que permita a colocação dos suínos inteiros funcionando no mínimo a 125°C

1.5. Banheiro de aspersão

1.5.1. Banho de aspersão com água suficiente hiperclorada (15ppm) a 3 atm por 3 minutos ou o suficiente para a limpeza e remoção das sujidades

1.5.2. Promove a vasoconstrição e vasodilatação interna

1.5.3. Facilita processo da sangria

1.5.4. Limpeza externa

1.5.5. Conforto térmico

1.5.6. Diminui a contaminação da sala do abate

1.5.7. Diminui a mortalidade por hipertemia

2. Abate

2.1. Insensibilização

2.1.1. Eletronarcose

2.1.1.1. 2 eletrodos na cabeça

2.1.1.2. Insensibilidade imediata

2.1.1.3. Corrente elétrica por 5 a 8 segundos

2.1.2. Eletrocussão

2.1.2.1. Equipamento Restrainer (3) eletrodos

2.1.2.1.1. 2 eletrodos na cabeça

2.1.2.1.2. 1 na área cardíaca

2.1.2.2. Insensibilização imediata e irreversível

2.2. Sangria

2.2.1. Secção dos vasos da base do coração pela linha média do pescoço em direção ao peito

2.2.2. Realizar em 15 segundos no máximo 30 segundos após a insensibilização

2.2.3. Abate humanitário

2.2.4. Mínimo 2 minutos

2.2.5. Sangria vertical

2.2.6. Sangria Horizontal

2.3. Escaldagem

2.3.1. Imersão ou aspersão de água a 62 a 72°C

2.3.2. Entre 2 a 5 minutos

2.3.3. Afrouxamento do folículo piloso

2.3.4. Remoção de pelos, unhas e cascos

2.3.5. Retira as sujidades da pele

2.3.6. É obrigatória a renovação contínua da agua nos sistemas de escaldagem

2.4. Depilação/toalete

2.4.1. Pode ser completada manualmente ou com a utilização de equipamentos

2.4.2. As carcaças devem ser lavadas após este processo

2.4.3. Chamuscamento ou Flambagem

2.4.3.1. É proibida o ato sem escaldagem e depilação prévias

2.5. Evisceração

2.5.1. Incisão da carcaça desde a região ingual até o pescoço

2.5.2. Pré-serragem do esterno

2.5.3. Retirada de vísceras

2.5.3.1. Brancas

2.5.3.1.1. Estômago

2.5.3.1.2. Intestinos

2.5.3.1.3. Bexiga

2.5.3.1.4. Pâncreas

2.5.3.2. Vermelhas

2.5.3.2.1. Coração

2.5.3.2.2. Língua

2.5.3.2.3. Pulmão

2.5.3.2.4. Fígado

2.6. Inspeção post mortem

2.6.1. Linhas de inspeção

2.6.1.1. Linha A1

2.6.1.1.1. Cabeça

2.6.1.1.2. Linfonodos da papada

2.6.1.2. Linha A

2.6.1.2.1. Útero

2.6.1.3. Linha B

2.6.1.3.1. Intestino

2.6.1.3.2. Estômago

2.6.1.3.3. Baço

2.6.1.3.4. Pâncreas

2.6.1.3.5. Bexiga

2.6.1.4. Linha C

2.6.1.4.1. Coração

2.6.1.4.2. Língua

2.6.1.5. Linha D

2.6.1.5.1. Pulmões

2.6.1.5.2. Fígado

2.6.1.6. Linha E

2.6.1.6.1. Carcaça

2.6.1.7. Linha F

2.6.1.7.1. Rins

2.6.1.8. Linha G

2.6.1.8.1. Cérebro

2.6.2. As carcaças e vísceras com alteração são obrigatoriamente desviadas para o DIF

2.7. Resfriamento e desossa

2.7.1. Serragem da coluna vertebral em duas meias carcaças

2.7.2. Água a 39°C, hiperclorada a 3 atm

2.7.3. Remoção dos coágulos, gordura cavitária e rins

3. Nome: Cleusa Bitteli França; RA: 11921654; 4 Semestre Turma B