1. Organizado a partir de uma Hierarquia geomorfológica
1.1. Definida por características espaço-temporais
1.2. Para essa ordenação, são considerados fatores causais que podem ter diversas origens (litológicas, pedológicas, climáticas e morfodinâmicas)
2. Essas formas de relevo, são classificadas em ordem decrescente de grandeza
2.1. Domínios morfoestruturais
2.1.1. Ordem Escalar Regional;
2.1.2. O Arcabouço revela os fatos geomorfológicos ocorridos no tempo geológico, a partir das marcas naturais e do tectonismo presente;
2.1.3. Através dos fenômenos climáticos e o tempo geológico, passaram a ter características particulares. Apesar de possuírem relações comuns com a estrutura geológica original de formação;
2.1.4. Ex: As bacias sedimentares, cinturões móveis, plataformas e crátons, conjuntos de batólitos e derrames efusivos, pediplanos e depressões periféricas;
2.1.5. No Brasil foram definidos 4 domínios: Depósitos Sedimentares Quaternários; Bacias e Coberturas Sedimentares Fanerozóicas; Cinturões Móveis Neoproterozóicos; Crátons Neoproterozóicos;
2.2. Regiões geomorfológicas
2.2.1. Segundo nível de classificação do relevo;
2.2.2. Representam os compartimentos litomorfoestruturais;
2.2.3. Possuem genéticas comuns devido a ações climáticas passadas e atuais. Essa genética favorece o agrupamento de feições semelhantes e a fitofisionomia;
2.2.3.1. Para Caracteriza-la é considerada sua distribuição espacial e localização. Exemplos: Planalto da Borborema; Chapada Diamantina; Serra da Mantiqueira; Planalto das Araucárias;
2.3. Unidades geomorfológicas
2.3.1. Terceiro nível de classificação do relevo;
2.3.2. São o arranjo de formas altimétricas e fisionomicamente semelhantes em seus diversos tipos de modelagem;
2.3.3. Para identificar essa classificação são observados fatores paleoclimáticos e condições litológicas estruturais que revelam sua geomorfogênese;
2.3.4. Drenagem, padrões e anomalias são referência para revelar fenômenos agentes sobre essas unidades ao longo do tempo geológico, de forma a estabelecer relações climáticas com as condições litológicas ou tectônicas predominantes;
2.3.5. Exemplos: Planicies; Depressões; Tabuleiros, Chapadas, Patamares; Planaltos e Serras;
2.4. Modelados
2.4.1. Quarto nível de classificação do relevo;
2.4.2. Os modelados abrangem um padrão de formas de relevo de geometria similar, em decorrência de processos morfogênicos que originam os materiais correlativos superficiais.
2.4.3. Existem 4 tipos de modelados
2.4.4. Modelados de acumulação: Diferenciados a partir da gênese fluvial; lacustre; marinha; lagunar; eólica; ou mista;
2.4.5. Modelados de aplanamento: Identificados por gênese e funcionalidade, em função do estado atual de conservação ou degradação geradas por processos erosivos pós formação;
2.4.6. Modelados de dissolução: Formados a partir de rochas carbonáticas e classificados de acordo com sua evolução em função dos aspectos em superfície e subsuperfície;
2.4.7. Modelados de dissecação: Forma generalizada no Brasil, classificados em homogêneos, estruturais e em ravinas. A forma dos topos, a drenagem e a declividade são usados como parâmetros para identificação dessas unidades;
2.5. Formas de relevo simbolizadas
2.5.1. Quinto nível de classificação do relevo;
2.5.2. Refere-se as feições que em função de sua dimensão espacial, só podem ser representadas por símbolos lineares ou pontuais;