PRINCÍPIOS PARA PREPAROS DENTÁRIOS

RENATA KARLA DA SILVA

Começar. É Gratuito
ou inscrever-se com seu endereço de e-mail
PRINCÍPIOS PARA PREPAROS DENTÁRIOS por Mind Map: PRINCÍPIOS PARA PREPAROS DENTÁRIOS

1. TÉRMINO CERVICAL

1.1. Permitir higienização

1.2. propiciar estética

1.3. preservar a saúde periodontal

1.4. NÍVEL DO TÉRMINO

1.4.1. Supragengival

1.4.2. Subgengival

1.4.2.1. Rugosidade da superfície do material, rugosidade na interface dente-coroa.

1.4.2.2. dificuldade de higienização

1.4.2.3. acúmulo de placa

1.4.2.4. perfil de emergência

1.4.2.5. invasão das distâncias biológicas

1.4.2.5.1. migração do epitélio juncional

1.4.2.5.2. patologia na inserção conjuntiva

1.4.2.5.3. reabsorção óssea

1.4.2.6. Respeitar as distâncias Inserção conjuntiva – 1,07 mm; Epitélio juncional – 0,97 mm; Epitélio do sulco – 0,69 mm; Área aproximada total – 3 mm

1.4.3. nível gengival

1.5. FORMATOS

1.5.1. CHANFRO

1.5.2. CHANFERETE

1.5.3. OMBRO

1.5.4. OMBRO COM BISEL

1.5.5. LÂMINA DE FACA

2. MECÂNICOS

2.1. retenção

2.1.1. Fatores determinantes

2.1.1.1. 1.ÁREA DE CONTATO

2.1.1.2. 2. ALTURA DO PREPARO

2.1.1.2.1. a altura do preparo tem de ser igual ou superior à sua largura.

2.1.1.3. 3. GRAU DE CONVERGÊNCIA ENTRE AS PAREDES OPOSTAS

2.1.1.3.1. as paredes devem ser quase paralelas, 6º graus

2.1.1.4. 4. VIA ÚNICA DE INSERÇÃO

2.1.1.5. 5. TEXTURA SUPERFICIAL

2.1.2. Deve determinar uma área que proporciona retenção friccional à prótese e que impeça seu deslocamento no sentido gengivo-oclusal quando é submetida às forças mastigatórias.

2.1.3. manter a prótese retida no preparo dentário.

2.1.4. Quanto maior o contato da superfície da prótese com o preparo maior a retenção friccional.

2.1.5. Fazer sulcos e canaletas em casos de coroas curtas.

2.2. resistência ou estabilidade

2.2.1. Magnitude e direção da força

2.2.2. Relação altura/largura do preparo

2.2.3. Integridade do dente preparado

2.2.4. "Qualquer diagonal do dente preparado deve ser maior que o diâmetro da sua base."

2.2.5. Pode se utilizar de canaletas e sulcos para diminuir o arco de rotação.

2.2.6. Altura deve ser maior que a largura, pois diminui o arco de rotação da prótese pois vai haver maior superfície de contato entre o preparo e a prótese.

2.3. rigidez estrutural

2.3.1. restauração apresente espessura suficiente para que resistam às forças mastigatórias e não comprometam a estética e o tecido periodontal.

2.3.2. Deve-se desgastar o suficiente para receber o material indireto mas nem tanto a ponto de fragilizar a estrutura dentária.

2.3.2.1. Desgaste excessivo

2.3.2.1.1. Diminui a área preparada, prejudica a retenção da prótese e a resistência do remanescente dentário.

2.3.2.1.2. Pode causar danos a polpa como inflamação e sensibilidade.

2.3.3. o desgaste depende do material usada para confecção da prótese.

2.3.4. A rigidez estrutural depende do tipo do material da infraestrutura, do tipo de término e da quantidade de desgaste dentário.

2.3.5. Desgaste insuficiente

2.3.5.1. Compromete a resistência do material restaraudor e a estética.

2.3.5.1.1. Desgaste insuficiente influencia as propriedades ópticas da restauração, alterando a percepção da cor e a translucidez da cerâmica, além de interferir no formato da restauração,

2.3.5.2. sobrecontorno da prótese e prejuízo para o periodonto.

2.3.6. Arrendondamento dos ângulos internos

2.3.6.1. Atenua a concentração de tensões sobre o material restaurador

2.3.6.1.1. confere maior resistência ao remanescente dentário

2.3.6.1.2. facilita o escoamento do cimento

2.3.6.1.3. facilita a moldagem

2.3.6.1.4. melhora o assentamento da prótese

2.4. integridade marginal

2.4.1. o término gengival deve ser nítido, para ser facilmente reproduzido na moldagem, e deve apresentar espessura suficiente para acomodar a coroa sem sobrecontorno.

3. BIOLÓGICOS

3.1. preservação do orgão pulpar

3.1.1. Desgastes excessivos podem deixar uma camada muito fina de dentina, insuficiente para proteger o órgão pulpar, ou mesmo levar à exposição pulpar com consequente necessidade de tratamento endodôntico.

3.1.2. Outro aspecto é o calor produzido durante o preparo pela utilização de pontas diamantadas e turbina de alta rotação, que pode provocar danos à polpa.

3.1.2.1. Por isso, sempre utilizar turbinas com irrigação e pontas diamantadas novas.

3.2. preservação da saúde periodontal

3.2.1. não invadir o espaço biológico

3.2.2. Para o procedimento restaurador não causar danos aos tecidos periodontais, o término do preparo deve estar localizado no início do sulco gengival (aproximadamente 0,5 mm), preservando assim o epitélio juncional e a inserção conectiva.

3.2.3. seguir os contornos anatômicos do dente

4. ESTÉTICOS

4.1. A estética depende da saúde gengival e da qualidade da prótese.

4.1.1. Preservação da saúde periodontal

4.2. simplicidade da técnica

4.3. Deve-se observar a relação de contato do pôntico com a gengiva

4.4. forma, contorno e cor da protése

4.5. Respeitar a harmonia da anatomia dentária, transmitir naturalidade.