1. Via Parenteral
1.1. Indiretas
1.1.1. Cutânea
1.1.1.1. Medicamentos são administrados na pele.
1.1.1.2. Vantagens:
1.1.1.2.1. Minimiza a ocorrência de efeitos adversos sistêmicos (uso tópico);
1.1.1.2.2. Evita o efeito de primeira passagem.
1.1.1.3. Desvantagens:
1.1.1.3.1. Absorção pobre e errática;
1.1.1.3.2. Irritação local e alergias;
1.1.1.3.3. Fotossensibilidade.
1.1.2. Respiratória
1.1.2.1. Consiste na aplicação de fármacos dentro do nariz.
1.1.2.2. Vantagens:
1.1.2.2.1. Para efeitos locais, minimiza a ocorrência de efeitos adversos;
1.1.2.2.2. Evita o efeito de primeira passagem;
1.1.2.2.3. A absorção relativamente rápida para algumas drogas.
1.1.2.3. Utiliza quando se pretende um efeito local.
1.1.2.4. Desvantagens:
1.1.2.4.1. Absorção pobre e errática;
1.1.2.4.2. Irritação local e alergias.
1.1.3. Conjuntival
1.1.3.1. Vantagens:
1.1.3.1.1. Absorção minima:
1.1.3.1.2. Minimiza a ocorrência de efeitos adversos;
1.1.3.1.3. Evita o efeito de primeira passagem;
1.1.3.2. Desvantagens:
1.1.3.2.1. Irritação na pele e alergia;
1.1.3.2.2. Risco de catarata;
1.1.3.2.3. Absorção pobre e errática.
1.1.4. Geniturinária
1.1.4.1. Envolve os canais uretral e vaginal, abrangendo tratamento de efeitos sistêmicos ou não.
1.1.4.2. Vantagens:
1.1.4.2.1. Ingestão de dosagens menores, causando diminuição dos efeitos colaterais;
1.1.4.2.2. Boa opção para absorção;
1.1.4.2.3. Fármaco não sofre metabolização hepática;
1.1.4.2.4. Tem biodisponibilidade três vezes maior que um fármaco na via oral;
1.1.4.2.5. Paciente pode usar sozinha.
1.1.4.3. Desvantagens:
1.1.4.3.1. Não é indicado para uso sistêmico, pois envolvem as influências do ciclo menstrual sobre o tecido vaginal, além da influência da composição e do volume de secreções vaginais;
1.1.4.3.2. O desconforto que o uso do medicamento causa no seu/problema incômodos relacionados a esta via;
1.1.4.3.3. É de importância quando o paciente demostra resistência por outras vias de administração, além do fato da rápida absorção que é benéfico quando se deseja uma terapia mais ágil.
1.1.5. Intracanal
1.1.5.1. Uso odontológico exclusivo para obtenção de efeitos local de fármacos junto ao canal e zona pulpar.
2. Via Parenteral
2.1. Diretas
2.1.1. Intravenosa
2.1.1.1. Medicamento diretamente na corrente sanguínea.
2.1.1.1.1. Volume normal varia de 2 a 5 Ml; máximo 10 Ml.
2.1.1.2. Vantagens:
2.1.1.2.1. Efeito imediato;
2.1.1.2.2. 100% biodisponível;
2.1.1.2.3. Indicação em emergência médicas e em presença de baixo fluxo sanguíneo periférico;
2.1.1.2.4. Infusão de substâncias irritantes por outras vias de grande volumes.
2.1.1.3. Desvantagens:
2.1.1.3.1. Necessidade de assepsia e antissepsia:
2.1.1.3.2. Necessidade de pessoa treinada;
2.1.1.3.3. Menor segurança e efeitos agudos;
2.1.1.3.4. Maior custo de preparação;
2.1.1.3.5. Efeitos locais indesejaveis;
2.1.1.3.6. Ocorrência de hematomas.
2.1.2. Intramuscular
2.1.2.1. Permite administração de drogas na profundidade de músculos.
2.1.2.1.1. Adulto: 2 Ml musculo deltoide, 5Ml vasto lateral coxa, glúteo. Criança pequenas e lactantes: ate 1 Ml no musculo; Recém-nascidos 0,5 Ml
2.1.2.2. Vantagens:
2.1.2.2.1. É mais segura que a intravenosa;
2.1.2.2.2. Permite a administração de pequenos volumes de drogas;
2.1.2.2.3. É uma via de baixa sensibilidade dolorosa, devido a baixa inervação;
2.1.2.2.4. Concentração plasmáticas prolongadas.
2.1.2.3. Desvantagens:
2.1.2.3.1. Efeitos adversos;
2.1.2.3.2. Dor e sangramento locais quando o músculo estiver contraído;
2.1.2.3.3. Não permite a administração de substâncias irritantes, como ph diferente do local, substâncias hiportônica e ansiotônica.
2.1.3. Subcutânea
2.1.3.1. Droga administrada no tecido subcutâneo.
2.1.3.1.1. Volume máximo 1,5 Ml e possue absorção lenta.
2.1.3.2. Não permite a administração de substâncias irritantes e com PH local.
2.1.4. Intradérmica
2.1.4.1. Droga administrada entre a derme e a epiderme.
2.1.4.1.1. Volume indicado 0,5 Ml; sendo que para BCG administra 0,1 Ml.
2.1.4.2. Vantagens:
2.1.4.2.1. Usado para administração contínua lenta;
2.1.4.2.2. Sem efeito de primeira passagem.
2.1.4.3. Desvantagens:
2.1.4.3.1. Alta sensibilidade dolorosa;
2.1.4.3.2. Restrita;
2.1.4.3.3. Usada apenas para pequenos volumes.
2.1.5. Intra-arterial
2.1.5.1. Adm. em artérias.
2.1.5.2. Medicamentos podem causar isquemia aguda e grave e resultar em morbidade e mortalidade.
2.1.6. Intracardíaca
2.1.6.1. Adm. no coração.
2.1.7. Intratecal
2.1.7.1. Aplicação no líquido cefalorraquidiano.
2.1.8. Peridural
2.1.8.1. Anestesia que bloqueia a dor e as sensações de apenas uma região do corpo, geralmente da cintura para baixo.
2.1.9. Intra-articular
2.1.9.1. medicamento é injetado dentro da cavidade sinovial de uma articulação, para suprir uma inflamação e evitar as contraturas e retardar a atrofia muscular.